<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492</id><updated>2012-02-16T22:29:13.951-02:00</updated><title type='text'>Coisas da vida</title><subtitle type='html'>Aos filósofos descobridores da filosofia</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>52</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-3430434567157953282</id><published>2011-11-25T21:37:00.001-02:00</published><updated>2011-11-25T21:39:14.223-02:00</updated><title type='text'>A necessidade do Ser, a amnésia</title><content type='html'>Carl Gustav Jung, o famoso médico que estudava a mente, em suas obras mistico-científicas, conceituava como Self o ser puro, o Cogito cartasiano.&lt;br /&gt;Essa consciência pura é inerentemente indissociável da cultura e meio em que vive. As categorias dessa faculdade, ou da mente, se desdobram em Id, Ego, super  &lt;br /&gt;Ego, Alter Ego etc. Esses atributos em conjunto definimos como memória, ética e consciência, e em um termo geral, em nosso caso, o Ser humano.&lt;br /&gt;O Ser humano recebe o título  de pessoa ao receber uma função social que o encaixa nas engrenagens sociais. Podemos dizer que “A pessoa” tem a mesma  &lt;br /&gt;dualidade com o Ser humano como esse tem em seu Sef e sua mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação do Ser humano(homem) no mundo através de sua pessoa se dá pela sua ação no mundo para satisfazer seu Self que germina a vontade pura. A vontade de  &lt;br /&gt;viver e a preocupação por sobreviver, busca pelo prazer,etc. Essa ação coletiva no mundo forma a sociedade e a cultura.A mente surge no momento de dor, tédio  &lt;br /&gt;e privação. Ela  funciona para que o Self sobreviva e se manifeste em suas potências, e usa da pessoa, um símbolo coletivo que da mente usa para se comunicar  &lt;br /&gt;e agir. Assim se cria a história coletiva e individual, que gera ressentimentos e alegrias, que sugere as decisões dos homens para o futuro.&lt;br /&gt;Diante da inclemência da natureza e às vezes a disputa brutal pelos bens do mundo, o homem se machuca e se ressente, muitas vezes impotente para se vingar e  &lt;br /&gt;retribuir o mal que sente ao seu agressor conforme as noções inatas de eqüidade.&lt;br /&gt;A mente e sua história se tornam um mar de tristezas e infelicidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme “O Enigma de Kaspar Hauser” um homem adulto, passado dos quarenta anos, viveu solitariamente em completo isolamento social, não sabendo fazer nada  &lt;br /&gt;dos costumes, convenções e protocolos sociais, até os mais simples como falar, andar e sentar. &lt;br /&gt;A moral desse filme em meu entendimento, é a problematização da mente dos homens, seus sofrimentos e glórias diante algúem que desconhece os bens desse mundo  &lt;br /&gt;como suas agruras para conseguilos. Também como a preocupação em sobreviver em um mundo de natureza silvestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza do Eu puro é feliz, tem vontade pura. mas na manifestação da pessoa, acaba por acreditar em processos culturais que só sufocam o Self do que o   ajudam. Por exemplo, na sociedade, estudar demais, se preocupar demais, ou seja, excesso de informação pode ser algo indigesto para a consciência e manter o  &lt;br /&gt;homem em rotinas sem sentido, em busca de coisas sem sentido devido a ressentimentos que muita vezes não tem sentido de ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é felicidade e sofrimento? Que o Sofrimento é uma particularidade da história de cada um que guarda um ressentimento. Esse pequeno Ego que gera excesso  &lt;br /&gt;de preocupações e conhecimentos para propósitos sem sentido com o coração é uma labeda de sofrimentos e angústias de privação do Amor. Sofrer é acreditar em alguns valores sociais que desacreditam as aspirações do Ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos intuir que ser feliz é por muitas vezes é ter amnésia, esquecer das dores e impotências e perceber o quanto o Sef é feliz por sua própria natureza original. Esquecer, como se nunca tivesse conhecido o mundo, como Kaspar Hauser, é intuir que o homem é livre de seus bloqueios e crenças que não deve ser feliz, ter vontade e sentir a vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-3430434567157953282?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/3430434567157953282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=3430434567157953282' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/3430434567157953282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/3430434567157953282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2011/11/necessidade-do-ser-amnesia.html' title='A necessidade do Ser, a amnésia'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-726429590002902062</id><published>2011-11-23T14:23:00.000-02:00</published><updated>2011-11-23T14:24:16.305-02:00</updated><title type='text'>Como viver quando a música acaba?</title><content type='html'>O ser humano, em Nietzsche, é uma criatura que saltou sobre os limites animalescos da época do cio e por isso não procura prazer apenas eventualmente, mas o tempo todo. Porém, como há menos fontes de prazer do que pede sua constante predisposição ao prazer, a naturza o forçou a enveredar na trilha da invenção-do-prazer. O animal consciente homem, com horizonte de passado e futuro, raramente se satisfaz de todo com o seu presente, e por isso sente algo que certamente nenhum animal conhece, isso é, o tédio. Essa singular criatura procura uma excitação, se não for encontrada, tem de ser inventada. O homem se torna um animal que brinca. O jogo é uma invenção que entretém os afetos. O jogo é arte de autoexcitação dos afetos, a música por exemplo. A fórmula antropológico-fisiológica para o segredo da arte é pois: a fuga do tédio é a mãe das artes.&lt;br /&gt;O verdadeiro mundo é a música. A música é o inaudito quando a ouvimos, pertencemos ao Ser. Assim Nietzsche a vivenciava. Era tudo para ele. Não deveria cessar nunca. mas ela cessa. e por isso temos o problema de como continuar vivendo quando a música acaba.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Rüdiger Safranski; (Nietzsche, Biografia de uma tragédia)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-726429590002902062?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/726429590002902062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=726429590002902062' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/726429590002902062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/726429590002902062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2011/11/como-viver-quando-musica-acaba.html' title='Como viver quando a música acaba?'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-7387921503852405958</id><published>2011-11-22T13:30:00.001-02:00</published><updated>2011-11-22T13:30:38.172-02:00</updated><title type='text'>O Homem Insuficiente</title><content type='html'>"Nenhum raciocínio no mundo conseguiria provocar a verdadeira tristeza - aquela da alma - ou vencê-la, uma vez que ela tenha entrado em nós, Deus sabe por qul brecha do ser. O que dizer? Ela não entrou, ela estava em nós. Cada vez mais eu creio que isso a que nós chamamos tristeza, angústia, desespero, como para nos persuadir de que se trata de certos movimentos da alma, é esta a alma mesma, que, desde a queda, a condição do homem é tal que ele não seria capaz de perceber mais nada nele nem fora dele senão sob a forma de angústia. Não fosse pela vigilante piedade de Deus, parece-me que, à primeira consciência que tivesse de si mesmo, o homem se desmancharia em poeira."&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;G. Bernanos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fragmento retirado da pré-intrudução do livro O Homem Insuficiente, de Luiz Felipe Pondé.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-7387921503852405958?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/7387921503852405958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=7387921503852405958' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7387921503852405958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7387921503852405958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2011/11/o-homem-insuficiente.html' title='O Homem Insuficiente'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-419882292830052648</id><published>2011-11-20T14:28:00.005-02:00</published><updated>2011-11-20T16:42:57.132-02:00</updated><title type='text'>A formação da idéia do Estado constitucional russo e a crítica de Dostoiévisky</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sdG0SnNYB1g/TsksOd1AhtI/AAAAAAAAALU/d4gyAquXYBA/s1600/Dosto.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 151px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677117432313972434" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-sdG0SnNYB1g/TsksOd1AhtI/AAAAAAAAALU/d4gyAquXYBA/s200/Dosto.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o filósofo e professor Luiz Felipe Pondé que realizou estudos em Dostoievisky, esse autor só pode ser compreendido em sua intimidade se meditarmos no sentido da teologia. Faço nesse textos algumas consideraçoes próprias acerca de Pondé, Dostoievsky e a história:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Desde o nacionalismo russo formado desde as guerras napoleônicas sob a harmonia de Tchaikovisky a influencia ocidental na Rússia desde nos países do leste europeu a não se deu somente na nobreza, mas sim, a partir do século das luzes, o pensamento dos filósofos contratualistas que inspiravam liberais, democratas e revolucionários.&lt;br /&gt;Com o crescimento da burguesia e a riqueza que produzia, o Czar e a nobreza virão uma boa chance de tirar o atraso da Rússia feudal a um padrão mínimo da idéia da cultura ocidental. A partir desse momento, o país contraiu muitos empréstimos da Alemanha e da Inglaterra para a formação de um parque industrial, construções de ferrovias e usinas de eletricidade. Nesse ínterim da influencia política dos liberais, pleiteavam por um Império constitucional, como nos moldes da Inglaterra em seu país governado por um Czar Absolutista.&lt;br /&gt;Também surgiu movimentos revolucionários camponeses no qual Trotsky fazia parte na juventude e movimentos anarquistas do qual Lênin participou também na juventude. Esses movimentos, que lutavam por inúmeras causas sociais inclusive aquelas acreditadas por Marx em seu manifesto Comunista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa efervescência cultural criou uma série de artistas, por exemplo, se manifestou em Dostoievisky, que criticando o espírito revolucionário por considera-lo estúpido por ser promovido por intelectuais que atuam em pensamentos que mal-digeriram para transformar uma sociedade em princípios que eles acham o mais conveniente para superar o sofrimento da trama da vida ao qual consideram o cristianismo como o respnsável pela alienação ao sofrimento do mundo. Dostoievisky diz que esses pensadores separam o homem da natureza, dotando-o de um constante ressentimento e a uma vida sem sentido de viver e sem valores transcendentais a que recorrer e descansar a alma. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-419882292830052648?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/419882292830052648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=419882292830052648' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/419882292830052648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/419882292830052648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2011/11/formacao-da-ideia-do-estado.html' title='A formação da idéia do Estado constitucional russo e a crítica de Dostoiévisky'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-sdG0SnNYB1g/TsksOd1AhtI/AAAAAAAAALU/d4gyAquXYBA/s72-c/Dosto.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-7691143930325505212</id><published>2011-11-20T00:51:00.002-02:00</published><updated>2011-11-20T00:57:50.879-02:00</updated><title type='text'>A moral dos cristãos aposteriori a ética estóica em Roma antiga</title><content type='html'>Não sou entendedor nem pesquisador da história de roma senão apenas conheço os conceitos gerais e alguns fragmentos dos fatos históricos e filosóficos romanos. mas vou dentro de meus limites tentar traçar uma reflexão interessante sobre a da filosofia, particularmente uma face da problematização da ética naqueles tempos em progressiva decadência em relação do objeto da moral estóica que acredito ser a natureza da ética originária romana. Depois tentarei associar os vícios constatados pelos filósofos romanos discutido a luz da moral cristã que seduziu os cidadões romanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começo com Epicuro, pois o considero um autor negligenciado na história da filosofia mas de excelsa importância na compreensão da estrutura metafísica da ética. Epicuro acreditava que a filosofia somente poderia ser feita entre amigos verdadeiros. Por isso os encontros eram reservados em que se acreditava que num embate dialético, somente filósofos naturais e amigos verdadeiros poderiam ser honestos consigo mesmos e com o próximo ao travar a natureza da verdade. Não importava que ganhe a discussão, mas sim que a verdade triunfasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Epicuro e seus discípulos que perduraram sua escola por vários séculos acreditavam na felicidade. O home é feliz por natureza. Nasce feliz, e no sofrimento que descobre na sua jornada desse mundo, tenta se afastar dessa dor e sentir sua legítima essência feliz. Ser feliz é aceitar o belo e o bom, a essência do cósmos que formou o Ser. Ser feliz é praticar a virtude para que a felicidade não se extravie com os vícios, a escravidão dos sentidos que afasta a virtude, promove solidão, mentira, privação ressentimentos e conseqüentemente dor e sofrimento de todas as ordens.(Uma breve inserção:  o filósofo Rousseau vai discutir a natureza da felicidade e a virtude e a origem do vício no seio de uma comunidade originado pelas diferenças intrínsecas que causaria inveja e ciúmes reprimidos dos mais desprivilegiados na casta burocrática gerando sentimento de posse.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estóicos romanos vão beber na fonte da ética grega do qual em suas vertentes são os epicuristas, os estóicos gregos, os cínicos etc. O homem busca a felicidade e a realização, busca aumentar sua potência diante de um mundo que prova impiedosamente sua força vital e paciência.São nesses postulados que os estóicos romanos vão tentar aplicar em suas leis e moralpara a coesão de sua civilização que nasce e se expande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de entrar na problematização da filosofia do direito romano, tentarei aqui encontrar alguns dos postulados metafísicos da praxis estóica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cícero, senador romano era um filósofo estóico. Observava entre seus conterrâneos alguns vícios de comportamento. Via que quanto mais rico era um homem, mais exposto a frustração estava, e logo a reações ansiosas e ou violentas quando era rejeitado ou fracassava em uma questão que projetava importante. e as pessoas mais simples ou os mais desapegados aos bens materiais, tinham mais paz diante das adversidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem nasce feliz e bom. Sua essência desce do mundo superior atemporal, onde aqui no mundo, sua imagem no mundo das idéias ganha a faculdade do tempo. estar no tempo é ser violentado pelas forças da multiplicidade do mundo dos entes sob o tempo. Forças que disputam entre si ou colaboram contra outros grupos em busca da expansão de sua liberdade de efetividade de vida num mundo por sua natureza de privação, ou seja, a natureza do tempo, a natureza desse mundo,O homem na angústia do desejo, faz projetos para a vitória. inventa a partir disse, sociedades, técnicas, instituições e guerras, e teme os infortúnios dos desastres naturais, que das mesmas invenções tenta proteger seus projetos e o que foi conquistado de bens que lhe causem prazer e sensação de abundância de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, na sociedade, com leis que ordenem a sociedade, o homem não tem paz, sempre preocupado em perder o que conquistou ou conspirando para ter aquilo que remoe de suas angústias e frustrações. Então, ele descobre leis de moral superior, espirituais que estão além das leis que regem o mundo financeiro ou do trabalho. Essas leis ensinam que pela ambição intensa surgido pelo medo ou pela gula e luxúria os homens tornam-se violentos quando seus projetos são frustrados. E suas vidas são um poço de tormentosquando assolados por aquilo que não podemos evitar, que estão além das nossas forças. Os desastres naturais, a imprevisibilidade do futuro e a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estóicos ensinam que o homem para ser feliz, deve se apartar da dor que ele mesmo cativa com as coisas mundanas. deve reconhecer que não é escravo desse mundo, e reconhecer que é muitas vezes fruto do ocaso, que não adiante se culpar e culpar os outros por forças que estão além de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A filosofia estóica é dirigida ao Estado, a manutenção e a purificação da sociedade de seus vícios, diferenciando-se dos epicuristas que se encontravam reservadamente. São a natureza das leis superiores, clausulas pétreas que são mantidas  pela  virtude(dever, lealdade, honestidade, equidade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as conquistas romanas, a riqueza, a soberba e a depravação aumentam na sociedade. Elas surgem em antagonismo aos ensinamentos das tragédias dos mitos que corrigem a conduta humana diante seus conflitos e angústias, no qual a saciedade do desejo de viver está na depravação, violência e brutalidade, conquista indiferente a morte de muitos. A decadência da moral e a degeneração social sucumbem em crimes dos mais diversos como abuso de poder, morticídio, perda da amizade e amor, mentira e engano, escárnio e brigas e esfacelamento da memória que guia o individuo e o coletivo das relações de equidade e fraternidade. A sucumbência portanto surge com a excessiva riqueza e a luxuria, que por sua vez, corrompe a sociedade em subornos chantagens e politicagens para a manutenção desse status quo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os estóicos, de certa forma é reconhecido a decadência da sociedade como uma força cíclica movida por paixões descontroladas devido a impotência em relação ao sentir da dádiva da natureza, uma desconexão com a natureza essencial feliz e a inconformidade alucinada em relação a sua situação. Não se pode conter as forças cíclicas da sucumbência. As paixões doentias, originadas por uma própria relação metafísica polarizada das categorias do Ser, é um ingênua concepção das forças cósmicas resolvidas apenas pela rebeldia imediatista contra a natureza inexorável e crua do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A força dos cristãos entra em cena em Roma quando as autoridades pagãs não tem mais a confiança de uma grande parcela do povo que se vê perplexo diante a imoralidade. Acreditam e sentem nos ensinamentos virtuosos do evangelho do Cristo, uma força alentadora e esperançosa de religar a alegria da alma e a aceitação dos inevitáveis infortúnios da vida. O Cristianismo representa o que é mais antigo e valorizado nas entranhas mais profundas das leis espirituais romanas, que desacreditado de seus deuses soberbos e hipócritas, a serena paz e promessa de salvação a um mundo onde a verdade limpará a força do mal, para que se possa existir num "outro tempo" onde não haja a morte e nem outras forças violentamente poderosas na natureza selvagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao analisar o pensamento de Nietzsche que dizia ser o cristianismo uma filosofia dos escravos, uma manifestação de se ódio estéril contra os fortes e poderosos e os principais responsáveis pela perda de vigor da força do império, contrasto com essas considerações que usei também defendidas por Dostoiéwiski, e de certa forma Kierkegaard  É claro que esse pequeno texto não representa as consteção do assunto sobre ética, onde centenas milhares de páginas são escritas e discutidas.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-7691143930325505212?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/7691143930325505212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=7691143930325505212' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7691143930325505212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7691143930325505212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2011/11/dor-e-inevitavel-o-sofrimento-e.html' title='A moral dos cristãos aposteriori a ética estóica em Roma antiga'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-6605117853040070436</id><published>2011-11-10T22:09:00.003-02:00</published><updated>2011-11-11T05:21:01.109-02:00</updated><title type='text'>A relação intuitiva da alma com a moral</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ObUKecKdrXE/TrzMuPHDwkI/AAAAAAAAAKw/VX6JqUweO3Q/s1600/ora%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 249px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5673634725282169410" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-ObUKecKdrXE/TrzMuPHDwkI/AAAAAAAAAKw/VX6JqUweO3Q/s400/ora%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na filosofia, desde os gregos a Kant e outros metafísicos se aceita como postulado verdadeiro que a moral se fundamenta em leis universais a priori inseridas no espírito.&lt;br /&gt;Essa idéia é criticada principalmente entre alguns filósofos e sociólogis do pensamento contemporâneo, onde consideram a moral uma construção histórico social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho relutancia com a interpretação desses autores devido a considerações metafísicas no qual o próprio Nietzsche levanta no seu conceito de Eterno Retorno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora. Tudo volta a acontecer, tudo já foi e será para sempre. Essa visão cíclica de Nietzsche atordoando a visão escatológica judaico-cristã alicerçada em dogmas e supertições do que a verdade espiritual propriamente dita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu quero dizer é que a alma, ou melhor, o indívíduo, por exemplo, eu mesmo, ou tu, é uma entidade formada por forças que nos afzem como cultura, espaço e matéria que por sua vez são feitos de outras entidades. Mas essas entidades que compôe outras entidades e mostrando o seu sentido a faculdade da razão é por sua vez sentida por categorias como peso, cor, tamanho, forma, densidade, temperatura etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No universo, há um número finito de categorias que formam o ser. Por exemplo, quantas formas de combinação podem se alternar a sério A,B,C,D? Ora dezesseis vezes: B,A,C,D ; C,A.B,D etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, nós, ou, eu e tu, esse computador, somos formados por série dessas categorias. Esse computador por exemplo: é quadrado, é preto, é duro, liso, tem um peso de uns 4 quilos e um sentido captado pela minha razão que é computar dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, nós somos assim. Mesmo que venhamos a morrer, nossa idéia permanesse no abstrato por toda a eternidade voltando a ser no tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais, se somos eternos quanto imagem. Estivemos em todas as dimensões morais do universo. Conhecemos o mal e o bem. Conhecemos a perfeição. e nossa condição nessa vida é de esquecimento da verdade contemplada na eternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós podemos nos aperfeiçoar, não numa questão apenas de evolução, mas de uma forma de aprender intuitivamente da eternidade a moral. Logo, pela inspiração espiritual podemos nos tornar perfeitos ou sentir o que os homores de nossa intimidade, atravéz da meditação, conduzir nossa vida ao rumo da existencia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só queria dixar claro que não digo que existe um ponto de chegada, pois como haveria um ponto final no infinito. Pela minha intuição, na nossa jornada intuitiva das reminiscencias da perfeição, o que vale é a trajetória vivida, sentindo cada humor, cada inspiração que nos revela dimensões associadadas a reminiscencia eternamente vivida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que esse último paragrafo possui sentido ontológico se analisarmos o conceito matemático dos fractais. Como se puzessemos dois espelhos de frente e vissemos os infinitos reflexos deles mesmos. Isso é um fractal e os desdobramentos da reminiscencia e nosa relação intuitiva com Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-6605117853040070436?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/6605117853040070436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=6605117853040070436' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/6605117853040070436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/6605117853040070436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2011/11/relacao-intuitiva-da-alma-com-moral.html' title='A relação intuitiva da alma com a moral'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ObUKecKdrXE/TrzMuPHDwkI/AAAAAAAAAKw/VX6JqUweO3Q/s72-c/ora%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-7307981640742648215</id><published>2011-10-25T10:17:00.002-02:00</published><updated>2011-11-11T13:11:36.226-02:00</updated><title type='text'>O Rei Midas e sábio Sileno</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-cSnEw3-yqNI/Tr07IDcxRcI/AAAAAAAAAK8/ChPCqfi-xBQ/s1600/nietzsche.jpeg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-cSnEw3-yqNI/Tr07IDcxRcI/AAAAAAAAAK8/ChPCqfi-xBQ/s200/nietzsche.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5673756115107661250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Segundo o filólogo e filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844 -  1900): &lt;p&gt;"Reza a antiga lenda que o rei &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;Midas perseguiu o sábio Sileno na floresta, durante longo tempo, sem conseguir apanhá-lo.  Quando, por fim, ele veio a cair em suas mãos, perguntou-lhe qual dentre  as coisas era a melhor e a mais preferível para o homem. Obstinado e  imóvel, calava-se; até que, torturado pelo rei, prorrompeu finalmente, por  entre um riso amarelo, nestas palavras: - Estirpe miserável e efêmera,  filhos do acaso e do tormento! Por que me obrigas a dizer-te o que seria  para ti mais salutar não ouvir? O melhor de tudo é para ti inteiramente  inatingível: não ter nascido, não ser, nada ser. Depois disso, porém, o  melhor para ti é logo morrer"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Nietzsche, O nascimento da tragédia).&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-7307981640742648215?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/7307981640742648215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=7307981640742648215' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7307981640742648215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7307981640742648215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2011/10/o-rei-midas-e-sabio-sileno.html' title='O Rei Midas e sábio Sileno'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-cSnEw3-yqNI/Tr07IDcxRcI/AAAAAAAAAK8/ChPCqfi-xBQ/s72-c/nietzsche.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-3697405682241393071</id><published>2011-10-13T17:34:00.001-03:00</published><updated>2011-10-24T21:30:45.934-02:00</updated><title type='text'>Poemas escolhidos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-le6OaW6g09Q/TqX1Hf9MevI/AAAAAAAAAKk/f1aGOV26GYI/s1600/florbela%2Bespanca.jpeg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 209px; height: 241px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-le6OaW6g09Q/TqX1Hf9MevI/AAAAAAAAAKk/f1aGOV26GYI/s320/florbela%2Bespanca.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667205215301696242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Versos que te fiz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa dizer-te os lindos versos raros&lt;br /&gt;Que a minha boca tem pra te dizer!&lt;br /&gt;São talhados em mármore de Paros&lt;br /&gt;Cinzelados por mim pra te oferecer.&lt;br /&gt;Têm dolência de veludos caros,&lt;br /&gt;São como sedas pálidas a arder…&lt;br /&gt;Deixa dizer-te os lindos versos raros&lt;br /&gt;Que foram feitos pra te endoidecer!&lt;br /&gt;Mas, meu Amor, eu não tos digo ainda…&lt;br /&gt;Que a boca da mulher é sempre linda&lt;br /&gt;Se dentro guarda um verso que não diz!&lt;br /&gt;Amo-te tanto! E nunca te beijei…&lt;br /&gt;E nesse beijo, amor, que eu te não dei&lt;br /&gt;Guardo os versos mais lindos que te fiz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Florbela Espanca)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desassossego&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, não sabendo crer em Deus, e não podendo crer num humanismo racional, fiquei, como outros da orla das gentes, naquela distância de tudo a que comumente se chama a Decadência. A decadência é a perda total da inconsciência; porque a inconsciência é o fundamento da vida. O coração, se pudesse pensar, pararia. A quem, como eu, assim, vivendo nã0 sabe ter a vida, que resta senão, como poucos pares, a renúncia por modo e a contemplação estética por destino? E assim, alheio à solenidade de todos os mundos, indiferente ao Divino e desprezadores, entregamo-nos futilmente à sensação sem propósito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fernando Pessoa)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-3697405682241393071?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/3697405682241393071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=3697405682241393071' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/3697405682241393071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/3697405682241393071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2011/10/poemas-escolhidos.html' title='Poemas escolhidos'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-le6OaW6g09Q/TqX1Hf9MevI/AAAAAAAAAKk/f1aGOV26GYI/s72-c/florbela%2Bespanca.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-77716257233906009</id><published>2011-08-27T12:49:00.003-03:00</published><updated>2011-08-27T12:53:31.077-03:00</updated><title type='text'>A felicidade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-V0WWDyvs__E/TlkS4T2n86I/AAAAAAAAAKc/Z7lB2I6qn1I/s1600/tom_jobim_180.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 180px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-V0WWDyvs__E/TlkS4T2n86I/AAAAAAAAAKc/Z7lB2I6qn1I/s320/tom_jobim_180.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5645564366496986018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tristeza não tem fim&lt;br /&gt;Felicidade sim&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A felicidade é como a gota&lt;br /&gt;De orvalho numa pétala de flor&lt;br /&gt;Brilha tranquila&lt;br /&gt;Depois de leve oscila&lt;br /&gt;E cai como uma lágrima de amor&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A felicidade do pobre parece&lt;br /&gt;A grande ilusão do carnaval&lt;br /&gt;A gente trabalha o ano inteiro&lt;br /&gt;Por um momento de sonho&lt;br /&gt;Pra fazer a fantasia&lt;br /&gt;De rei ou de pirata ou jardineira&lt;br /&gt;e tudo se acabar na quarta feira&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tristeza não tem fim&lt;br /&gt;Felicidade sim&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A felicidade é como a pluma&lt;br /&gt;Que o vento vai levando pelo ar&lt;br /&gt;Voa tão leve&lt;br /&gt;Mas tem a vida breve&lt;br /&gt;Precisa que haja vento sem parar&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A minha felicidade está sonhando&lt;br /&gt;Nos olhos da minha namorada&lt;br /&gt;É como esta noite&lt;br /&gt;Passando, passando&lt;br /&gt;Em busca da madrugada&lt;br /&gt;Falem baixo, por favor&lt;br /&gt;Prá que ela acorde alegre como o dia&lt;br /&gt;Oferecendo beijos de amor&lt;/p&gt; Tristeza não tem fim&lt;br /&gt;Felicidade sim&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-77716257233906009?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/77716257233906009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=77716257233906009' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/77716257233906009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/77716257233906009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2011/08/tristeza-nao-tem-fim-felicidade-sim.html' title='A felicidade'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-V0WWDyvs__E/TlkS4T2n86I/AAAAAAAAAKc/Z7lB2I6qn1I/s72-c/tom_jobim_180.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-8525311391188238637</id><published>2011-08-27T12:31:00.003-03:00</published><updated>2011-08-27T12:48:30.721-03:00</updated><title type='text'>E do Nada tudo surgiu</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-kZ7gKheMK_k/TlkRQnDuBHI/AAAAAAAAAKU/8_VqbnAQkEY/s1600/bigbang.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 227px; height: 222px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-kZ7gKheMK_k/TlkRQnDuBHI/AAAAAAAAAKU/8_VqbnAQkEY/s320/bigbang.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5645562584945788018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Certa feita estava dialogando com um cientificista sobre a origem do universo, e levantei a possibilidade da criação pelo verbo Divino:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;- E Deus do nada tudo fez pelo verbo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;- Como assim do nada tudo se fez? Esse argumento religioso é falacioso, como do nada tudo apareceu? Até parece a história da carrochinha da arca de noé!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;- Ué, não vejo problemas. Do nada e tudo se fez, e daí?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero comentar sobre isso devido ao grau de seu paradoxo. Do nada tudo se fez é um conceito da física quântica que nos remete inegávelmente ao conceito de eternidade, do incriado, do absoluto que eternamente pulsa.&lt;br /&gt;Porém, saído da seara dos concentos temporais do que o eterno está vinculado, o tempo não é um pulsar eterno, sobre o prisma do ponto lógico. O tempo é uma degradação, uma fragmentação da eternidade. E quanto mais tempo, mais singular se torna o fragmento, constituindo a multiplicidade, o diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do nada tudo se fez. É impossível imaginar isso, mesmo que tal conceito seja válido. Enfim, o que seria o nada? Posso descrever um exemplo: Imaginemos o vácuo absoluto. Um recipiente onde não há abloutamente nada!!! Nem ar, nem pó de nenhuma espécie, sem nenhum tipo de interferncia eletromagnética. Nesse vazio total chei de nada não é ainda o "Nada", pelo simples fato de haver o espaço. O espaço é alguma coisa. O nada não tem espaço, e está fora das categorias do entendimento, está além do espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-8525311391188238637?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/8525311391188238637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=8525311391188238637' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8525311391188238637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8525311391188238637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2011/08/e-do-nada-tudo-surgiu.html' title='E do Nada tudo surgiu'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-kZ7gKheMK_k/TlkRQnDuBHI/AAAAAAAAAKU/8_VqbnAQkEY/s72-c/bigbang.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-2482558572540445184</id><published>2011-08-24T12:28:00.002-03:00</published><updated>2011-08-24T12:33:22.635-03:00</updated><title type='text'>Tudo infinitamente Nada</title><content type='html'>A Substância da realidade é emprestada do vazio infinito, o nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é o aparecer? Deduzir que ele é a natureza do tempo e do revelar transcendental é ao meu ver simplista demais, um clichê popular-acadêmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Donde, enfim, surge o tempo, esse transformar morfo-espacial modular sequencial entrópico? Como poderia haver tempo na eternidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No absoluto, no eterno no espaço infinito, as coisas apenas aparecem. Do nada tudo surge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disso acabam todas as perguntas. Não nos cabe mais entender, mas apenas aceitar.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-2482558572540445184?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/2482558572540445184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=2482558572540445184' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/2482558572540445184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/2482558572540445184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2011/08/tudo-infinitamente-nada.html' title='Tudo infinitamente Nada'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-4259355758076936672</id><published>2010-10-26T22:15:00.002-02:00</published><updated>2010-10-26T22:20:24.967-02:00</updated><title type='text'>O anti-Édipo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_i9qTmMvAEHU/TMdwJWsAC4I/AAAAAAAAAKA/ZHfPoBQHM0M/s1600/anti+edipo"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 184px; height: 274px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_i9qTmMvAEHU/TMdwJWsAC4I/AAAAAAAAAKA/ZHfPoBQHM0M/s400/anti+edipo" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532513973259209602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";color:#ff0000;" &gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=";color:#ff0000;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou comentar em brevíssimas linhas uma sinopse do que entendi numa leve analise do pensamento de Deleuze em seu livro "O anti-Édipo"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deleuze problematiza freud, onde este acreditava ser o fetiche uma expressão neurótica das privações e repressões dos pulsos organicos. Em Deleuze, os fetiches que na historia da humanidade se arquetipa na figura do sagrado, não um problema, mas uim potencializador de encontros. Ele fundamento isso, acredito, no postulado de nós seres humanos, como toda outra criatura, sermos seres de privação na matéria, ou seja, seres desejantes que quer no outro interagir para em si se envontrar e se conhecer. Esses encopntros são agenciados por figuras simbólicas de objetos de desejos até mesmo indiretos, pois até mesmo a sexualidade possui um grau de privação na matéria mesmo que fosse totalmente escancarada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, a vida do home m, a procura por intensidades e encontros é detrerminada pela própria imaginação humana, suas fantasias surgidas pelos seus próprios desejos privados de satisfação. Assim é o desejo, infinito e a satisfação transitória. É a imaginação que forma o ser no mundo, que modela as composiçães humanas, que conduzem a descoberta transcendente do ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso os seres humanos inventam tudo pela sua imaginação. Sociedades, organismos, clubes, times, festivais, políticas, religiões etc. As fantasias sempre estaram inegavelmente com o homem moldando a relação entre os sujeitos em busca de intensidades.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-4259355758076936672?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/4259355758076936672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=4259355758076936672' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/4259355758076936672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/4259355758076936672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2010/10/o-anti-edipo.html' title='O anti-Édipo'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_i9qTmMvAEHU/TMdwJWsAC4I/AAAAAAAAAKA/ZHfPoBQHM0M/s72-c/anti+edipo' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-1854405201304409675</id><published>2010-10-26T22:10:00.000-02:00</published><updated>2010-10-26T22:11:23.901-02:00</updated><title type='text'>"O menor ponto entre dois pontos distantes não é uma linha reta." Einstein</title><content type='html'>AMigos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Einstein só poderia afirmar uma coisa dessa rompendo com a a lógica euclidiana do tempo linear, contínuo e absoluto. Euclides falava mais das formas geométricas para considerações do espaço. O tempo é uma forma intuitiva a priori. Logo, para Euclides, a menor espaço entre dois pontos é uma linha reta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na lógica não euclidiana, o menor espaço entre dois pontos se da quando o objeto de um ponto A desaparece e aparece simultaneamente no ponto B sem gasto de tempo no espaço. Só assim Einstein poderia afirmar tal preceito que se sustenta no postulado de que tempo não é linerar, contínuo e absoluto, ele é relativo, bem como tempo e espaço são a mesma coisa. Ora se para o objeto de A ir para B sem gasto de tempo no espaço, se conclui que tempo e espaço possuem os mesmos atributos, ou seja, o espaço se curva e não o tempo que corre. Louco não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou verdado em teoria da relatividade, mas isso tem me contribuído noutra questão que andei pensando sobre nossa relação de intensidade com o universo. E quanto mais intensidade, mais energia, mais o tempo passa devagar, capaz de curvar o espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luz, pelo que enyendi em Einstein, é a única entidade que se mantém absoluta. Ela transita entre pontos de tempo direrente mas não mudando sua velocidade perante os observadores referenciais de A e B.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda temos muito a considerar no universo. Eu sinto muito que a ciência despreza as questões metafísicas. Tenhamos humildade de reconhecer que nossa relação com o Infinoto não pode ser temporal, mas misteriosamente de intensidades, de energia vital que nos move, recebendo-a como uma dádiva divina. Amamos, tornemos o AMor a intensidade vital da existencia promovendo gozo recíproco. Eis o verdadeiro contato com a substância suprema, que muitos chamam Deus, Uno, Tao, Tupã, etc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meditem sobre isso amigos, é importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;paz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-1854405201304409675?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/1854405201304409675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=1854405201304409675' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/1854405201304409675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/1854405201304409675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2010/10/o-menor-ponto-entre-dois-pontos.html' title='&quot;O menor ponto entre dois pontos distantes não é uma linha reta.&quot; Einstein'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-6691149541063825944</id><published>2010-06-11T17:40:00.000-03:00</published><updated>2010-06-11T17:41:14.691-03:00</updated><title type='text'>O não pensado</title><content type='html'>Pensar a finitude implica chocar-se com seu limite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pensamento pensa apartir do não pensado&lt;br /&gt;se naõ fosse o nao pensando, como pensar além da finitude?&lt;br /&gt;Pensar a finitude implica chocar-se com seu limite&lt;br /&gt;o pensamento debate-se contra seu limite asim como apresa nas garras de seu predador  inclemente&lt;br /&gt;a expereiencia do pensamnto jogando-se contra o seu limite denomina-se tempo pelos mortais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, recuperemos em nós o que há de bom ainda nas ruinas da razao&lt;br /&gt;assim como se faz tursimo as ruinas gregas&lt;br /&gt;façamos incursoes nas sobras dos templo da razao&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Manoel Lopes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-6691149541063825944?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/6691149541063825944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=6691149541063825944' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/6691149541063825944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/6691149541063825944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2010/06/o-nao-pensado.html' title='O não pensado'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-7165202859972896851</id><published>2009-08-22T12:27:00.000-03:00</published><updated>2009-08-22T12:28:41.996-03:00</updated><title type='text'>As origens do Feudalismo</title><content type='html'>Desde a expansão do Império Romano com Julio Cesar, o exército se torna profissional, e um número enorme de funcionários públicos trabalham para manter coeso o Império. Diante disso, o modo de produção romana que se baseava no escravismo, obteve um número considerável de trabalhadores pagos como os soldados e burocratas, o que fez o império ter uma quantidade enorme de ouro circulante na economia, que naquela época, não dispunha de potencialidade produtiva e nem meios de transportes rápidos e eficientes. Isso naturalmente fez inflação e problemas sérios de abastecimento e ordem pública. O imperador Diocleciano aproximadamente por 280 D.c, realizou reformas como a extensão dos exércitos e mudanças na administração como a divisão administrativa de dois Impérios interligados, bem como reformas sociais como a instauração das Guildas que eram instituições ligadas diretamente ao Imperador que controlavam a inflação e protegiam a economia dos especuladores, porém exercidas por um número limitado de pessoas e de transmissão hereditária, e a instauração dos domínios rurais, onde o camponês não poderia mais sair da terra, sendo ele juridicamente pertencente a terra, com a intenção de não comprometer o abastecimento de alimentos e proteger seus preços as oscilações e especulações. Com a paz Romana instaurada principalmente pelo Imperador Teodósio acerca de 390 D.c., há uma falta crônica de escravos no Império, conduzindo a uma inflação latente e angustiante. Nessa época, o Império absorve a mão de obra para os germânicos do norte que trabalhavam por salários mais baixos. A igreja no período de Teodósio também assumiu os instrumentos administrativos do Império, já que o Imperador era católico fervoroso e confidente do Papa Atanásio. Nessas condições, os povos germânicos que eram vizinhos do império Romano, entram em hordas em seus domínios fugindo dos avanços dos Hunos, porém o império não teve tanto poder de resposta devido a insatisfação popular com a miséria, e a população germânica muitas vezes serem neutras com a invasões. Após o colapso do Império no final do século V, os povos bárbaros redefinem o mapa da Europa, sendo que as instituições romanas continuaram em vigência e ajudando os novos governantes a admistrarem seus domínios.  As guildas e as vilas romanas continuaram, sendo posteriormente chamadas de feudos, com o tratado de Vérdum em 843, onde os feudos são passados hereditariamente para as famílias aristocráticas nobres que auxiliam os reis a governarem. Com o ressurgimento das cidades e de um comercio mais dinâmico em meados do humanismo, os velhos problemas de inflação começaram a retornar, mas só não tendo problemas mais sérios devidos as pestes e morticídios generalizados e posteriormente a evacuação para as Américas. Enfim, no início da Idade moderna, as guildas estavam em plena atividade e entrando em choque com a nobreza, iniciando seus atritos. É importante observar que o problema da inflação e especulação era algo tangível ainda. Isso nos induz a perceber que os pensadores do humanismo e da  modernidade não diferiam essêncialmente dos escravistas da antiguidade como Platão, Aristóteles e pensadores romanos. O mundo só vai mudar drasticamente mesmo com a revolução industrial, onde o instituto da escravidão deixará de ser necessária as condições econômicas até então, e o fim do feudalismo em si.&lt;br /&gt;O Feudalismo irá existir como instituição no Sagrado Império até seu colapso institucional após a guerra dos 30 anos, e mantendosse  em seu muribundo governo no chamado Império Austro-Húngaro tendo a confederação Germânica ao norte(ainda em estado feudal) emancipado devido a unificação alemã promovida pelo governo da Prússia, como também na Itália e Rússia, no que importa na Europa. Nas demais nações européias, o feudalismo acabou devido as reformas burguesas e a instauração contínua do liberalismo Laíz-faire, até sua grande crise de 1873 onde os fundamentos burgueses são questionados em suas bases e a formulação de reformas reacionárias de antigos contratualistas absolutistas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-7165202859972896851?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/7165202859972896851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=7165202859972896851' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7165202859972896851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7165202859972896851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2009/08/as-origens-do-feudalismo.html' title='As origens do Feudalismo'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-5324566217734434961</id><published>2009-07-13T23:36:00.002-03:00</published><updated>2009-08-26T14:36:10.703-03:00</updated><title type='text'>Os intelectuais tem vergonha de falar de Deus</title><content type='html'>29/06/09 Falar de Deus não é o tema preferido em uma conversa considerada inteligente, entre homens que se consideram inteligentes.&lt;br /&gt;Se você começa a falar de Deus, das escrituras reveladas e dos santos devotos de Deus, esses intelectuais ateus parecem ficar envergonhados de ouvir essas descrições. Ou seja, é difícil abordar um intelectual para falar de Deus, principalmente em público.&lt;br /&gt;Além do ateísmo fomentado por séculos por uma teologia elementar com base na leitura superficial da escritura judaico-cristã, o próprio religionismo ocidental falhou em atrair a mentalidade de pensadores mais profundos do que a regra geral da sociedade humana.&lt;br /&gt;Por isso, temos hoje em dia pregadores do ateísmo, como o biólogo darwinista Richard Dawkins, autor do livro “Deus, um delírio”. Isso porque o raciocínio racional da mentalidade científica consegue oferecer uma visão aparentemente real do universo e de toda a criação que investigam com seus instrumentos de aumento e aproximação cada vez mais sofisticados.&lt;br /&gt;O fato é que, diante dos descalabros praticados por séculos em nome da religião, em nome dos “profetas” e “messias”, os homens dotados de uma mente mais aberta e uma inteligência questionadora acabam por se afastar do religionismo predominante no Ocidente. Alguns deles, inquietos com a percepção subjetiva de que “tem” de existir um ser superior pensante por trás do complexo, refinado e inteligente design cósmico, um Criador para todas as coisas extraordinariamente perfeitas que encontram em sua observação micro e macroscópica do mundo material, acabam por ir procurar uma experiência religiosa em outras doutrinas místicas que sobreviveram à tirania da igreja romana exercida no Ocidente por séculos com mão de ferro e muitas fogueiras e cruzadas assassinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visão do mundo por alguém que está dentro do mundo, a a visão daqueles que conseguiram abrir a porta que leva a consciência humana a transcender os limites do material e adentrar nos planos de consciência puramente espirituais.&lt;br /&gt;E mais, trata-se da visão do ponto de vista do próprio Criador. Para compreendê-la, precisamos compreender como funciona a consciência de Deus, ou Consciência de Krishna. Desde esse ponto de vista original, os conceitos e verdades dos textos védicos assumem proporções inimagináveis para a mente humana. Sim, com o que a mente humana pode nos oferecer, ficamos limitados a um campo muito restrito e condenados a uma visão inferior da realidade como um todo —isso porque os sentidos materiais de percepção da realidade são muito imperfeitos e limitados no escopo da percepção. Quando obtemos a consciência de Krishna de um devoto puro dEle, tornamo-nos capazes de enxergar a Criação do ponto de vista do Criador.&lt;br /&gt;Ao tentarmos nos aproximar dos Vedas, estamos nos dirigindo ao infinito. Nós somos finitos e não temos vergonha de pensar que oferecendo apenas um pedacinho de nossa finitude estaremos tentando obter o infinito?&lt;br /&gt;O intelecto humano é limitado ao extremo e não serve como ferramenta para abordarmos o que se situa além da sua própria capacidade cognitiva.&lt;br /&gt;“O Infinito não seria infinito se não pudesse se dar a conhecer ao finito”, também nos ensinou Srila Sridhar Maharaj. Assim, é o infinito e não nós, seres finitos, quem decide a quem vai se revelar. Não podemos entrar como penetras no plano do infinito. Mas se ele nos escolher e desejar que o vejamos e compreendamos, isso não poderá deixar de acontecer.&lt;br /&gt;Krishna é o Deus Infinito e Ele decide quando e a quem Ele deseja se dar a conhecer. Este argumento é indiscutível. O Senhor Supremo Se reserva o direito de só Se dar a conhecer àqueles que se aproximam dEle com afeto, amor, ou seja, com os olhos untados do unguento do amor (premanjana chchurita bhakti vilochanena...)&lt;br /&gt;Depois dessa experiência, os intelectuais que obtiverem a Consciência de Krishna só sentirão vergonha de uma coisa: de ter sido tão ignorantes negando a grandeza da experiência religiosa transcendental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bhuvana.com.br/www.bhuvana.com.br/cartas/Entries/2009/6/29_Vergonha_de_Deus_-_Bhuvana_Mohandas.html"&gt;http://www.bhuvana.com.br/www.bhuvana.com.br/cartas/Entries/2009/6/29_Vergonha_de_Deus_-_Bhuvana_Mohandas.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-5324566217734434961?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/5324566217734434961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=5324566217734434961' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/5324566217734434961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/5324566217734434961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2009/07/os-intelectuais-tem-vergonha-de-falar.html' title='Os intelectuais tem vergonha de falar de Deus'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-3558788464081597834</id><published>2009-07-13T23:00:00.001-03:00</published><updated>2009-08-22T12:36:48.514-03:00</updated><title type='text'>O FARDO -OSHO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_i9qTmMvAEHU/SpAQg_ApJOI/AAAAAAAAAJs/MLFca_NLHIk/s1600-h/Osho.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372812514308990178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 122px; CURSOR: hand; HEIGHT: 131px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_i9qTmMvAEHU/SpAQg_ApJOI/AAAAAAAAAJs/MLFca_NLHIk/s400/Osho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A verdadeira vida de um homem é o caminho no qual ele se desfaz das mentiras que lhe foram impostas pelos outros. Desprovido das roupas, nu, ao natural, ele é aquilo que é. Trata-se aqui de ser, e não de vira ser. A mentira não pode transformar- se na verdade, a personalidade não pode transformar- se na sua alma. Não existe maneira de transformar o não-essencial em essencial. O não-essencial permanece não-essencial, e o essencial permanece essencial - eles não são conversíveis. Esforçar-se pela verdade só vai criar mais confusão.&lt;br /&gt;A verdade não precisa ser conquistada. Ela não pode ser conquistada, pois já está aí. Apenas a mentira é que precisa ser descartada. Todos os anseios, propósitos, ideais e metas, todas as ideologias, religiões e sistemas de aperfeiçoamento, de melhoramento, são mentiras. Cuidado com tudo isso. Reconheça o fato de que do jeito como você é agora, você é uma mentira, resultado de manipulação, produzido pelos outros. A busca da verdade é de fato uma distração e um adiamento. É a fórmula encontrada pela mentira para disfarçar-se. Olhe a mentira de frente, examine a fundo a falsidade que é a sua personalidade. Pois encarar a mentira é parar de mentir. Deixar de mentir é desistir de buscar alguma verdade - não há necessidade disso. No momento em que desaparece a mentira, ali está a verdade em toda a sua beleza e esplendor. Encarando-se a mentira ela desaparece, e o que fica é a verdade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-3558788464081597834?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/3558788464081597834/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=3558788464081597834' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/3558788464081597834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/3558788464081597834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2009/07/o-fardo-osho.html' title='O FARDO -OSHO'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_i9qTmMvAEHU/SpAQg_ApJOI/AAAAAAAAAJs/MLFca_NLHIk/s72-c/Osho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-5572291562085266376</id><published>2009-05-06T19:22:00.001-03:00</published><updated>2009-05-06T19:24:31.970-03:00</updated><title type='text'>Inscrição do templo de Delfos</title><content type='html'>«Advirto-te, sejas quem fores...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu! Que desejas sondar os arcanos da Natureza, se não encontras dentro de ti aquilo que procuras... tampouco o poderás encontrar fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ignoras as excelências da tua própria casa, como poderás encontrar outras excelências?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em ti se encontra oculto o tesouro dos tesouros!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homem!... Conhece-te a ti memso e conhecerás o Universo e os Deuses.»&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-5572291562085266376?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/5572291562085266376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=5572291562085266376' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/5572291562085266376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/5572291562085266376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2009/05/inscricao-do-templo-de-delfos.html' title='Inscrição do templo de Delfos'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-4491047431170606476</id><published>2009-04-03T14:41:00.007-03:00</published><updated>2009-04-03T23:14:18.184-03:00</updated><title type='text'>O mito de Adão e Eva em relação a reminiscência platônica</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_i9qTmMvAEHU/SdZKh2fGFtI/AAAAAAAAAJk/OWjhUQw_Lkg/s1600-h/Adao+e+eva.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320521955206895314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 126px; CURSOR: hand; HEIGHT: 113px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_i9qTmMvAEHU/SdZKh2fGFtI/AAAAAAAAAJk/OWjhUQw_Lkg/s400/Adao+e+eva.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Platão era um filósofo. A filosofia sempre nos leva ao conhecimento esotérico a descoberta de nós mesmos e nós no Universo. Nesse sentido, não existe muita diferença entre a cosmogonia mítica e a filosofia, pois a última possui o logos e mesmo assim se preocupava com o homem no mundo.&lt;br /&gt;Entre os comentadores de filosofia e mitos, é comum dar uma explicação superficial e até esteorotipada e até enciclopedicada do sentido de um mito, fazendo se perder o sei ideal. O mito é uma explicação profunda e ideológica pelo sentido do sers da existência e sua finalidade axiomática, porém imaturamente sem o logos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mito de Adão e Eva contido no livro de Genesis, na bíblia, é um dos mitos mais incompreendidos ontologicamente, seja sendo simplificado demais pelos religiosos sem muitas preocupações metafísicas e fundamentais ou negado e ultrajado pelos céticos e ateus de carteirinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou tentar aqui expor conforme minha intuição, entender o significado desse mito de proporções místicas de quase teor filosófico na proposta de felicidade e realização sincera da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus, a pura força espiritual, a Consciência Suprema, retira de si mesmo o Verbo e fez a luz. Depois disso, os demais entes foram criados e por fim o homem, ser muito importante dessa criação do qual Deus fez fecundando com seu sopro o barro da terra.&lt;br /&gt;Deus fez a mulher ao homem para que esse não ficasse só, pois o homem, imagem e semelhança de Deus, necessitava de uma mulher para fecundar como Deus fizera com a terra concebendo a Adão.&lt;br /&gt;Tudo era perfeito nesse mundo, e Adão e Eva viveram de forma plena no ápice da comunhão com Deus e nirvana. Deus é feliz por sua criação que recebe seu amor e se sente feliz também por isso.&lt;br /&gt;Mas uma coisa havia no jardim da perfeição, o Éden, que era a sabedoria do bem e do mal.&lt;br /&gt;O mal é um Elemental que existe entre os digestos de Deus, razão no qual a mente das criaturas não podem entender o porque de sua origem, como não podem entender a própria origem da pleni-existência de Deus.&lt;br /&gt;Deus advertiu a Adão que não comesse do fruto senão certamente morreria. O conhecimento do mal, então, era a morte. A morte que é má é um elemento necessário a manutenção temporal do universo, no qual Deus reservou o homem puricidado dos seus efeitos somáticos no devir cósmico.&lt;br /&gt;Eva seduzida pela serpente, sugerindo uma ilusão de que ao conhecer a morte, não morreria de fato, mas seria igual ao Eterno, prova do fruto e lhe dá a Adão desfrutar de seu mortal sabor.&lt;br /&gt;O homem então, primeiramente morre em seus sentimentos de união com Deus, onde os dois se escondem e sente vergonha. Adão, com o sentimento de culpa que lhe esconde a felicidade de si mesmo, diz a Deus:”foi a mulher que me destes.” Num ato de blasfêmia e inverdade contra o criador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte logo atinge seu segundo estágio no homem. O Éden se torna estéril, pois a morte atinge a capacidade do homem sentir a perfeição e dela colher frutos divinos. É morte espiritual onde o homem morre para a plenitude do paraíso para ter agora que trabalha para viver, sofrer para vencer a morte, o mal que ele é conhecedor inconteste.&lt;br /&gt;O terceiro e último estágio é a morte do corpo, onde Adão e Eva esgotam o animus diante do mal e voltam ao pó de onde vieram, anteriormente feitos para viverem para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontologia do mito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poético canto do fruto do bem e do mal do jardim do Éden tem uma equivalência arquétipa com a filosofia de Platão, como no Mito da Caverna, e a teoria da reminiscência, como no rio Lethes, do Hades, na mitologia grega sobre a transmigração das almas, obtida os cultos órficos-pitagóricos que vieram a influenciar a Platão.&lt;br /&gt;A alma que transmigra e reencarna, bebe ou não da fonte do rio Lethes que faz esquecer de si mesmo aquele que o ingere. As pessoas que bebem da fonte são aquelas dominadas pelas paixões idólatras, pois quando a dor e o desespero de existir não é superado devido a dor gerada pela paixão frustrada ou perdida, preferem esquecer e recomeçar tudo, ignorando a perfeição e o aprendizado com seus próprios erros.&lt;br /&gt;Os que preferem uma vida serena e de auto-descoberta transcendental nos infinitos mundos que se sobrepõe, a alma não toma da fonte do esquecimento, preferindo a verdade, a idéia, o não esquecimento(Alethéa), reencarnando com entendimento sobre o verdadeiro sentido de existir, adquirido na contemplação do ideal perfeito revelado no Hades.&lt;br /&gt;Voltado aos hebreus, quando Adão come do fruto, ele decai, ele se esquece de como ser feliz devido a sua culpa e também a morte que traga.&lt;br /&gt;A morte é entrópica e irreversível. Ela é o mal absoluta que tira todas as esperanças de se viver em plenitude. O homem não pode amar intensamente sua vida por medo de perde-la em algum sinistro da vida, como a velhice, e atormentado pelo medo, o amor para com a mulher não se torna sublime como outrora, onde o orgasmo não mais alcança seu ápice ao infinito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mito hebreu então, estar nesse mundo onde agora o homem precisa trabalhar para retardar a morte e extrair a escassa felicidade, é o mundo do esquecimento, no qual Deus, sendo a vida, chama ao homem lhe dizendo seu projeto de fazer com que o homem relembre ser feliz, relembre como deixar fluir a totalidade de sua vontade sem culpa ou apego a algum ídolo que substitua o sentido ideal de ser , relembrando que somente amando a Deus que é eterno, a morte não o vencerá, usando da própria sabedoria adquirida agora, porém de modo reverso, na procura de reconhecer a vida, provar do bem e felicidade esquecida, e se deixar fluir novamente com a presença divina que lhe tira o sentimento de culpa, o medo da morte e a liberação total no alcance do prazer divino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por todos esses elementos expostos, que eu acredito ser o mito de Adão e Eva um mito místico transcendental de profundo sentido esotérico, mostrando que a felicidade, como dizia Platão, não está somente na sensibilidade da percepção aparente no qual não mostra o realidade do ser, mas num alcance transcendental ao ideal supremo.&lt;br /&gt;Não temos a contemplação perfeita do Ser devido as paixões idólatras que conhecemos sob o fruto da morte, que por sua natureza sedutora, por seu mistério, conduz ao homem a experiências cósmicas antecipadas, inesperadas e fatais.&lt;br /&gt;O mito, tentando demonstrar a natureza do sofrimento de existir, não o faz de forma tosca e supersticiosa, mas nos envolve em tal conjuntura de sentimentos que de forma verdadeira, demonstra simbolicamente que a natureza do sofrimento humano está no esquecimento do transcendental, no desprezo pelo auto-conhecimento, no apego a idolatrias que são meias verdades porém sedutoras por seu mistério, muitas vezes oculto pelo fato do homem decaído ser esquecido do perfeito ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zoomorfismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No gênesis, a serpente não é apresentada ao leitor como um espírito mal. Se fosse, ela seria desde já nomeada como Satanás, inimigo lendário na saga bíblica. Mas porque tal zoomorfismo no relato poético da bíblia?&lt;br /&gt;Ora, eu entendo ser uma questão de períodos históricos no qual o povo hebreu vivenciou. Esse povo é natural da Mesopotâmia, onde os hebreus praticavam o culto a vários deuses, porém, sendo com Abraão, conforme a bíblia, o apego ao monoteísmo.&lt;br /&gt;Foi Moisés quem escreveu o Pentateuco, e acredito, fazendo as devidas depurações dos entes mitológicos de seus primos semitas. Porém, o arquétipo da serpente é uma evidencia de que os hebreus possuíam em sua origem remota, as mesmas crenças que o zoodíaco Sumério.&lt;br /&gt;Uma outra evidência é a própria presença do calendário zoodíaco para marcar as eras do povo hebreu. Por exemplo:&lt;br /&gt;Adão e Eva representam o signo de Gêmeos, onde esse ciclo termina com Caim e Abel e iniciando na ordem do calendário, a era de Touro. A era de Touro termina com Moisés e com a lei dos Dez mandamentos, onde o bezerro de ouro decai no abismo marcando seu fim. Iniciasse então a era de Áries ou carneiro, onde Deus revela os rituais de expiação dos pegados no sacrifício do carneiro no Tabernáluco do Senhor.&lt;br /&gt;A era de Áries termina com Jesus Cristo, o cordeiro de Deus que morreu por nossos pecados. Inicia se então a era de peixes. O símbolo do cristianismo é o peixe, como Pedro, o pescador de homens.&lt;br /&gt;E por último Aquário, onde ciclicamente viria o Senhor Jesus julgar as nações e arrebatar os eleitos para viverem imersos na plenitude do paraíso. Aquário é representado por um homem que derrama água de um tipo de balde ou jarro. Isso pode ser associado com o derramamento da ira de Deus. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A serpente, por sua vez,  representa as entranhas da terra anímica, onde a astúcia da serpente hipnotiza a Eva como faz com suas vítimas na sua cadeia alimentar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-4491047431170606476?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/4491047431170606476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=4491047431170606476' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/4491047431170606476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/4491047431170606476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2009/04/o-mito-de-adao-e-eva-e-reminiscencia.html' title='O mito de Adão e Eva em relação a reminiscência platônica'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_i9qTmMvAEHU/SdZKh2fGFtI/AAAAAAAAAJk/OWjhUQw_Lkg/s72-c/Adao+e+eva.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-366789164024772309</id><published>2009-04-01T03:01:00.001-03:00</published><updated>2009-04-01T03:03:55.396-03:00</updated><title type='text'>A vontade, a ética e o ideal</title><content type='html'>A ética como todos os outros assuntos da filosofia não escapa a metafísica. Vou tentar expor o porque.&lt;br /&gt;O homem possui vontade. A vontade não pertence a razão, mas é um pulso cósmico no qual nossa consciência é seu invólucro.&lt;br /&gt;A vontade é infinita, pois todos os objetos de seu alcance possuem a pergunta do porque de serem desejados. A vontade nunca para de querer. Logo, a vida do homem é uma angústia constante de desejo.&lt;br /&gt;Mas o que é vontade propriamente dita? Parece ser um termo um pouco difuso para conceitualizar essa pulsação cósmica.&lt;br /&gt;Eu entendo que o homem tem vontade de prazer, vontade do ápice do prazer, o orgasmo. Essa é a natureza da vontade que pulsa a direção do homem em busca de suas realizações, e por conseqüência a civilização como contrato social.&lt;br /&gt;Mas a vontade pura, é selvagem e egoísta e sem o devido freio suas paixões devastam o seu meio ambiente. Pois é assim o mesmo vida na floresta, ordem não há e os animais vivem caçando uns aos outros, não há provisões, não há paz nem lei que garanta a vida. As plantas disputam freneticamente o espaço ao sol, sobrevivendo os mais fortes até que esses sejam derrotados. Não há tranquilidade na selva senão morte constante.&lt;br /&gt;Entre os homens, através de sua consciência, determinaram a moral,ética e a lei como institutos de limite da vontade individual em favor da vontade coletiva.&lt;br /&gt;Assim nasce o princípio de eqüidade, de justiça, do direito, onde essa cultura organiza a sociedade limitando numa justa medida o impulso da vontade.&lt;br /&gt;A questão de vontade e lei é amplamente trabalhada na filosofia e no direito propriamente dito, sendo a ética e sua variante e a política onde se discute a validade e a efetividade da ética, moral e a lei, determinando a organização do trabalho na sociedade, do trato pessoal com os outros e com o coletivo etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir disso chego numa questão elementar da metafísica da étic,a que é o ideal. Ele é o ápice do tratado político que trata sobre a ética sobre como a sociedade poderia se organizar para alcançar a felicidade suprema, o Sumo bem. Qual o ideal para se viver? Ao relembrar Platão, podemos ter um conceito do que seja o ideal na alegoria do mito da caverna que todos já devem saber do que trata.&lt;br /&gt;Platão diz que o ideal é algo perfeito e que está dado no universo, senão efetivamente está abstratamente no mundo dos ideais. Esse mundo é perfeito e belo matemáticamente falando. Seus parâmetros são eternos e universais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, os homens em geral não contemplam a natureza ideal do cosmos, vivendo apenas no mundo das aparências imperfeitas, não se perguntando pelo perfeito. As pessoas não vivem a plenitude de sua vontade, mas sofrem por estarem presas em suas crenças, em seus ídolos, em seu ego inflado que lhes cega o contemplar do perfeito.&lt;br /&gt;O ídolo é o contrário de idéia, é uma forma imperfeita daquilo que É. O mundo ideal está num nível superior a dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu entendo nesses conceitos metafísicos que se o homem perceber que o mundo em que vive é mera aparência imperfeita do ideal, ele estará pronto a transcender a busca do que é perfeito. Nesse momento, sua ética será moldada a ponto de poder fazer sua vontade verter com mais intensidade no ápice do orgasmo, num legítimo estado de adoração com o Ser perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ética e espiritualidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme minha análise sobre a entropia do Universo, a natureza da origem do Universo é um paradoxo insolúvel. O Universo move o todo, e o todo múltiplo aspira sua potência perpétua. A vontade é uma emanação direta da potencialidade divina no qual o ideal nos mostra o caminho do não-esquecimento, quando a imperfeição gnóstica ofuscar a mente no esquecimento, perdição de si mesmo.&lt;br /&gt;A busca pelo ideal é uma busca espiritual pelo ápice do prazer, máxima emanação da vontade e sentido perfeito de ser do pulso cósmico que é a vontade.&lt;br /&gt;Espiritualidade é o exercício de transcender também na percepção sobre a físico-material do mundo, pois a realidade material também é uma aparência imperfeita do Ser.&lt;br /&gt;Logo, um dos procedimentos que conduze-nos a perfeição é o estudo da matemática, pois esta, uma derivação perfeita da lógica(logos) faz-nos contemplar as verdades eternas e universais, nos ajudando a reconhecer o logos do mundo e transcender a adoração do que é perfeito e maravilhoso Ser enquanto Ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sto Agostinho, apesar de ser cristão e estar preso a certos dogmas mitológicos da cosmogonia judaica, conseguiu expressar um belo tratado de espiritualidade que é mais ou menos assim:&lt;br /&gt;Amor é desejar, então amor é estar angustiado por querer o que não tem. Mas o homem que ama pode alcançar o bem que almeja e que supra a vontade. O Amor então se transforme decerto modo em posse, no qual o homem agora teme em perdê-lo, perpetuando a angustia. O homem sabe que vai morrer, e a morte é o mal maior, o prejuízo absoluto que nos tira o bem que temos.&lt;br /&gt;Então para Agostinho não há como ter uma felicidade ideal amando as coisas do mundo, senão amando a Deus que é eterno e não morre. Deus que é a vida e fonte de todos os bens.&lt;br /&gt;Agostinho nesse sentido nos mostra que o amor as coisas espirituais são superiores as coisas materiais que são meras cópias do que é perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso entendo que aquele que analisa com seriedade a filosofia, amando a verdade acima de tudo, saberá que a filosofia é uma busca esotérica de ser feliz, de se enquadrar perfeitamente com o ritmo cósmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluo esse texto com a inscrição do templo de Delfos que acredito estar em sintonia intelectual com o que disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Advirto-te, sejas quem fores...Tu! Que desejas sondar os arcanos da Natureza, se não encontras dentro de ti aquilo que procuras... tampouco o poderás encontrar fora.Se ignoras as excelências da tua própria casa, como poderás encontrar outras excelências?Em ti se encontra oculto o tesouro dos tesouros!Homem!... Conhece-te a ti memso e conhecerás o Universo e os Deuses.»&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-366789164024772309?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/366789164024772309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=366789164024772309' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/366789164024772309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/366789164024772309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2009/04/vontade-etica-e-o-ideal.html' title='A vontade, a ética e o ideal'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-7548376345877610803</id><published>2009-03-28T01:18:00.000-03:00</published><updated>2009-03-28T01:19:32.832-03:00</updated><title type='text'>A Escravidão histórica sucedida pelo trabalho assalariado</title><content type='html'>Em sete mil anos aceitos da história da civilização, me fiz uma pergunta: Por que em 6850 anos o mundo conheceu o modo de produção escravista, e nos 150 dos dias atuais, o modo de produção mudou para um trabalho livre e assalariado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de divagar sobre a resposta, farei uma explanação sobre os conceitos filosóficos da economia que estão por detrás da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kant disse que a busca do entendimento dos fenômenos no mundo se faz antes com juízos a priori sobre o mundo como tempo, espaço e causalidade. As leis da física são dados a priori a qualquer observação, e são através dela que se constroem verdades científicas, no quais essas também se tornam um juízo que também se chama conceitos  a priori na observação dos fenômenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na economia que é considerada hoje uma ciência se estipula também conceitos a priori, como a lei da vontade, oferta e da procura, lei de Say, lei do trabalho etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na lei da oferta e da procura, que considero um dos mais importante na interpretação dos fenômenos econômicos, se delimita o valor das coisas, sendo valiosas quando muito procuradas  tornado-as escassas, ou de preços baratos por haver muita oferta delas ou pouca procura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Práxis da teoria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como podemos associar então os conceitos econômicos no tema proposto por esse texto? Vou tentar explicar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da revolução industrial, o modo de produção era lento bem como o transporte que também não possuía muita capacidade de carga, o que tornava tudo muito caro.&lt;br /&gt;Se houvesse um aumenta na renda per – capita de uma sociedade antiga, por exemplo, haveria um enorme problema com inflação, pois, com o aumento da renda, a população consumiria mais, porém, o sistema produtivo não acompanharia a demanda. A solução desse problema era muitas vezes resolvido na captação de mais escravos para o aceleramento produtivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um modo de produção assalariado era algo impraticável na antiguidade e nas outras eras onde não havia a indústria mecanizada,  pois o trabalho assalariado causa o fenômeno do crescimento exponencial da produção, ou seja, o trabalhador assalariado gasta seu salário com compras, gerando mais “empregos” que por sua vez gastaram também gerando mais rendo e etc. Porém, como na antiguidade não havia técnicas de produção eficazes, o devido crescimento exponencial deixaria a inflação em índices elevadíssimos, desestimulando o trabalho operário, pois se há muita gente com dinheiro na mão mas sem produtos para comprar, as coisas, devido a sua procura, então tendem a aumentar o preço a quem possa pagar mais, conforme a lei da oferta e da procura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por essa razão que o trabalho escravo era uma imposição de uma classe dominante ou uma nação vitoriosa sobre as outras com o intuito de produzir o necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, as razões principais da queda do império romano foi a falta de escravos devido a pax-romana e a ética cristã, fazendo com que a sociedade pagasse pelos serviços requeridos. Outro motivo foi o aumento do efetivo do exército. Esses fatos fizeram com que a economia inflasse com moeda corrente, fazendo os preços aumentarem, colocando Roma numa situação de miséria nunca antes vista em sua história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Europa medieval, a economia não sofria esses reveses devido a própria inexistência de comércio, e no mundo árabe e bizantino os preços e o comércio era fortemente controlado pelas corporações de ofício no qual eram subordinadas diretamente aos soberanos, o que não diferia muito do sistema de servidão.,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a formação dos estados absolutos e o mercantilismo e em conseqüência o aquecimento da economia, uma pressão inflacionária assolou a Europa, mas as tensões eram sempre atenuadas com a ida de contingentes ao novo mundo e a emissão de subsídios com o trabalho escravo desse a Europa, deixando os preços sempre sobre um patamar aceitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O império turco Otomano a partir da era moderna, começou a declinar constantemente devido ao modo de produção escravista, com escravos cada vez mais escassos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante lembrar também que o comércio na antiguidade até a revolução industrial se realizava quase que exclusivamente nas cidades portuárias. Era um comércio pequeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a revolução industrial, o desenvolvimento da produção agrícola, de manufaturas e dos meios de transporte tornou a produção mais eficaz. Antes, na industria têxtil, com 100 costureiras se fazia 50 peças de tecido. Depois, com uma costureira treinada a mexer com um tear mecânico, produzia em um dia 100 peças de tecido. No meio de transporte o navio a vapor levava 100 vezes mais que uma caravela, e com a metade do tempo gasto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na revolução industrial então, produziu uma quantidade de bens nunca antes conhecida na história conhecida, estimulando banqueiros a fomentarem o capitalismo que se fundamentava no trabalho assalariado que por sua vez, gerava uma produção de riquezas de forma exponencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, na segunda revolução industrial, o mundo conheceu uma produção de riquezas fantástica. A revolução industrial foi o divisor de águas na era da história, na ordem de importância do que foi a invenção da escrita para a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os filósofos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês podem notar, caros leitores, que a época antiga comparada com a época das luzes na Europa não diferia muito em estrutura. A escravidão era amplamente aplicada pelos motivos acima expostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, os filósofos das Luzes, como Russeau, Kant, Hobbes, Locke, Maquiavel etc, não diferem de forma significante dos filósofos romanos e gregos, pois todos contemplavam o mesmo tipo de economia. Os filósofos das luzes nada mais são do que revisores de conceitos da “coisa pública” resgatado do direito romano, bem como a delimitação da racionalidade, diante da nova sociedade emergente que suplantava a idade média, onde os conceitos de civilidade, de direito não existiam, bem como método científico inexistia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas foi com o advento da revolução industrial onde foi necessário novos filósofos que interpretassem os novos fenômenos aparentes como o monetário, a liberdade diante das profundas transformações sociais sofridas. Exemplos disso é Adam Smith, David Richard, Thomas Maltus, Karl Marx, Husserl e tantos outros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-7548376345877610803?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/7548376345877610803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=7548376345877610803' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7548376345877610803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7548376345877610803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2009/03/escravidao-historica-sucedida-pelo.html' title='A Escravidão histórica sucedida pelo trabalho assalariado'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-1842008809143440231</id><published>2009-03-20T15:09:00.002-03:00</published><updated>2009-03-20T16:12:57.445-03:00</updated><title type='text'>Onde está o dinheiro?</title><content type='html'>No fenômeno da crise, onde está o dinheiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fenômeno econômico, a meu ver, é muito fácil de entender. A dificuldade está em interpretar a verbarrogia do economiques, muitas vezes inúteis para ajudar a entender o sentido profundo do acontecer no mundo.&lt;br /&gt;Todos nós estamos informados que o mundo sofre o flagelo da crise econômica iniciada com o estouro da bolha imobiliária dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;As doutrinas econômicas tem-se culpado umas as outras pela recessão. Os neoliberais culpam Alan Greespan, presidente do Federal reserve na era Clinton de forçar empréstimos a juros baixos para financiamento de imóveis populares diante dos preços elevados de aluguéis naquele país e demais atos de populismo como gerar empregos etc, demonstrando que as intervenções estatais na economia sempre tem conseqüências trágicas como a crise gerada pelo super-crédito.&lt;br /&gt;Os keynesianos por sua vez, culpam os neoliberais, de que as crises, as oscilações e especulações são devidos da falta de controle do estado diante especuladores que abalam sistemas políticos ao sabor de sua ambições .&lt;br /&gt;Os marxistas e neofascistas, apesar de serem um contra o outro, ambos atacam neo-liberais e keynesianos, sugerindo um estado forte e controlador.&lt;br /&gt;Mas enquanto ninguém chega a um acordo, uma pergunta que muito intriga. Onde está o dinheiro? Já ouvi diversos economistas e sociólogos na TV e revistas e todos dizem de uma forma generalizada que o dinheiro “secou” na fonte, como se ele tivesse desaparecido do sistema. Tudo não passa de uma baita confusão que colocam na mente do povo explicando conceitos econômicos pela metade, algo típico nos méios de comunicação onde não há profundidade nenhuma em discussões.&lt;br /&gt;O dinheiro, é óbvio, está no sistema bancário brasileiro que guarda o dinheiro das pessoas. Ha aproximadamente 40 trilhões de reais ativos em moeda escritural no sistema bancário, fora as reservas em moeda de outros países, ouro, prata etc.&lt;br /&gt;É importante notar que o dinheiro nunca sai do banco. O dinheiro que circula em nossos bolsos e carteiras não passa de “troquinhos”. A moeda impressa no Brasil que circula é de aproximadamente 90 bilhões de reais. Todo o resto do dinheiro se chama moeda escritural, que se manifesta na sociedade em formas virtuais nos computadores, em títulos, em cheques ou mesmo com esse próprios 90 bilhões de dinheiro impresso que a todo momento entram e saem do banco com os depósitos e saques das pessoas.&lt;br /&gt;A lógica da crise então se consiste no simples fato de todo esse dinheiro não estar circulando. E isso se deve pelo fato dos juros estarem altos.&lt;br /&gt;Quem sofre com o esfriamento da economia nunca são as grandes corporações, mas o pequeno e médio empreendedor e o trabalhador assalariado. Ora, como eu posso sustentar isso? É simples. Vejam: Se o sistema bancário brasileiro possui 40 trilhões de reais no qual sempre aumenta anualmente com o PIB, alguma empresa deve estar com boa parte desse dinheiro? Mas quem? Ora, é fato que o dinheiro não está circulando bem devido aos juros altos, mas o dinheiro então só pode estar nas mãos das grandes corporações.&lt;br /&gt;É estranho o conceito em que as grandes companhias possuam problemas financeiros pela seguinte lógica: Elas devem pagar seus fornecedores, mas esses fornecedores também devem pagar os seus, e esses por sua vez também. Ou seja, o dinheiro sempre tem um piso de circulação para novamente estar em mãos dos quem dominam o sistema produtivo, que são as corporações, que são na realiade, comglomerados de trustes bancários e de grandes investidores. Por isso, levanto uma questão: Como um banco pode quebrar, pelo fato dele emprestar dinheiro e podendo emprestar a ele mesmo, e sendo fato também que ele é acionista das grandes corporações?&lt;br /&gt;Talvez a crise seja mesmo crise pelo fato da imprensa sempre amedrontar as empresas e pessoas devido ao um futuro inserto, e essas empresas e pessoal começam a cortar despesas para criar uma reserva para a crise, porém, potencializando a crise, pois se ninguém mais comprar, ninguém irá vender, não é lógico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão da inflação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa questão tem sido tema de preocupação dos governos dos países na década de 90, devido aos problemas inflacionários da década de 80 causados pela crise do petróleo da década de 70.&lt;br /&gt;A política econômica de Substituições de Importações iniciada pelo governo Getúlio Vargas depois de 1930 amplamente praticada na história brasileira a partir dessa data, porém em franco fracasso da política econômica do governo Sarney e nos planos malucos e do mesmo intuito heterodoxo do governo Collor de bloquear os ativos de pessoas físicas, demonstrou ao Brasil a proposta neoliberal de controle da inflação.&lt;br /&gt;Com a política neoliberal de esquerda do governo FHC, (como ele se auto-intitula), agiu de várias maneiras para conter a alta dos preços no país, como a elevação dos juros, aumento dos impostos, aumentar o superávit primário, valorizar o real e abrir as alfândegas, o que caracterizou o Plano Real, que era de caráter recessivo.&lt;br /&gt;Com a moeda estabilizada, o governo FHC decidiu que a economia deveria crescer de forma lenta, baixando os juros e os impostos progressivamente.&lt;br /&gt;No governo Lula, a mesma política foi adotada, agora porém de forma mais determinada, resolver fazer o país se aquecer economicamente de novo, porém com um crescimento de 4% ao ano. Mas porque dessa decisão?&lt;br /&gt;Ora, como as pessoas que mexem com o comércio e produção bem sabem, não adianta liberar crédito e dinheiro na sociedade se não há produto para comprar. Para se dobrar a capacidade de produção e o devido estoque, demora aproximadamente um ano. Mas para alimentos em geral, se leva dois anos, além da falta de mão de obra especializada para atender o crescimento do país, bem como a oferta de energia elétrica e madeira para caldeiras em geral.&lt;br /&gt;A classe produtiva, bancos e serviços, logo, devem possuir uma confiança no governo para apostarem em fazer estoques para um comprador certo prometido desse nesse crescimento econômico.&lt;br /&gt;Um outro fator do crescimento lento da economia era a observação de um estouro na bolha do setor de crédito de imóveis americanos feita por agências de economia do mundo. Um crescimento mais acelerado se pressupões o endividamento da população. A crise seria muito pior então se essas dívidas maiores fossem contraídas.&lt;br /&gt;Outro exemplo na história que justifique as atitudes seguras e até recalcadas do governo Lula é o que aconteceu com a Argentina recentemente. Depois da recessão econômica sofrida a sete anos atrás, esse país resolve dar um impulso econômico, crescendo aproximadamente 7% a 8% ao ano. Porém, um país que ficou cerca de dois a três anos em recessão, desestimulando a produção interna, logo, não tem o que vender num surto de crescimento, gerando inflação. A medida do governo Argentino foi a de tabelar os preços, causando uma falta generalizada de produtos, até mesmo e gasolina.&lt;br /&gt;Na China, com aquele crescimento fantástico de 15% ao ano, só é possível graças a onipresença e onipotência do Estado. Pois, se o governo chinês decretar um tabelamento dos preços devido a uma inflação devido ao seu alto crescimento, os transgressores da política de preços do “partido” certamente será fuzilado.&lt;br /&gt;No Brasil, o poder executivo não possui autoridade sobre a economia, sendo que nosso país fica refém de especuladores em geral. Só para lembrar, no tempo do crescimento alucinante da economia brasileira na época da ditadura, já recebendo um processo inflacionário da época de JK, conseguiu manter o país equilibrado somente pela força do decreto ditatorial, somente entregando os pontos na grave crise de proporções mundial na época da crise do petróleo. Mas a escolhambação da economia aconteceu mesmo na época da abertura política, onde o governo civil não tinha autoridade nenhuma mais sobre as pressões libertinas na ditadura.&lt;br /&gt;O governo Obama, entendo, pode estar certo na intervenção direta na economia, a contra gosto dos liberais. Pois tal atitude garante a produção e evita o endividamento da sociedade, libertando os EUA da agonia de da grande depressão de 1930. Porém, muitos falam que os EUA terão uma dívida pública ainda maior. Mas isso é conversa fiaada, pois os credores dos EUA são as próprias corporações de petróleo, de armas, bancos, industrias farmacêuticas, de informática e etc no qual dominam o mundo e usam dos atributos do departamento de estado dos EUA a resolverem seus interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toledo, 19 de março de 2009-03-20&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafael Unha de Oliveira&lt;br /&gt;Acadêmico de história da Unipar – Campus Cascavel&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-1842008809143440231?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/1842008809143440231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=1842008809143440231' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/1842008809143440231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/1842008809143440231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2009/03/onde-esta-o-dinheiro.html' title='Onde está o dinheiro?'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-1609612750365510537</id><published>2009-03-16T18:52:00.002-03:00</published><updated>2009-03-16T18:58:07.441-03:00</updated><title type='text'>fundamentos filosóficos de uma sociedade insana</title><content type='html'>Vós, homens, como indivíduos, desenvolveis vossos sentidos pela luta social, pela auto-preservação e dais inicio, assim, à consciência de separação. Desde a infância que vos foi incutida a idéia de que sois uma entidade separada; e desta ilusão provem a divisão entre "vosso" e "meu", no que pensais e no que sentis, no que possuis e em todas as cosias. Daí surge também a idéia de que vos deveis tornar algo de grande no futuro e a de que fostes já algo no passado. Um contraste contínuo. E desta consciência separada surgem - cobiça, a inveja, o ódio, o sentimento de posse, a preocupação da vaidade, as alegrias passageiras, as tristezas transitórias e os transitórios prazeres. Esta é uma civilização grosseira baseada na competição, na qual cada um trata de si, sem benevolência, sem equanimidade. É um mundo de conflito, de corrupção, de contenda, que a seu tempo conduzirá à guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em virtude de tal entendimento de separatividade, o "Eu" torna-se todo poderoso; dessa consciência de separação nasce o medo. E onde quer que exista o medo, manifesta-se imediatamente o desejo de buscar o conforto, em lugar do entendimento que dissipa todo o temor. Pois o conforto adormece o vosso temor inato de perder vossa identidade separada.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=9899292224610860866"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O conforto produz tão somente um ajuste temporário, mas não uma harmonia e equilíbrio permanentes; produz um alivio imediato em vez de um entendimento compreensivo, contínuo; produz o adiamento do esforço, uma evasão contínua em lugar da luta para compreender no presente. Por causa desse temor, buscais o consolo no culto, na prece, no erguimento de imagens, por intermédio de ritos e cerimônias. Essa ilusão de separação vos leva à preocupação da morte, e do que vai acontecer no futuro, isto é, sobre se tereis de vos reencarnar e sobre o que haveis de ter sido no passado. Por outras palavras, são o passado e o futuro que empolgam o homem que se acha atemorizado; a compreensão do presente, nunca. Enquanto o presente não for compreendido, o futuro jamais vos proporcionará seu verdadeiro significado, pois que o futuro, na realidade, não existe.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=9899292224610860866"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Observe a maioria das pessoas, e verificareis que todas pensam que, por tornarem-se maiores, por ampliarem sua consciência, mediante uma série de experiências, pelo fato de retroceder, avançar e reencarnar, se estão aproximando cada vez mais da verdade. Para mim, essa concepção é inteiramente ilusória, pois a realidade, em sua inteireza, em sua plenitude, em sua riqueza, existe em tudo e, portanto, é eterna. O que é permanente, eterno em tudo, não pode progredir. O que denominamos progresso somente pode ser aplicado a determinado fato, não à realidade.fragmentos: Krishnamurti -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestra realizada em Londres - 1931 - Do livro: Coletânea de Palestras&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-1609612750365510537?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/1609612750365510537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=1609612750365510537' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/1609612750365510537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/1609612750365510537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2009/03/fundamentos-filosoficos-de-uma.html' title='fundamentos filosóficos de uma sociedade insana'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-4314564535343612030</id><published>2009-03-14T17:02:00.002-03:00</published><updated>2009-03-15T12:16:20.568-03:00</updated><title type='text'>O caminho espiritual da matemática</title><content type='html'>A descoberta da filosofia se da quando o estudante descobre que a filosofia é uma relação mística com o UNO. Essa concepção espiritual da filosofia não é aceita na comunidade intelectual em geral, por estarem, acredito, em dormência profunda em relação ao interesse pela verdade do ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, ha muitas pessoas que se deram conta disso, e se embrenharam no estudo do ocultismo, ingestão de alucinógenos para o contato íntimo como “Apheirón”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que o ocultismo ainda é uma visão imatura da filosofia. Primeiro porque a filosofia por se caracterizar pelo transcendental já se preocupa com o desvelamento oculto dos ser, que se mostra e se vela ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É somente com o estudo da matemática que se caracteriza como uma busca espiritual pelo ser. É ela o firme fundamento da contemplação mística do transcendental. A matemática é a analise das verdades eternas, dos postulados de origem divina que é para sempre, imutáveis em qualquer dimensão e tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou dizendo que o puro ato do estudo da matemática seja o todo em si mesmo. Não, não, mas sim, que o estudo da matemática deve ser inicial a todos os outros estudos. Porém, a matemática não deve ser tida como autônoma das outras áreas do saber, mas as outras áreas como desdobramento matemático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciências exatas e ciências humanas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público acadêmico comete sempre o crônico erro de entendimento ao dizer que existe uma separação entre ciências exatas e ciências humanas. A meu ver, não há separação nenhuma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ciências exatas trabalham com aquilo que é dado no mundo, e as ciências humanas, as possibilidades do que é dado acontecer no mundo. Uma é a sustentabilidade da outra que analisa o que realmente é o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A matemática é a essência das duas, porém, não é uma ciência. Pode existir uma ciência que estude a simbologia matemática, algo quase gramatical, mas a ontologia matemática não é uma ciência, mas um estado de espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Unipresença de Deus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para deixar mais concreto minha exposição sobre a espiritualidade do estudante de matemática, mostro um exemplo muito interessante. Há um Deus dos homens. Mas se um ser extra-terrestre viesse ao nosso planeta, e um de nós perguntássemos “o Deus do alien é o mesmo que o nosso?” . Com certeza, pois no universo podem haver infinitos mundos e estrelas, infinitos acontecimentos. Mas não pode haver infinitos infinitos. O infinito é um só para todos no infinito. O infinito é um, é o UNO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser alienígena que aparece diante de nós possui o mesmo Deus então, pois o nosso Uno é o mesmo Uno dele, as nossas verdades matemáticas são as dele também. A matemática é a relação com o UNO no qual qualquer criatura do universo pode acessar e adorar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-4314564535343612030?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/4314564535343612030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=4314564535343612030' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/4314564535343612030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/4314564535343612030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2009/03/o-caminho-espiritual-da-matematica.html' title='O caminho espiritual da matemática'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-8236622441569299155</id><published>2009-03-12T23:49:00.001-03:00</published><updated>2009-03-12T23:50:25.847-03:00</updated><title type='text'>Considerações sobre Isaac Newton</title><content type='html'>A filosofia se divide em duas grandes linhas, a dos místicos e a dos epistemólogos. Os primeiros discípulos conscientes ou inconscientes de Platão e os pitagóricos, e outros, da área de Aristóteles e Euclides.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Idade Moderna, com Descartes, um dos filósofos mais incompreendidos da história, lança os fundamentos da interpretação do mundo, análises e regras do método de como conhecer corretamente(Ao meu ver, em nenhuma diferença com a metafísica de Aristóteles).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Aristotelismo entra com força na Europa, afastando os místicos cristãos sobre a influência do neo-platônico Sto. Agostinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das considerações místicas ainda serem bastante pertinentes, o mundo preferiu esquecer seus postulados em favor das proezas metafísicas da epistemologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Inglaterra da Época de Isaac Newton, a coisa não era diferente. Os ingleses aspiravam por mais fundamentos experimentais para finalidades práticas do que elucrubações místicas, surge o empirismo, se opondo a racionalidade quase platônica cartasiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, Newton era Alquimista, e como tal, estava na ordem dos místicos e com certeza, na intimidade não compactuava com os dogmas cristãos ou qualquer outro sistema de crendices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, foi ele que ditou postulou as leis da física nas bases de Euclides, desprezando todos os mistérios que envolvem a entropia do Universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Newton, chefe do tesouro real e outros títulos políticos, da a entender a nós que seu trabalho se concentrava em resultados práticos a serem usados por seus país, deixando para de lado as reflexões sobre o Uno, que bem disse David Hume, se não podemos saber sobre a origem, então não importa perguntar sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A física de Newton porém ganhou adeptos no mundo inteiro devido as proezas da ciência. Mas essa, enfim, encontrou seu limite diante as descobertas da física quântica que novamente retoma os problemas da filosofia grega antiga, no qual devemos escolher entre Aristóteles ou Platão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o mundo não está preparado filosoficamente a entender o mundo a luz da filosofia. O mundo está doente, histérico, insano em crendices, em postulados mal-entedidos, mal digeridos sobre método científico.  O mundo produz conhecimento, mas não sabe exatamente o que produz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A humanidade está tão insana que os conceitos científicos que são verdades transitórias valem quase como um dogma religioso. É proibido questionar os fundamentos da ciência. Por exemplo, é proibido questionar a viagem do homem a Lua. É proibido dizer que existem curas pelo poder da fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe, pessoal, antes de estudarmos ciência, devemos estudar Aristóteles, e antes desse, Platão. Devemos conhecer as críticas de Aristóteles a Platão. Aí sim, poderemos fazer ciência e pensarmos a sua possibilidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-8236622441569299155?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/8236622441569299155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=8236622441569299155' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8236622441569299155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8236622441569299155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2009/03/consideracoes-sobre-isaac-newton.html' title='Considerações sobre Isaac Newton'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-7330932530246433019</id><published>2009-01-07T11:36:00.000-02:00</published><updated>2009-01-07T11:40:46.172-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_i9qTmMvAEHU/SWSwrDhQ8dI/AAAAAAAAAJc/QEd0BgcmzDo/s1600-h/da+superficie.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5288546116165497298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 191px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_i9qTmMvAEHU/SWSwrDhQ8dI/AAAAAAAAAJc/QEd0BgcmzDo/s200/da+superficie.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;DA SUPERFÍCIE&lt;br /&gt;Dr. Luiz Manoel Lopes[1]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou porque ela é&lt;br /&gt;Ela é porque eu sou&lt;br /&gt;Somos de graça&lt;br /&gt;A superfície está em branco&lt;br /&gt;Se com um gesto a toco,&lt;br /&gt;Eu sou tocado&lt;br /&gt;(Amílcar de Castro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando dizemos que algo é superficial expressamos nossos preconceitos; a profundidade parece ser mais importante que a superfície, pelo menos é o que os nossos hábitos e julgamentos, acerca da vida, nos indicam. É comum alguém dizer: “que coisa profunda foi dita por fulano”. Tal exemplo, esclarece bem o que entendemos por superficial: nada mais do aquilo que é de pouca profundidade. O nosso contato com o mundo dá-se através das superfícies das coisas; nós estamos diante de nossa superfície como da superfície do mundo. Não somos tolos a ponto de esquecer que possuímos uma profundidade. O ponto de contato com a superfície do mundo, com as múltiplas superfícies que o constituem, dá-se onde o habitamos. Quando, por exemplo, escrevo, este texto, experimento um espetáculo de superfícies que se entrelaçam. O quiasma, do qual Merleau-Ponty nos fala, aparece como um fenômeno onde vários componentes misturam-se: o branco da folha de papel; o escorrer das letras sobre o liso; a tinta vermelha que tinge as letras; a sombra de minha mão vagando na tez do papel; a minha pele que sente a maciez da folha. Há uma composição durante este ato no qual ouço cantos fugidios de pássaros e o tictac do relógio. O pensamento e a linguagem entremeados em planos sem espessura. Talvez haja proximidade com aquilo que o escultor Amílcar de Castro nos apresenta em seu ato de criar. A folha de papel, sendo bi-dimensional, possui um elo com o material que ele nos fala:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de chapa de ferro&lt;br /&gt;De chapa porque pretendo, partindo da superfície&lt;br /&gt;Mostrar o nascimento da terceira dimensão&lt;br /&gt;De ferro porque é necessário&lt;br /&gt;É natural de Minas, está ao alcance das mãos&lt;br /&gt;Todo mundo sabe trabalhar em ferro&lt;br /&gt;A superfície é domada – é partida e vai&lt;br /&gt;sendo dobrada&lt;br /&gt;É quando, e por fatalidade, o espaço se&lt;br /&gt;integra, criando o não previsto&lt;br /&gt;É pura surpresa&lt;br /&gt;É como um gesto inesperado&lt;br /&gt;Um gesto espontâneo&lt;br /&gt;Espontâneo como se fosse o primeiro&lt;br /&gt;Aquele que fundamenta a comunhão&lt;br /&gt;com o futuro&lt;br /&gt;A escultura que faço é uma pesquisa&lt;br /&gt;de origem da própria escultura&lt;br /&gt;Por isso é simples&lt;br /&gt;descobre a força do que é original&lt;br /&gt;Sol de muito tempo&lt;br /&gt;entre noites dormindo&lt;br /&gt;acorda ilumina e ascende&lt;br /&gt;e é força e é fogo e é ferro&lt;br /&gt;Verbo silêncio vivo.&lt;br /&gt;Criador das montanhas&lt;br /&gt;E fundador de um reino onde a&lt;br /&gt;Palavra é inútil[2]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na superfície a escultura e a escritura se entrelaçam; naquela, o nascimento da terceira dimensão; nesta, a germinação de múltiplas direções de tempo. A superfície vegetal da folha contrai a tinta, o tempo intensa e ritmicamente toca o leitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nos embriagamos com um movimento de vento nas folhagens, com um gesto, experimentamos rápidos momentos de êxtase. A nossa percepção altera-se, sentimos vibrações inusitadas e começamos por indagar sobre a criação desses momentos fugazes. Há a criação desses momentos, mas não sabemos como foram criados. Os artistas conseguem transferir esses processos de criação para as superfícies mais estranhas libertando aquilo que estava aprisionado no fundo das coisas. Na folha de papel em branco, que começa por ser tingida, a superfície vibra permitindo que o leitor experimente várias dimensões de tempo. Há como que uma transmutação do espaço em tempo. O processo de libertação de algo que percorre a superfície, porém que não conseguimos ver, é uma maneira de tirar a nossa percepção da paralisia diante das coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A superfície, a cortina, o tapete, o casaco eis onde o Cínico e o Estóico se instalam e aquilo de que se cercam. O duplo sentido da superfície, a continuidade do avesso e do direito substituem a altura e a profundidade. Nada atrás da cortina, salvo misturas inomináveis. Nada acima do tapete, salvo o céu vazio.[3]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pensamento, em sua relação com a superfície, possui o sentido dos acontecimentos que envolvem as coisas. A filosofia – que possui como elemento o conceito – ganha a leveza dos efeitos flutuantes que insinuam-se no limites das coisas. Os conceitos não são adquiridos através de classificações das formas de coisas semelhantes, mas pela fina película que as envolvem. Quando a maçã cai, o cair acontece na superfície que a limita e expressa-se através da linguagem. O sentido, como a expressão do que acontece na superfície do mundo, não é um processo mental ou psicológico, nem uma propriedade objetiva das coisas. Não é preciso a tortura de retornar para a interioridade subjetiva: a vida acontece na superfície, “o mais profundo é a pele”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sentido aparece e atua na superfície, pelo menos se soubermos convenientemente, de maneira a formar letras de poeira ou como um vapor sobre o vidro que o dedo pode escrever.[4]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ressonância entre filosofia e escultura resulta no cântico à tênue camada que separa a vida em dentro e fora. O motivo maior deixa de ser o mergulho, nas regiões mais profundas, passando a ser o quase espesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando corto e dobro&lt;br /&gt;uma chapa de ferro&lt;br /&gt;[ou somente corto]&lt;br /&gt;pretendo&lt;br /&gt;abrir um espaço&lt;br /&gt;ao amanhecer na matéria bruta&lt;br /&gt;É luz que vela e revela&lt;br /&gt;a comunhão do opaco&lt;br /&gt;com o espaço dos astros&lt;br /&gt;espaço&lt;br /&gt;que descobre o renascer&lt;br /&gt;redimindo a matéria pesada&lt;br /&gt;na intenção de voar.[5]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na arte e na filosofia contemporânea experimentamos um esvaziamento; não mais o grave e pesado, mas sim a sutileza da superfície. Os acontecimentos ocorrem no vazio, preenchendo-o de novidades, fazendo-nos experimentar que viver consiste em criar novos modos de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo gentilmente cedido pelo autor, Dr. Luiz Manoel Lopes, (Revista Eletrônica Print by UFSJ)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS:&lt;br /&gt;[1] Possui graduação em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1994), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos (2002) e doutorado em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos (2006). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Ceará - Campus Cariri. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia, atuando principalmente no seguinte tema: acontecimento, campo transcendental e as sínteses disjuntivas em Deleuze; a duração em Bergson; os objetos impossíveis em Meinong; as proposições em si em Bolzano.&lt;br /&gt;[2] Amílcar de Castro, Depoimentos, Belo Horizonte, Suplemento Literário 90, 2002.&lt;br /&gt;[3] Gilles Deleuze, Lógica do Sentido, tradução: Luiz Roberto Salinas Fortes, São Paulo, Perspectiva, 1974, p.136&lt;br /&gt;[4] Idem, ibdem, p.136.&lt;br /&gt;[5] Amílcar de Castro, Corte e dobra, Belo Horizonte, Suplemento Literário 90, 2002, p.12. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-7330932530246433019?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/7330932530246433019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=7330932530246433019' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7330932530246433019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7330932530246433019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2009/01/da-superfcie-dr.html' title=''/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_i9qTmMvAEHU/SWSwrDhQ8dI/AAAAAAAAAJc/QEd0BgcmzDo/s72-c/da+superficie.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-6955734652894059472</id><published>2008-12-29T18:55:00.001-02:00</published><updated>2008-12-29T18:55:49.436-02:00</updated><title type='text'>Os dilemas</title><content type='html'>No universo, existem paradoxos, axiomas e dilemas. Mas como eu os entendo? Bom, para começar, a coisas que independem do meu entendimento. Elas são o que são, isso são axiomas. Paradoxos são axiomas mas sem sentido ontológico. Por exemplo, a eternidade, tudo saiu dela, mas ela não saiu de lugar nenhum senão dela mesma. Como entender que tudo que existe Não teve causa? Como entender a natureza entrópica do tempo? Não há resposta, é um paradoxo, e devemos apenas aceitar que existimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há o axioma da existência do universo, há o paradoxo sobre seu funcionamento, mas há o dilema que é a natureza transcendental das particularidades do Uno eterno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a dois dilemas que parecem insolúveis, eu disse “parecem”devido a minha incapacidade intelectual que me limita e muito. São eles “EXISTE UMA CONSCIÊNCIA SUPREMA?” e “a alma é eterna?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pleonasmo eternidade infinita, em si, pode ser chamado de Ente Supremo. É ente porque a eternidade representa um axioma, algo existente, mas que não é um ente particular comum, mas sim O Ente Supremo. Mas esse Ente Supremo significa uma consciência eterna, que se lembra e conjectura? Acho que esse dilema  não pode ser facilmente respondida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, a inúmeras respostas ilusoriamente falsas por parte de materialistas que em seu apego a luta contra a suposta superstição a Deus, dizem sem maiores delongas que de maneira nenhuma pode existir uma consciência suprema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afora esses, há a respostas de extremistas religiosos que afirmam a existência da consciência suprema, porém não calçado na lógica, mas em crendices dogmáticas que lhes ajudam a aceitar a realidade não-transcendente contra a inquietação filosófica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-6955734652894059472?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/6955734652894059472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=6955734652894059472' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/6955734652894059472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/6955734652894059472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/12/os-dilemas.html' title='Os dilemas'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-1616323632974518703</id><published>2008-12-20T17:04:00.000-02:00</published><updated>2008-12-20T17:05:27.421-02:00</updated><title type='text'>O UNO E AS PARTES</title><content type='html'>Os filósofos  reconhecem o animismo como lei da existência. Mas o animismo é fruto de algo maior, o infinito. Isso se explica pois se o animismo é regido pela lei de causa-efeito e duração das coisas na linha de tempo irreversível, a causa da causa de tudo só pode ser o infinito. O animismo que é o movimento das coisas do mundo é o conceito do próprio existir, o exilir do infinito Uno, pois o infinito é unico. O existir é o múltiplo e de natureza inverso ao Uno,s eu Pai. Mas  o Uno a razão do múltiplo existir, então que paradoxo é esse de um ser de essência contraria a outro ser poder ser sua causa dess ser? pois não é a própria lei da lógica que algo não pode ser e não ser? Esse é o paradoxo misterioso insolúvel que nos leva a aceitar que a existência é apartir do Uno, a nossa origem e causa. Não podemos entende-lo e o próprio anímico, o existir, nossas noções de tempo já é uma forma de profanar a essência daquilo que não pode ser entendido, pois somente não entendendo é a explicação de como o não Ser gera o Ser..&lt;br /&gt;Os filósofos sabem que o infinito não se pode perguntar. Então não é objeto de conhecimento. O que podemos saber é que no animismo, o existir é eterno com o Uno. O existir por sua naturza possui duração temporal. Está sempre se transformando, ele é por um tempo e depois não é mais senão outro ser. Isso é a natureza do múltiplo do existir, pois as coisas nunca são as mesmas com o passar da linha do tempo.&lt;br /&gt;Os filósofos então querem encontrar as coisas que não mudam, aquilo que dura fora do tempo e  que sustena a razão do existir. Descobriram uma coisa que não muda com o tempo que é a própria noção de tempo. O tempo é uma idéia que não muda, pois o tempo vai sempre existir. Logo, é uma idéia que se pode alicerçar a razão. As verdades aritméticas são outros exemplos de verdades que permanecem, verdades eternas como 2+2=4.&lt;br /&gt;Os filósofos no exercício de encontrar aquilo que permanece, descobriram que forma e matéria são eternos junto com o Uno. O fruto da experiência da sensação, a observação do existir/animismo é apenas perceber o movimento e duração das formas até se transmutarem a outras formas.  Então a observação nada mais é que contemplar as possibilidades de combinações infinitas de formas finitas em  dimensões infinitas.&lt;br /&gt;Sabem os filósofos que a razão do movimento não é somente a onda de energia que passa pelos corpos, mas a própria duração da dureza dos corpos que afetam outros corpos através da energia da causalidade, os movendo. Mas os filósofos perguntam: Que corpos agem internamente para que os corpos duros temporalmente  possuam duração? Ora, contemplaram a multiplicidade e as formas e o próprio tempo são eternas com o Uno durável para sempre. Mas as coisas duráveis temporalmente para possuírem alguma duração, devem ter um elemento primordial durável eternamente, pois senão, como duraria algum tempo alguma coisa formada por coisas que também não tem duração?  Tudo poderia ser o nada enfim, mas não é isso que acontece, porque há algo, o existir. O homem não pode negar sua consciência que sente a existência, pois precisa da consciência para se negar. Logo, é impossível de negar por que é algo logicamente contraditório.&lt;br /&gt;Os elementos eternamente duráveis são os átomos que são partículas do animismo que se combinam em infinitas possibilidadas a fazer a forma das coisas duráveis temporalmente que permanecem um tempo, que é natureza do animismo. Mas o durável num mundo que sempre muda existe somente na abstração da consciência  que descobre aquilo que não muda num mundo que muda. Esse é a razão para alicerçarmos o conhecimento.&lt;br /&gt;Mas tudo aquilo que não muda, que é durável para sempre por sua natureza imutável é mais próximo da idéia de infinito qué a natureza perfeita e a noção do próprio Divino. A idéia de átomo por ser durável também é inconcebível como o infinito. Pois a descoberta durável infinita do átomo se dá da divisão infinitas do espaço, chegando a conclusão de que o átomo é indivizível porque não se pode dividir o infinito. Logo, são as partículas duráves infinitamente que sustentam a natureza das coisas duráveis tempotalmente, que é o nosso existir/animosmo. &lt;br /&gt;Os cientistas filósofos estão preocupados com a verdade do universo, com a alma que transcende no infinito divino inundando-os de felicidade e do verdadeiro amor expressado pelas religiões. O infinito que tudo move não é compreendido mas é a razão de tudo. O infinoto é o espírito que fecunda a matéria a transmutar suas formas no tempo, gerando vida transcendente, conhecimento a consciência, numa investigação eterna do oculto, pois sempre terá uma forma anterior a outra forma que o move indo ao infinito. O conhecimento dos desdobramentos das pares do Uno um influenciando o outro se que um tenha pleno conheciemento um do outro, e que tudo que se conhece se’ra sempre uma parte explicada por outra parte que poderá ser descoberta, é a natureza do tempo das coisas, que se desvela a consciência, mas por ser somente parte, também é uma velação da totalidade, num eterno mistério, nosso Pai.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-1616323632974518703?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/1616323632974518703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=1616323632974518703' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/1616323632974518703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/1616323632974518703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/12/o-uno-e-as-partes.html' title='O UNO E AS PARTES'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-8182099376947791990</id><published>2008-11-28T18:01:00.001-02:00</published><updated>2009-01-07T12:08:55.326-02:00</updated><title type='text'>A CRISE NÃO EXISTE!</title><content type='html'>Vou lhes contar uma estória muito interessante que ouvi na Bandnews FM contada por SAlomão S.:Numa área rural de um lugarejo deserto, havia um homem que ganhava a vida vendendo cachorro-quente na beira da estrada. Este homem não lia jornais, não tinha rádio nem televisão, tampouco revistas, nem computador com internet.Ele simplesmente comprava pães, salchichas, e todo o material para fazer e vender cachorro-quentes, tudo da melhor qualidade. E vendia o cachorro-quente na beira da estrada, fazia propaganda com cartazes chamativos dizendo ser um ótimo lanche, etc.Com isso, conseguia viver e até formou o filho na faculdade de economia, pois com o que ganhava dava para pagar a faculdade do filho.Após se formar, o filho retornou ao pai e disse:&lt;br /&gt;- Pai, há uma crise econômica violenta lá fora, o senhor tem que conter os gastos! Caso contrário será muito ruim!&lt;br /&gt;Acreditando nas palavras do filho, pois o mesmo havia se formado em economia, o bom homem passou a comprar pães mais baratos e de qualidade inferior, assim como salshichas inferiores e retirou as propagandas da beira da estrada, com medo de assaltos.Desta forma, diminuiu o custo. Porém já não vendia tão bem como antes. As vendas foram diminuindo, se escasseando até que um dia ele não vendia mais nada e teve que abandonar o negócio.&lt;br /&gt;Neste dia o homem comentou com um amigo: meu filho estava certo! Veio mesmo uma crise e agora não vendo mais nenhum cachorro-quente! Valeu a pena pagar um curso de economia para o garoto!&lt;br /&gt;ENTÃO AMIGOS, A CRISE SE MANIFESTA MUITO MAIS NAS CABEÇAS DAS PESSOAS DO QUE NO MUNDO REAL. HÁ QUE SE MUDAR A MENTALIDADE. APROVEITE A CRISE PARA GANHAR!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(texto de um conhecido)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-8182099376947791990?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/8182099376947791990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=8182099376947791990' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8182099376947791990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8182099376947791990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/11/crise-no-existe.html' title='A CRISE NÃO EXISTE!'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-7738994889717952224</id><published>2008-10-16T22:19:00.002-03:00</published><updated>2009-01-07T12:11:01.159-02:00</updated><title type='text'>A CRISE DA ECONOMIA AMERICANA (Explicada de forma didática)</title><content type='html'>Paul comprou um apartamento, no começo dos anos 90, por 300.000 dólares, financiado em 30 anos. Em 2006 o apartamento do Paul passou a valer 1,1 milhão de dólares. Aí, um banco perguntou para o Paul se ele não queria uma grana emprestada, algo como 800.000 dólares, dando seu apartamento como garantia. Ele aceitou o empréstimo, fez uma nova hipoteca e pegou os 800.000 dólares.&lt;br /&gt;Com os 800.000 dólares, Paul, vendo que imóveis não paravam de valorizar, comprou três casas em construção dando como entrada algo como 400.000 dólares. A diferença, 400.000 dólares, que Paul recebeu do banco, ele comprou carro novo (alemão) para ele, deu um carro (japonês) para cada filho e com o resto do dinheiro comprou TV de plasma de 63 polegadas, notebooks, cuecas e tudo mais. Tudo financiado, tudo a crédito. A esposa do Paul, sentindo-se rica, sentou o dedo no cartão de crédito.&lt;br /&gt;Em agosto de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis estavam caindo. As casas que o Paul tinha dado entrada e estavam em construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham mais liquidez.&lt;br /&gt;O negócio era re-financiar a própria casa, usar o dinheiro para comprar outras casas e revender com lucro. Fácil! Parecia fácil. Só que todo mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas que o Paul pagava começaram a subir (as taxas eram pós-fixadas) e Paul percebeu que seu investimento em imóveis se transformara num desastre.&lt;br /&gt;Milhões tiveram a mesma idéia do Paul. Tinha casa para vender como nunca.&lt;br /&gt;Paul foi agüentando as prestações da sua casa re-financiada, mais as das três casas que ele comprou, como milhares de compatriotas, para revender, mais as prestações dos carros, das cuecas, dos notebooks, da TV de plasma e do cartão de crédito.&lt;br /&gt;Aí as casas que o Paul comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que pagar uma grande parcela. Só que neste momento Paul achava que já teria revendido as três casas mas, ou não havia compradores ou os que havia só pagariam um preço muito menor que o Paul havia pago. Paul se danou.. Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e das três casas que ele havia comprado como investimento. Os bancos ficaram sem receber de milhares de especuladores iguais a Paul.&lt;br /&gt;Paul optou pela sobrevivência da família e tentou renegociar com os bancos que não quiseram acordo. Paul entregou aos bancos as três casas que comprou como investimento perdendo tudo que tinha investido. Paul quebrou. Ele e sua família pararam de consumir...&lt;br /&gt;Milhares de Paul’s deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam feito baseados nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os empréstimos de milhões de Paul’s em títulos negociáveis. Esses títulos passaram a ser negociados com valor de face. Com a inadimplência dos Paul’s esses títulos começaram a valer pó.&lt;br /&gt;Bilhões e bilhões em títulos passaram a nada valer e esses títulos estavam disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas também em bancos europeus e asiáticos.&lt;br /&gt;Os imóveis eram as garantias dos empréstimos, mas esses empréstimos foram feitos baseados num preço de mercado desse imóvel... Preço que despencou. Um empréstimo foi feito baseado num imóvel avaliado em 500.000 dólares e de repente passou a valer 300.000 dólares e mesmo pelos 300.000 não havia compradores.&lt;br /&gt;Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava, como os esquemas de pirâmide, especulação pura. A inadimplência dos milhões de Paul’s atingiu fortemente os bancos americanos que perderam centenas de bilhões de dólares. A farra do crédito fácil um dia acaba. Acabou.&lt;br /&gt;Com a inadimplência dos milhões de Paul’s, os bancos pararam de emprestar por medo de não receber. Os Paul’s pararam de consumir porque não tinham crédito. Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado.&lt;br /&gt;O medo de perder o emprego fez a economia travar. Recessão e sentimento de medo, e medo. Mesmo quem pode, pára de consumir.&lt;br /&gt;O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de juros e as taxas de empréstimo interbancários. O FED também começou a injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush lançou um plano de ajuda para a economia sob forma de devolução de parte do imposto de renda pago, visando incrementar o consumo, porém essas ações levam meses para surtir efeitos práticos. Essas ações foram corretas e, até agora não foi possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão.&lt;br /&gt;O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas. Até que na semana passada o impensável aconteceu. O pior pesadelo para uma economia aconteceu: a crise bancária, correntistas correndo para sacar suas economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear Stearns, amanheceu, na segunda feira última, quebrado, insolvente.&lt;br /&gt;No domingo o FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse. Depois disso o Bear foi vendido para o JP Morgan por dois dólares por ação. Há um ano elas valiam 160 dólares. Durante esta semana dezenas de boatos voltaram a acontecer sobre quebra de bancos. A bola da vez seria o Lehman Brothers, um bancão. O mercado e as pessoas seguem sem saber o que nos espera na próxima segunda-feira.&lt;br /&gt;O que começou com o Paul hoje afeta o mundo inteiro. A coisa pode estar apenas começando. Só o tempo dirá.&lt;br /&gt;Dia 15 de Setembro de 2008, o Lehman Brothers pediu falência, desempregando mais de 26 mil pessoas e provocando uma queda de mais de 500 (quinhentos ) pontos no Índice Dow Jones, que mede o valor ponderado das ações das 30 maiores empresas negociadas na Bolsa de Valores de New York - a maior queda em um único dia, desde a quebra de 1929.&lt;br /&gt;O dia 15 de setembro, certamente, será lembrado para sempre na historia do capitalismo.&lt;br /&gt;OBS.: Os personagens aqui descritos são fictícios e qualquer semelhança com alguém conhecido é mera coincidência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(recebi esse texto por email, autor anônimo)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-7738994889717952224?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/7738994889717952224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=7738994889717952224' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7738994889717952224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7738994889717952224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/10/crise-da-economia-americana-explicada.html' title='A CRISE DA ECONOMIA AMERICANA (Explicada de forma didática)'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-4511433164606298363</id><published>2008-08-19T15:59:00.001-03:00</published><updated>2008-08-19T16:02:16.042-03:00</updated><title type='text'>constantes econômicas</title><content type='html'>Nas décadas passadas, sob os grandes planos econômicos dos grandes investimentos, tanto dos grandes investidores e planos governamentais, dependiam do poder de resposta economico-social, como por exemplo, o tempo de efeito de um aumento de juros. Hoje, a rapidez nas transações comerciais é de uma rapidez nunca vista antes. Pagamentos são feitos por cartões de crédito, caixas eletronicas instaladas em todos os lugares, transações feitas por internet e poupando muito tempo gasto com telefonemas e cartas. Então hoje, quando o governo Lula, por exemplo, diz que a taxa de juros aumentará 1%, temos que ter a priori que, a economia responderá quase que imediatamente.&lt;br /&gt;Entender o mundo hoje conferme as teorias de 50 a 15 anos atrás não cabe mais no entendimento do comportamento da sociedade de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estive conversando com alguns amigos sobre o grau de devastação econômica e social causado por uma guerra civil, como no Afeganistãoou Angola, ou uma invasão, no caso da guerra do golfo Iraque, em 1990.Segundo alguns cálculos, através do capitalismo e todas as suas deficiências sociais, um país como Angola, já pacificado, pode se reconstruir, bem como se tornar potencialmente econômico em menos de 5 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fala muito mal dos bancos hoje, principalmente os mal informados sobre ele. Na minha opiniao, se deveria criticar a postura que alguns bancos tomam, e nao criticar sua existencia.Um banco eh muito importante a fluidez do dinheiro, a captacao de recursos para se investir em outro lugar, na seguranca das riquezas e o acesso ao capital produtivo em areas remotas.Na verdade, como disse antes, deve-se criticar a funcao social de um banco.&lt;br /&gt;O BNDS, a caixa economica, o banco do Brasil sao bancos publicos que captam recursos para Estado, que financia os esportes, casas populares, pesquisas e muito mais.Foi um erro a privtizacao do banestado. O dinheiro que circula por ai, para tomar um sorvete, abastecer o carro, tirar xerox etc eh o que socializou as riquezas.antigamente, o dinheio nao circulava, e as pesosas tinham que fazer escambo com os produtos in natur, muito mais dificil de fazer.Hoje, o dinheiro esta nas maos dos pobres. os grandes capitalistas pouco mexem com o dinheiro, negociando mais em comodities e em titulos. Quem trabalha com o dinheiro eh o povao. Se nao houvesse o dinheiro, o povao teria muito mais dificuldade de produzir riquezas.&lt;br /&gt;O probema no mundo nao eh o dinheiro, a producao e o trabalho, mas eh sempre o mal uso que se faz deles.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-4511433164606298363?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/4511433164606298363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=4511433164606298363' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/4511433164606298363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/4511433164606298363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/08/constantes-econmicas.html' title='constantes econômicas'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-360419907289197359</id><published>2008-04-07T11:58:00.005-03:00</published><updated>2008-08-26T12:40:55.350-03:00</updated><title type='text'>O problema da entropia do universo(versão simplificada)</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Resolvi falar sobre o problema da entropia do universo de forma mais resumida, por que noto que há grande dificuldade do público leigo em entender esse axioma filosófico. Mas advirto que, a compreensão desse problema, nos destroi toda a nossa arrogãncia de pensar saber que entendemos de alguma coisa, senão apenas termos a certeza que o universo existe, piois nós de alguma forma somos parte dele, e não podemos negar isso, pq precisamos de nossa consciencia para nos negar, e logo, nós existimos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Espero que gostem, desfrutem e se aprofundem no maior dos paradoxos da existência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entropoia é um conceito da termodinâmica Newton, que estuda a natureza do movimentos dos corpos, qual é a essência e alma da física. Os matemáticos e físicos gregos já possuiam esse conceito devido a observação da natureza, qual Aristóteles chamava "causa" e "potência".&lt;br /&gt;Mas Aristóteles já dizia que é impossível chegar na primeira causa de tudo, pois se chegarmos, sempre havieria algo anterior a este, e assim por diante ao infinito.&lt;br /&gt;Desse conceito ele denomina o "motor imóvel" que tudo move sem ser movido, qual este tem que estar fora do tempo e do espaço, sem consciência de nós e nós dele.&lt;br /&gt;O problema da entropia do universo é relacionado ao problema do motor imóvel. Ora, comos e explica o início do movimento no universo? lógicamente, não há resposta empírica, senão a pura intuição de que as coisas são como são.&lt;br /&gt;O conceito de as coisas serem como são, se fundamenta a noção Aristotélica de que as leis do céu são perfeitas e imutáveis, e que a transformação e a causalidade acontecem somente na Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Segunda Lei da termodinâmica é a lei da entropia diz que toda a energia empregada em um corpo, realizando trabalho, nunca aumenta, mas sempre diminui. Por exemplo, uma bateria carregada. Para ela realizar trabalho com a energia potencial de seu polo negatívo carregado, a corrente elétrica tem que percorrer até o ponto do pólo positivo. Essa transferencia tem o potencial de realizar um trabalho. Logo, a fechar o sistema, o pólo negativo tende a se esgotar e o positivo a se saturar, entrando em "alta entropia".Logo, para Newton, para haver qualquer movimento, a entropia tem que existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema da entropia do universo é resumido em:&lt;br /&gt;Se o universo é eterno, ele se movimento desde sempre, e nunca está em entropia.&lt;br /&gt;Logo, o movimento do cósmos não é aquilo que pensamos que é, e por isso, um problema da entropia.&lt;br /&gt;Imaginar a energia do universo qual nós fazemos parte, qual nunca se esgota, é o mesmo que imaginar-me dando duas voltas ao mundo correndo, com uma mochila de pedras nas costas, sem parar, sem comida e sem água, e no final não estar nem um pouco cansado e com energia para dar mais duas voltas ao mundo e denovo e denovo eternamente.&lt;br /&gt;O problema da entropia do universo é algo paradoxal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-360419907289197359?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/360419907289197359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=360419907289197359' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/360419907289197359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/360419907289197359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/04/o-problema-da-entropia-do-universoverso.html' title='O problema da entropia do universo(versão simplificada)'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-1456217217648982702</id><published>2008-03-26T11:01:00.002-03:00</published><updated>2008-03-26T11:06:40.412-03:00</updated><title type='text'>A IMORTALIDADE D'ALMA: HUBERTO ROHDEN E SÓCRATES</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R-pXkJtJAgI/AAAAAAAAAGw/8YfazJJlOtg/s1600-h/SOCRATES.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182050599835337218" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R-pXkJtJAgI/AAAAAAAAAGw/8YfazJJlOtg/s200/SOCRATES.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;CONHECE-TE A TI PRÓPRIO E SERÁS IMORTAL ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Alguns séculos antes de Cristo, vivia em Atenas, o grande filósofo Sócrates.&lt;br /&gt;A sua filosofia não era uma teoria especulativa, mas a própria vida que ele vivia.&lt;br /&gt;Aos setenta e tantos anos foi Sócrates condenado à morte, embora inocente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto aguardava no cárcere o dia da execução, seus amigos e discípulos moviam céus e terra para o preservar da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filósofo, porém não moveu um dedo para esse fim; com perfeita tranqüilidade e paz de espírito aguardou o dia em que ia beber o veneno mortífero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na véspera da execução, conseguiram seus amigos subornar o carcereiro (desde daquela época já existia essa prática...), que abriu a porta da prisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Críton, o mais ardente dos discípulos de Sócrates, entrou na cadeia e disse ao mestre:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Foge depressa, Sócrates!&lt;br /&gt;- Fugir, por que? - perguntou o preso.&lt;br /&gt;- Ora, não sabes que amanhã te vão matar?&lt;br /&gt;- Matar-me? A mim? Ninguém me pode matar!&lt;br /&gt;- Sim, amanhã terás de beber a taça de cicuta mortal - insistiu Críton.&lt;br /&gt;- Vamos, mestre, foge depressa para escapares à morte!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meu caro amigo Críton - respondeu o condenado - que mau filósofo és tu! Pensar que um pouco de veneno possa dar cabo de mim ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois puxando com os dedos a pele da mão, Sócrates perguntou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Críton, achas que isto aqui é Sócrates?&lt;br /&gt;E, batendo com o punho no osso do crânio, acrescentou:&lt;br /&gt;- Achas que isto aqui é Sócrates? ... Pois é isto que eles vão matar, este invólucro material; mas não a mim. EU SOU A MINHA ALMA. Ninguém pode matar Sócrates! ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ficou sentado na cadeia aberta, enquanto Críton se retirava, chorando, sem compreender o que ele considerava teimosia ou estranho idealismo do mestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, quando o sentenciado já bebera o veneno mortal e seu corpo ia perdendo aos poucos a sensibilidade, Críton perguntou-lhe, entre soluços:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sócrates, onde queres que te enterremos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao que o filósofo, semiconsciente, murmurou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já te disse, amigo, ninguém pode enterrar Sócrates ... Quanto a esse invólucro, enterrai-o onde quiserdes. Não sou eu... EU SOU MINHA ALMA...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim expirou esse homem, que tinha descoberto o segredo da FELICIDADE, que nem a morte lhe pôde roubar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONHECIA-SE A SI MESMO, O SEU VERDADEIRO EU DIVINO. ETERNO. IMORTAL..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim somos todos nós seres IMORTAIS, pois somos&lt;br /&gt;ALMA,&lt;br /&gt;LUZ,&lt;br /&gt;DIVINOS,&lt;br /&gt;ETERNOS...&lt;br /&gt;Nós só morremos, quando somos simplesmente ESQUECIDOS...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-1456217217648982702?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/1456217217648982702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=1456217217648982702' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/1456217217648982702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/1456217217648982702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/03/imortalidade-dalma-uberto-rhodes-e.html' title='A IMORTALIDADE D&apos;ALMA: HUBERTO ROHDEN E SÓCRATES'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R-pXkJtJAgI/AAAAAAAAAGw/8YfazJJlOtg/s72-c/SOCRATES.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-8867341444326224182</id><published>2008-03-15T18:05:00.005-03:00</published><updated>2008-03-15T18:15:58.239-03:00</updated><title type='text'>A Praxeologia de Mises</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R9w6Tm7puoI/AAAAAAAAAGM/1dFCSAm1Z8o/s1600-h/rodrigo+constantino.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5178077780111899266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R9w6Tm7puoI/AAAAAAAAAGM/1dFCSAm1Z8o/s200/rodrigo+constantino.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por Rodrigo Constantino&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://rodrigoconstantino.blogspot.com/"&gt;http://rodrigoconstantino.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Praxeologia de Mises&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;"Estatística e história são inúteis na economia a menos que acompanhadas por um entendimento dedutivo básico dos fatos." (Henry Hazlitt) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R9w72W7purI/AAAAAAAAAGk/-6efMnqzwW4/s1600-h/Ludwig+Von+Mises.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5178079476623981234" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R9w72W7purI/AAAAAAAAAGk/-6efMnqzwW4/s200/Ludwig+Von+Mises.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um dos maiores economistas de todos os tempos foi, sem dúvida, Ludwig Von Mises. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sua contribuição teórica foi fantástica, e seu clássico de quase mil páginas, Human Action, é inquestionavelmente uma das obras-primas em economia. Mises revolucionou a ciência econômica com seu foco na praxeologia, ou a teoria geral da ação humana. A seguir, pretendo fazer um breve resumo do que isso significa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Antes, porém, é importante frisar que o próprio Mises reconhece não existir uma teoria econômica perfeita. Não existe perfeição quando se trata do conhecimento humano. A onisciência é negada aos humanos. A ciência não garante uma certeza final e absoluta. Ela fornece bases sólidas dentro dos limites de nossas habilidades mentais, mas a busca pelo conhecimento é um progresso contínuo e infinito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dito isto, podemos avançar um pouco na praxeologia de Mises. O homem é um ser de ação, que escolhe, determina e tenta alcançar uma finalidade. A ação humana significa o emprego de meios para a obtenção de certos fins. Sempre que as condições para a interferência humana estiverem presentes, o homem estará agindo, pois a inação, neste caso, também é uma escolha. Agir não é somente fazer algo, mas também se omitir quando algo era possível de ser feito. A ação pressupõe desconforto, a tentativa de migrar de uma situação menos satisfatória para outra mais satisfatória, segundo uma avaliação subjetiva do agente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com isso em mente, podemos passar à importante distinção que Mises faz entre os dois grandes campos das ciências da ação humana: a praxeologia e a história. A história, segundo Mises, é uma coleção e arranjo sistemático de todos os dados de experiências que dizem respeito à ação humana. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O foco é o passado, e ela não pode nos ensinar aquilo que seria válido para todas as ações humanas, ou seja, para o futuro também. Não há um laboratório para experimentos da ação humana. A experiência histórica é uma coletânea de fenômenos complexos, e não nos fornece fatos no mesmo sentido em que a ciência natural faz. A informação contida na experiência histórica não pode, conforme diz Mises, ser usada para a construção de teorias e previsões do futuro. Todos os atos históricos estão sujeitos a várias interpretações diferentes. Portanto, Mises afirma que não há meios de se estabelecer uma teoria a posteriori da conduta humana e dos eventos sociais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Faz-se necessário o uso de uma teoria previamente desenvolvida que explique e interprete os fenômenos históricos. As interpretações das experiências não devem ficar sujeitas às explicações arbitrárias. Eis a relevância da praxeologia, uma ciência teórica, e não histórica. Suas proposições não são derivadas da experiência, mas, como ocorre na matemática, são obtidas a priori, com base em axiomas. Axiomas são auto-evidências perceptuais. Segundo Ayn Rand, "um axioma é uma proposição que derrota seus oponentes pelo fato de que eles têm de aceitá-la no processo de tentar negá-la". Um exemplo clássico seria tentar negar a existência da consciência, sendo que é preciso aceitá-la para tanto. As proposições obtidas a priori não são afirmações sujeitas à verificação ou falsificação no campo da experiência, mas sim logicamente necessárias para a compreensão dos fatos históricos. Sem esta lógica teórica, o curso dos eventos não passaria de algo caótico, sem sentido.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Essa lógica apriorística não lida com o problema de como a consciência ou a razão surgiram nos homens através da evolução. Ela lida com o caráter essencial e necessário da estrutura lógica da mente humana. A mente dos homens não é uma tabula rasa onde eventos externos escrevem a própria história. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ela está equipada com ferramentas que permitem a percepção da realidade. Tais ferramentas foram adquiridas no decorrer da evolução de nossa espécie. Mas, segundo Mises, elas são logicamente anteriores a qualquer experiência. A idéia de que A pode ser ao mesmo tempo não-A seria simplesmente inconcebível e absurda para uma mente humana, assim como seria igualmente ilógico preferir A a B ao mesmo tempo que B a A. A lógica não permite tais contradições. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para Mises, não há como compreender a realidade da ação humana sem uma teoria, uma ciência apriorística da ação humana. O ponto de partida da praxeologia não é a escolha de axiomas e uma decisão sobre os métodos de procedimento, mas uma reflexão sobre a essência da ação. Os métodos das ciências naturais, portanto, não são apropriados para o estudo da praxeologia, economia e história. A verdade é que a experiência de um fenômeno complexo como a ação humana pode sempre ser interpretada por várias teorias distintas. Se esta interpretação pode ser considerada satisfatória ou não, depende da apreciação da teoria em questão, estabelecida anteriormente através do processo racional aprioriístico. A história em si não pode nos ensinar uma regra geral, um princípio geral. Não há como extrair da história uma teoria posterior ou um teorema sobre a conduta humana. Mises acredita que os dados históricos seriam apenas o acúmulo de ocorrências desconexas e confusas se não pudessem ser arranjados e interpretados pelo conhecimento praxeológico.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tal teoria terá profundos impactos no estudo da economia. Murray Rothbard, discípulo de Mises, conclui, por exemplo, que as estatísticas sozinhas não podem provar nada, pois refletem a operação de inúmeras forças causais. Para ele, o único teste de uma teoria são os acertos das premissas e uma cadeia lógica de raciocínio. Como dizia Roberto Campos, "as estatísticas são como o biquíni: o que revelam é interessante, mas o que ocultam é essencial". A estatística pode ser a arte de torturar os números até que eles confessem o que se deseja. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sem uma teoria lógica decente, pode-se confundir muitas vezes a correlação com a causalidade. Um observador poderia concluir que médicos causam doenças, pois onde há mais doenças costuma haver mais médicos. Nas questões da ação humana, os problemas são ainda maiores. Pelo grau de complexidade dos eventos sociais e econômicos, muitas conclusões erradas podem surgir pela falta de capacidade de uma compreensão lógica da ligação entre os fatos. Uma medida econômica hoje pode surtir efeito somente em meses, e fica praticamente impossível compreender o fenômeno sem uma base teórica apriorística. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As estatísticas e a história podem ser excelentes ferramentas de auxílio nas análises econômicas, mas jamais irão substituir a necessidade da lógica teórica. Eis a crucial importância da praxeologia, que o brilhante Mises estudou a fundo. É preciso entender a ação humana através de sua lógica, não pela simples observação dos fatos passados. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-8867341444326224182?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/8867341444326224182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=8867341444326224182' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8867341444326224182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8867341444326224182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/03/praxeologia-de-mises.html' title='A Praxeologia de Mises'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R9w6Tm7puoI/AAAAAAAAAGM/1dFCSAm1Z8o/s72-c/rodrigo+constantino.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-3681831004719173372</id><published>2008-03-02T21:18:00.006-03:00</published><updated>2008-03-06T17:56:22.694-03:00</updated><title type='text'>Huberto Rohden: Meu encontro com Einstein</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R8tEBobP6zI/AAAAAAAAAGE/QJpRPjqfFU8/s1600-h/huberto+Rohden.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173303391787412274" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R8tEBobP6zI/AAAAAAAAAGE/QJpRPjqfFU8/s200/huberto+Rohden.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os anos de 1945 a 1946 passei na Universidade de Pricenton, Estados Unidos, aceitando uma bolsa de estudos para “Pesquisas Científicas”, oferecida por essa Universidade.&lt;br /&gt;Quase nada sabia eu, até essa data, do maior matemático do século – e talvez de todos os tempos – que lançou as bases para a Era Atômica. Nem mesmo sabia da sua presença em Princenton, pequena cidade derramada no meio de vasto descampado, a uma hora de trem de New York. Cerca de um mês após minha chegada a Princeton, passando um dia pela Mercer Street, meu companheiro mostrou-me um sobradinho modesto em pleno bosque e quase totalmente coberto de trepadeiras, dizendo que lá morava Albert Eisntein.&lt;br /&gt;Mais tarde, em companhia de outro brasileiro, consegui uma rápida visita a esse homem solitário e taciturno. Cabeleira desregrada, barba por fazer, sapatos sem meias, todo envolto em um vasto manto cinzento, com olhar longícuo de esfinge em pleno deserto – lá estava esse homem cujo corpo ainda vivia na terra, mas cuja mente habitava nas mais remotas plagas do cosmos, ou no centro invisível dos átomos.&lt;br /&gt;Conversar com Einstein seria profanar a sua sagrada solidão.&lt;br /&gt;Mais tatde descobri que ele costumava subir, cada manhã, o morro atrás da Universidade, em cujo topo verde se ergue o Institute for Advanced Studies(Instituto para Estudos Superiores), onde Einstein se encontrava com a equipe atômica – Oppenheimer, Fermi, Bohr, von Braun, Meitner, e outros corifeus.&lt;br /&gt;Durante essa subida, através do bosque, era possível a gente se encontrar com Einstein sem ser importunado. Ele subia quase sempre sozinho, mais cosmo-pensado que ego-pensante. Às vezes, emparelhava eu com o silencioso peregrino sem que ele me visse – tão longe divagava sua mente pelo mundo dos átomos ou dos astros.&lt;br /&gt;Esses encontros solitários eram a única oportunidade para expor as minhas idéias, então ainda embrionária, sobre a misteriosa afinidade entre Matemática, Metafísica e Mística, que mais tarde expus em aulas e livros, com grande estranheza dos de fora.&lt;br /&gt;Já nesse tempo me convenci de que um homem pode atingir os pináculos da mais pura ética sem o recurso a nenhuma religião particular. Einstein era o exemplo vivo de um homem bom e feliz, ele que não professava nenhuma espécie de religião confessional. Era um homem profundamente religioso sem nenhuma. Na teologia era Einstein considerado como “ateu” – mas à luz da verdadeira filosofia era ele um grande “místico”. Esse estranho paradoxo aconteceu aliás, a quase todos os grandes gênios religiosos, se, executar o próprio Cristo: eram condenados como ateus pelos teólogos dogmáticos, e admirados como místicos pelos filósofos imparciais. É que todo o gênio profundamente religioso sente a sua afinidade com um Poder Supremo; mas, porque não vê nesse Poder uma pessoa, uma entidade individual, as igrejas dualistas o tacham de ateu e irreligioso. Buda, a consciência espiritual da Ásia, nunca falou em Deus, e poderia ser considerado como o rei dos ateus místicos.&lt;br /&gt;Sendo que a matemática, quando totalmente abstrata, é o contato direto e imediato com a alma da realidade universal, para ale, de todas as Facticidades concretas, é natural o homem, assim identificado com a Infinita e Absoluta realidade, não dê importância às coisas individuais e finitas, que governam a vida do homem comum. Louvores ou vitupérios, sucesso ou insucesso, vivas ou vaias, amores ou ódios, simpatias ou antipatias – nada disto afeta e desequilibra a mente do homem que se harmoniza com a suprema Realidade do Cosmos, com o invisível UNO que permeia todos os VERSOS visíveis do Universo. E o que há de mais paradoxal e maravilhoso é que esse equilíbrio entre os extremos opostos não faz do homem cósmico um homem indiferente e frio, mas o torna sereno e benévolo para com todas as creaturas de Deus.&lt;br /&gt;Einstein, o homem místico-cósmico, era um homem amavelmente ético-humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o longo estado de coma que pôs termo a vida de uma parenta sua, o exímio matemático tinha tempo para ficar sentado horas inteiras à cabeceira dela, tocando violino ou lendo os diálogo de Platão sobre a imortalidade, e quando alguém o advertiu que a doente estava inconsciente, Einstein respondia que ela ouvia tudo, embora não pudesse reagir visivelmente.&lt;br /&gt;Um dia, a empregada quis pôr em ordem na pitoresca desordem da papelada de Einstein sobre a escrivaninha, e encontrou um cheque de mil dólares, já com enorme atraso, marcado a leitura de um livro. Quem sabe se Einstein não jogou alguma dessas cobiçadas preciosidades no cesto de papel velho?...&lt;br /&gt;Tenho na minha pequena biblioteca dois livros de Einstein que não tratam de matemática nem de átomos. Um deles se intitula Mein Welbild, cuja tradução inglesa diz The word as I see it(O mundo como eu vejo). O título do outro é Aus Meinen Spaeten Jabren(Dos meus Últimos Anos). São coletâneas e discursos e artigos ocasionais sobre Deus, o homem, a sociedade, sobre filosofia, ética, sociologia e política não partidária. Nas minhas aulas sobre filosofia Univérsica, bem como em diversos livros meus, tenho citado tópicos desses livros.&lt;br /&gt;Quando, pela primeira vez, substituí o termo grego "cósmico" pela equivalente palavra latina "universico", houve grande clamor nas fileiras dos que julgam não poderem usar vocábulos não devidamente carimbados pelos dicionários infalíveis. Hoje, porém, já têm a coragem de usar o maravilhoso adjetivo duplo "univérsico" em lugar do termo simples "cósmico".&lt;br /&gt;O que há de notável, quase incompreensível, nas palavras de Einstein, é do fato de ele afirmar categoricamente que qualquer lei cósmica pode ser descoberta pelo "puro raciocínio", como ele chama a intuição cósmica; apela para o princípio dedutivo do a priori. Afirma que a intensa concentração mental, a diuturna focalização no UNO do mundo do VERSO, dos efeitos ou Canais. Quando professor da Politécnica de Zurique, na Suíça, causou verdadeiro escândalo entre seus colegas, ao afirmar que o princípio básico de toda a ciência superior era a priori-dedutivo, e não a posteriori-indutivo. Em nossa linguagem seria: o último estágio de processo congonscitivo, vai do UNO ao VERSO, e não vice-versa. O homem deve focalizar a Causa (UNO) e daí partir para os Efeitos(VERSO).&lt;br /&gt;Surge a magna pergunta: Como atingir a causa, a não ser pelos efeitos?&lt;br /&gt;Mas Einstein nega que haja um caminho que conduza dos efeitos para a causa, ou no dizer dele, dos fatos, para os valores. Afirma que o mundo do UNO, da Causa, do Valor, da Realidade, é revelado ao homem, quando ele está em condições de receber essa revelação; o homem não pode causar esta revelação da realidade, mas deve e pode condiciona-la. "Eu penso 99 vezes, e nada descubro; deixo de pensar e mergulho no silêncio - e eis que a verdade me é revelada."&lt;br /&gt;Na filosofia milenar da Bhagavad Gita se exprime esta verdade do modo seguinte: "Quando o discípulo está pronto, o mestre aparece."&lt;br /&gt;Em nossa Filosofia Univérsica diríamos: Quando o Ego está em condições propícias, o Eu se revela. Ou seja: Quando o canal está aberto, as águas da fonte fluem para dentro dele.&lt;br /&gt;Os teólogos diriam: Quando o homem tem fé, Deus lhe dá a graça.&lt;br /&gt;No mesmo sentido disse o Cristo: "As obras que eu faço não sou eu que faço, mas é o pai em mim que faz as obras; de mim mesmo nada posso fazer."&lt;br /&gt;Em todos esses casos, não desce a essas aplicações, mas o princípio fundamental da sua matemática é o mesmo: estabelecer condições favoráveis pára que a causa possa funcionar. As condições são do homem, mas a causa é do cosmos.&lt;br /&gt;Afirma Einstein que a Matemática, quando abstrata, é absolutamente certa; mas, quando concretizada, perde da sua certeza na razão direta da sua concretização. Com outras palavras: A Realidade é 100% certa, ao passo que as facticidades não acusam 100% de certeza.&lt;br /&gt;Ora, é precisamente este o princípio básico de toda a verdadeira Metafísica e Mística: A certeza que elas dão da realidade não lhes vem das Facticidades, do mundo concreto dos fatos, dominados por tempo e espaço; mas vem-lhes do mundo da pura realidade. E, como nenhum fato pode dar certeza, também nenhum fato pode destruir a certeza que o metafísico-místico tem da Realidade.&lt;br /&gt;Certeza, firmeza, segurança, tranqüilidade, consciência da Realidade, serenidade, felicidade - tudo isto brta da fonte suprema da própria Realidade, e não pode ser engendrado nem destruído pelas facticidades.&lt;br /&gt;Victor Frankl, médico-psiquiatra, judeu-alemão, diretor da Politécnica Neurológica da Universiade de Viena, escreveu livros sobre logoterapia, e aplicou essa terapia, com grande sucesso, a seus doentes, usando na Medicina, o mesmo consciente com a realidade central do homem(Uno, Eu).&lt;br /&gt;para curar desarmonias no mundo das facticidades do homem(Verso, Ego).&lt;br /&gt;Joel Goldsmith, em Honolulu, escreveu um livro intitulado A Arte de Curar pelo Espírito, em que ele aplica o mesmo princípio a priori-dedutivo para curar doentes. Fez diversas vezes viagem ao redor do globo, a convite de doentes, sem jamais recorrer ao processo empírico-analítico da medicação material-mental. basta focalizar intensamente a fonte do Uno ou Eu, e os canais do Verso ou Ego recebem as águas vivas da saúde.&lt;br /&gt;Em face disto, poderíamos acrescentar aos três MMM da matemática, Metafísica e Mística, mais o M da Medicina, contanto que por medicina se entenda a cura pela raiz do Uno-Eu, e não apenas a repressão de sintomas da superfície do Verso-Ego, como faz a medicina comum.&lt;br /&gt;Matemáticos, metafísicos, místicos e médicos, nos mais altos pináculos da intuição cósmica, estão convergindo para o mesmo foco único; ou melhor, estão recebendo da mesma Fonte para pleinificar os seus canais. Basta entrar em contato direto, imediato e plenicosciente com a plenitude da Fonte Suprema, o UNO do Universo - e todas as desarmonias dos canais, do Verso, serão sanadas pelo impacto desse UNO.&lt;br /&gt;Enquanto a mais pura Matemática não se tornar o principio dominante da Metafísica, da Mística e da Medicina. não pode haver uma melhoria substancial no seio da humanidade.&lt;br /&gt;Há quase dois mil anos, isto mesmo foi enunciado pelo maior e mais univérsico gênio da humanidade: "Conhecereais a Verdade - e a Verdade vos libertará."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Huberto Rohden&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Prefécio de seu livro "Einstein, o Enigma do Universo"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-3681831004719173372?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/3681831004719173372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=3681831004719173372' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/3681831004719173372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/3681831004719173372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/03/meu-encontro-com-einstein.html' title='Huberto Rohden: Meu encontro com Einstein'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R8tEBobP6zI/AAAAAAAAAGE/QJpRPjqfFU8/s72-c/huberto+Rohden.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-3474993156387881145</id><published>2008-02-08T22:09:00.000-02:00</published><updated>2008-02-10T01:56:58.807-02:00</updated><title type='text'>O céu estático em Aristóteles</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5165195201933195474" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R651q3bHuNI/AAAAAAAAAF0/VqLlcnyj3F4/s320/supralunar.gif" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R651gHbHuMI/AAAAAAAAAFs/vRpigPG_RtE/s1600-h/supralunar.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Dentro da cosmologia aristotélica, esse classificava a phisis, ao contrario de seu Mestre Platão que sempre caia no relativismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aristóteles então classifica as coias, o céu e ps seus planetas em movimentos, e dizia que a terra era o centro do universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa dedução para um homem de sua época. Naquela época, dizer se o sol ou a terra eram o centro não possuía uma importância central das discussões, como se teve posteriormente na Idade Média em diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estagirita afirmava que o céu possui leis diferentes do da Terra, pois são movimentos imutáveis e eternos. Na Terra, existem leis do movimento, diferentes da do céu. Os conceitos da Terra são diferentes da do céu. (A equalização dos movimentos da Terra coma do espaço só foi acontecer com os modernos europeus).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aristóteles não era nem um idiota a falar tolices por aí, era um filósofo muito, e todo filósofo entra na profunidade do mundo dos entes. Ao dizer que o céu é estático, não foi nenhuma forma de simplificação filosófica. Então o que realmente ele quis dizer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, ele quis dizer nada mais que, como nunca poderemos encontrar o motor primeiro, o motor imóvel e causa de si mesmo do cósmos, o céu não teve origem, ele é como é, imutável e perfeito. O filósofo compreendia "problema da entropia do universo", texto chave desse blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem tentou derrubar as teses sobre o universo estático foram os modernos, especialmente na teoria do Big-Bang. Mas é incrível de como os cientistas do Big-bang não conseguem refletir sobre o problema da entropia do Universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, a teoria do universo estático não é nenhuma tolice aristotélica, mas um trabalho de intuição excelsa, mas limitada nas observações conceituais quanto ao formato da terra e sua posição no cósmos, como o próprio cosmos. Mas os problemas são os mesmos, como o "problema da entropia do universo".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Relego então a crença a crença do big-bang a mesma categoria do mito de Adão e Eva, pois os dois nao possuem fundamento algum.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-3474993156387881145?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/3474993156387881145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=3474993156387881145' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/3474993156387881145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/3474993156387881145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/02/o-cu-esttico-em-aristteles.html' title='O céu estático em Aristóteles'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R651q3bHuNI/AAAAAAAAAF0/VqLlcnyj3F4/s72-c/supralunar.gif' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-6113084986115322834</id><published>2008-02-06T09:42:00.000-02:00</published><updated>2008-02-06T09:51:06.758-02:00</updated><title type='text'>A metafísica da Moral</title><content type='html'>A idéia de ideologia se resume na ética e na moral. A moral como finalidade da ética.&lt;br /&gt;A moral busca a felicidade, e a ética, regras de conduta para que isso supostamente seja alcançado. Então a ideologia é uma forma de organização da sociedade para se alcançar determinado fim para sua realização feliz, como o marxismo propõe, o capitalismo etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca da felicidade seria um axioma moral ou a última entidade metafísica da moral desvelada? Eu entendo que a busca da felicidade é um axioma moral. Podemos perceber isso na constancia da história, onde todos os povos e pessoas buscavam algo a mais nas religiões e políticas de Estado. Entramos aqui numa questão filosófica interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que é felicidade? Exercitando logicamente os entes dessa idéia com os recursos da língua portuguesa que conheço, a felicidade é o gozar e a constancia desse sentimento. Gozar a vida, gozar uma boa mulher etc. Mas como chego a essa última entidade? Ora, por exemplo, por que se deve trabalhar e ter um bom emprego?, ao invés d eum emprego braçal e simples? Ora, porque é evidente que um bom emprego significa uma vida mais confortável e supostamente com mais alcance ao prazer e a harmonia, ou seja, gozar a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro exemplo, porque o play-boy quer uma ferrari caríssima? Na maioria das vezes é para ter Status social, respeito dos semelhantes e a crença de ter as mais belas mulheres, tudo com a intenção do bom gozo por detrás de tudo isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então a felicidade em si é o gozo, e a sua constancia dele? Será que o gozo é um axioma moral ou é a última entidade metafísica percebida? Qual a relação Imanente Do Uno eterno com a existência? seria o gozo?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-6113084986115322834?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/6113084986115322834/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=6113084986115322834' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/6113084986115322834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/6113084986115322834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/02/metafsica-da-moral.html' title='A metafísica da Moral'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-8405233958432318310</id><published>2008-02-01T00:11:00.000-02:00</published><updated>2008-02-02T20:26:25.536-02:00</updated><title type='text'>filosofia superior a ciência</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6KBLGECiKI/AAAAAAAAAFM/cXZhm_8KeCc/s1600-h/partenon.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161830150526109858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6KBLGECiKI/AAAAAAAAAFM/cXZhm_8KeCc/s400/partenon.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Na universidade produtora de conhecimentos para o bem estar da sociedade nos ditames do positivismo, tem em suas entranhas o ideário da interdisciplinidade que faz o conhecimento um todo para a ampla compreensão do fenômeno da existência e os ideários da realização das potencialidades dos homens como a felicidade e a vida. O conhecimento na Universidade é dividido em partes, já que a área de percepção do mundo é muito vasta. Cada ciência estuda uma área do saber humano, como em sua pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, dentro da academia e outras áreas do conhecimento humano, há uma hierarquia entre as ciências, onde umas possuem uma posição superior as outras. Por exemplo, um controle de produção, a estatística, os estudos sobre a antropologia, servem a sociologia, a economia, ao direito etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A filosofia não sendo uma ciência, assume uma posição de superioridade diante de todas as outras ciências. A ciência em si busca o estudo de entidades fenomenológicas para a levarem a filosofia, que tem o poder de ver o todo e imaginar onde o homem se enquadra nisso, com o ideário ético e moral, na busca de sua realização e questionamento de seus próprios conceitos antes alicerçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na obra de Hilton Japiassu “Nascimento e morte das ciências humanas”, o autor diz que as ciências são uma epistemologia. Ela busca o estudo dos entes de forma fria e sistemática, colocando o homem fora da observação, uma figura neutra que interpreta a luz da razão. A ciência é assim, e através de seus dados, a filosofia se alimenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande problema da civilização hoje, segundo Japiassu, é que as ciências se emanciparam da filosofia, onde acreditam que ela não seja mais necessária, e que a teoria científica em si já seja sua própria filosofia.&lt;br /&gt;Mas o método científico em si nega o homem, é neutro. Quando tentar colocar o homem no mundo, o reduz a um ente antropológico e sem sentido em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, quando a antropologia estuda um ritual mágico entre os indígenas, não consegue ver do porque do ritual ser assim e o que ele pretende como objetivo. Quem busca isso é a filosofia.&lt;br /&gt;A sociologia se prende a estudar a mentalidade, os rituais e costumes, mas não consegue perceber no interior do indivíduo, quais seus anseios que fizeram escolher e buscar para sua realização pessoal e de sua comunidade. O sentido de realização é uma busca filosófica, onde se investiga na metafísica dos costumes, o que aquele povo realmente espera cultuando algum deus e de que forma querem senti-lo e para que.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o positivismo, que é a filosofia da ciência, que acreditava que ele seria capaz de solucionar todos os males da sociedade, está em declínio. O direito positivista, por exemplo, que acreditava que leis desprovidas de juízos de valores com a convicção que assim poderia exercer a verdadeira justiça democrática, faliu como projeto inteiramente.&lt;br /&gt;O positivismo precisa da filosofa para lhe indicar o caminho, para lhe dizer o que é realmente existir e pelo que.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na academia hoje, pelo menos no Brasil, as ciências se emanciparem da filosofia, mais por um motivo de conhecimento 'mal digerido' sobre as coisas, e até mesmo o desinteresse pelo saber que age apenas pelo retorno financeiro(puro hedonismo). E entre os estudiosos da filosofia, não conseguem beber da ciência, pelos mesmos motivos descritos.&lt;br /&gt;Existe uma doutrina na academia hoje que se chama “carreirismo”. Essa doutrina apática e cabide de emprego, não produz nada de efetivo a não ser algo anti-acadêmico, que desestimula a produção do conhecimento e da própria filosofia, para um martírio, um estudo de anos sem sentido e sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na filosofia, muitos esqueceram de se perguntar sobre os meios para ser realmente feliz e realizados. Mas como todos temos a mesma essência da vontade&lt;em&gt;(Shopenhauer)&lt;/em&gt;, muitos se atiram nas drogas, no consumismo, nas religiões que possuem respostas fáceis, na moda, porque é mas fácil seguir o que os outros dizem, porque se todo mundo faz eu também farei&lt;em&gt;(Weltanchaung, Heidegger).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O que é realmente ser feliz? Gostaria de saber essa resposta. Sei que há um axioma para isso, e sei que a vontade é uma. Porém, engraçado é que, me parece, a felicidade não está na quantidade, mas na abstinência que lhe dá intensidade. Isso é filosofia, que é nos colocar como o próprio sentido do conhecimento produzido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-8405233958432318310?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/8405233958432318310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=8405233958432318310' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8405233958432318310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8405233958432318310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/02/na-universidade-produtora-de.html' title='filosofia superior a ciência'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6KBLGECiKI/AAAAAAAAAFM/cXZhm_8KeCc/s72-c/partenon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-8894419155219283275</id><published>2008-01-31T20:04:00.000-02:00</published><updated>2008-02-02T20:16:59.017-02:00</updated><title type='text'>Paul Stratern: Locke em 90 minutos</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6JOSGECiEI/AAAAAAAAAEc/Odm5CYdaurI/s1600-h/paul+strathern.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161774195692177474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6JOSGECiEI/AAAAAAAAAEc/Odm5CYdaurI/s200/paul+strathern.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Paul Stratern&lt;/strong&gt;, que foi professor universitário de filosofia e matemática na Kingaston University e é autor das séries "filósofo em 90 minutos", traduzida em mais de oito países, e a mais recente"cientístas em 90 minutos". escreveu cinco romances(entre eles &lt;em&gt;A Season in Abyssinia, &lt;/em&gt;ganhador do Prêmio Somerset Maugham), além de biografias e livros de história e de viagens. Foi também jornalista &lt;em&gt;free-lance&lt;/em&gt;, colaborando para o &lt;em&gt;Observer, &lt;/em&gt;o &lt;em&gt;Daily Telegraph&lt;/em&gt; e o&lt;em&gt; Irish Times. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;LOCKE (1632 – 1704) dedicou grande parte de suas horas de lazer escrevendo longas e floreadas cartas a mulheres descomprometidas, mas jamais se casou, terminando por viver num platônico &lt;em&gt;ménage a trois&lt;/em&gt; com um membro da Parlamento e sua esposa. Lock foi o único grande filósofo a se tornar ministro de Estado, embora sua filosofia fosse revolucionária – inspirou tanto a declaração da independência dos Estados unidos como a Revolução Francesa. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161774522109692002" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6JOlGECiGI/AAAAAAAAAEs/Yr1Y9sTwyCw/s400/locke+em+90+minutos.jpg" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Locke em 90 minutos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; faz parte de uma série que, através de textos irreverentes e curiosos sobre os principais filósofos, empolga o jovem leitor. Uma introdução e um posfácio situam a obra de Lock na tradição filosófica; no final do volume, um quadro cronológico apresenta as datas significativas da filosofia. Finalmente, uma seleção de citações de suas duas obras mais importantes, o Ensaio sobre o entendimento humano e os Dois tratados sobre o governo civil, introduz o leitor a suas idéias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;tradução de Maria Helena Geordane&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Editora Jorge Zahar Editor&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Rio de janeiro&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Introdução as raízes de suas idéias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6JOzmECiHI/AAAAAAAAAE0/1cDoFinOIzU/s1600-h/locke.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161774771217795186" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6JOzmECiHI/AAAAAAAAAE0/1cDoFinOIzU/s400/locke.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A filosofia retrocede. Começou com um universo infinito de idéias complexas, belas e muitas vezes conflitantes. Pouco a pouco, com a ajuda da intolerância religiosa, da razão e da vontade de entender, a filosofia passou a reduzir esse mundo a proporções mais compreensíveis. Tudo se tornou mais simples, mais óbvio. A filosofia regressava ao estágio em que descrevia o mundo da maneira como realmente o vemos. Com John Locke, a filosofia entra em terreno plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As grandes idéias são, com freqüência, óbvias. Nenhuma delas mais do que as de John Locke. Grande parte de seu pensamento seria atualmente considerado por nós como o produto do senso comum. Sua filosofia lançaria os alicerces do empirismo e de sua crença de que nosso conhecimento do mundo é baseado na experiência, além de introduzir a idéia da democracia liberal, que se tornaria a pedra angular da civilização ocidental. Pessoas que sequer sabem soletrar a palavra filosofia estão agora propensas a aceitar essa doutrina filosófica, incompreensível há pouco mais de três séculos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo isso torna a filosofia de Locke muito pouco atraente, Não existe, porém, razão para que a filosofia não devesse &lt;em&gt;ser tediosa&lt;/em&gt;. Ao contrário, há muitos bons motivos para que ela deva ser tediosa. O problema teve início quando as obras filosóficas se tornaram interessantes e o público começou de fato a lê-las. Quem lê está sujeito a acreditar naquilo que lê e a seguir, observar o que acontece. O início do século XX permanece como terrível lembrança do que acontece quando grandes grupos de pessoas começam a olhar a filosofia com seriedade. Felizmente, a disciplina avançou muito além do estágio infantil em que se esperava que as pessoas acreditem naquilo que lêem. Mas nem sempre foi assim – e muitos filósofos mais sábios entenderam as ciladas representadas pelos leitores que efetivamente sabem o que dizem. Spinoza faz o máximo que pode para resolver esse problema, transformando suas obras em ilegíveis. Sócrates, por outro lado, decidiu que o melhor a fazer não era escrever nada. (A primeira tendência foi seguida por filósofos como Kant e Hegel; a última, por Polique, Ehreansvard e Huntingdon-Jones.) A solução de Locke era escrever filosofia tão óbvia que logo se tornasse enfadonha. Não foi sempre assim, no entanto. Seu pensamento e suas idéias foram revolucionárias em sua época e alteraram o curso da atividade de penar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lock foi o único dos grandes filósofos a se tornar ministro de governo, o que é revelador. Era um homem multifacetado, mas permaneceu, sobretudo coerente e prático. Sua filosofia de fato funciona – tanto para o indivíduo quanto para a sociedade como um todo.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-8894419155219283275?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/8894419155219283275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=8894419155219283275' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8894419155219283275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8894419155219283275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/01/locke-em-90-minutos.html' title='Paul Stratern: Locke em 90 minutos'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6JOSGECiEI/AAAAAAAAAEc/Odm5CYdaurI/s72-c/paul+strathern.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-8139111758285489669</id><published>2008-01-31T16:12:00.000-02:00</published><updated>2008-02-02T20:35:22.504-02:00</updated><title type='text'>Crise das hipotecas nos EUA. O que realmente aconteceu?</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6IRlWECiBI/AAAAAAAAAEE/YPLjyN_Pjno/s1600-h/dÃ³lar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161707456195364882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6IRlWECiBI/AAAAAAAAAEE/YPLjyN_Pjno/s320/d%C3%B3lar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que realmente aconteceu historicamente com a crise imobiliária americana? Bom, vou tentar sintetizar com o que li e ouvi por aí e aqui nesse meu conhecimento senso comum, e ver se alguém concorda. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O sistema imobiliário américa como qualquer outro sistema é muito mais dinâmico que o nosso, além de muito mais segurança jurídica e burocracia facilitada, e com isso, o dinheiro circula melhor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Houve nos EUA uma expectativa de crescimento imobiliário. Foram construídos diversos apartamentos e casas a classe média e popular. Os investimentos vieram de várias partes do mundo, pois nos EUA é um dos melhores lugares do mundo para investimentos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Porém como em 1930, e em outras fases cíclicas do capitalismo como dizem os economistas, a construção excedeu a essa expectativa, ocorrendo 'uma crise de super produção', agravado por um leve problema no preço do petróleo, e a variação da taxa de juros das dívidas imobiliárias.  Os títulos das hipotecas sofrerama uma bolha especulativa perdendo seu valor venal. Esse "boom" de construções e venda de casas se deu pela promessa do presidente Bush de emprego e moradia, diante da crise que os EUA passaram durante a guerra do golfo e a recessão mundial em si.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A crise engolfou o mundo inteiro porque  era comprada por países como a China e a comunidade européia, entre outros. Os empréstimos foram feitos por bancos e financeiras, que pegaram dinheiro emprestado de outros bancos e estes de seus clientes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com a crise, onde alguns "inquilinos, se posso dizer assim, não conseguiram vencer o pagamento das contas, pois nos EUA todo mundo se endivida de forma irracional, principalmente os latinos, além do erro de perspectiva de crescimento dos investidores. Nisso, ninguém pagou os seus credores,  em forma de cascata, o mercado perdeu liquidez, as pessoas deixaram de gastar na vida cotidiana com o medo e uma recessão e houve um efeito em cadeia, no mundo. Pois tudo está meio entrelaçado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os Bancos centrais do Mundo, injetaram mais de 600 bilhões de dólares nas economias do mundo, para salvar o mundo de uma catástrofe financeira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O &lt;em&gt;Federal reserve &lt;/em&gt;já anunciou que baixou os juros dos títulos americanos na casa das frações, para estimular a liquidez do mercado. Porém, essa medida foi tida como arriscada, pois poderia espantar alguns investidores e agravar a crise e o Estado dos EUA.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A estimativa é que os EUA entrem numa recessão, mas não profunda, do qual pode se reerguer em questão de um ano, apesar de que há uma visão pessimista de muitos, pelo fato da maioria das bolsas mundiais, como a Bovespa, fecharem em baixa continuamente depois da crise, numa oscilação perturbadora.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os EUA já anunciara,m que os EUA, já foram criados 9 mil empregos, o que pode amenizar a crise. O 'PAC" brasileiro, bem como o crescimento chinês podem aquecer a economia mundial.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Como disse o internauta &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=2270895864965590587"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Alexsander&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt; na comunidade &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=57316"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Economia Brasileira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt; do orkut?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Estouro da bolha + créditos subprime:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Miss Jane Doe vendeu uma casa no auge da bolha especulativa por US$ 200 mil para o Mr. John Smith, que financiou no banco. O banco pagou à Miss Doe os US$ 200 mil e ficou com a hipoteca da casa do Mr. Smith. Pouco depois a bolha estourou e a casa do Mr. Smith passou a valer US$ 150 mil. Ele olha para as suas prestações e percebe que tem uma dívida de US$ 200 mil cuja garantia é uma casa de US$ 150 mil... e resolve comprar a casa ao lado, por US$ 150 mil financiados em outro banco. O primeiro banco retoma a casa original e a coloca em leilão, arrematando por US$ 120 mil -- mas ele já havia pago US$ 200 mil a Miss Doe. Esses US$ 80 mil ficam de prejuízo para o banco. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-8139111758285489669?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/8139111758285489669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=8139111758285489669' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8139111758285489669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8139111758285489669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/01/o-que-realmente-aconteceu.html' title='Crise das hipotecas nos EUA. O que realmente aconteceu?'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6IRlWECiBI/AAAAAAAAAEE/YPLjyN_Pjno/s72-c/d%C3%B3lar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-6778977319118367358</id><published>2008-01-31T14:51:00.000-02:00</published><updated>2008-02-02T20:36:29.075-02:00</updated><title type='text'>Filosofia adaptada a sua época</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6H-kGECiAI/AAAAAAAAAD8/m4KNK6g9eVw/s1600-h/socrates+e+platÃ£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161686543999600642" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6H-kGECiAI/AAAAAAAAAD8/m4KNK6g9eVw/s200/socrates+e+plat%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que a filosofia através dos tempos senão uma redundância sistemática? Afirmo com audácia que, depois de Parmênides, não houve mais ninguém de original na filosofia. Todos tratavam o mesmo problema com palavras diferentes e formas diferentes para se alcançar o mesmo fim. Mas então por que a humanidade balbuciou seus filósofos para dizer ideologicamente a mesma coisa? Eles tratavam sempre da felicidade e realização e da ideologia que é como um meio para realização disso, não é assim? Não tratavam do ser e dos entes? o axiomas não eram os mesmos? Então, para mim, todos disseram a mesma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada filósofo de sua época, entendo, tentou recapitular os entendimentos do estudo do ser, coloca-los na linguagem da época, bem como introduzir a filosofia, novos entes desvelados pela episteme(ciência), ou até mesmo para reconduzir a sociedade a um pensamento racional diante de uma aparente volta da superstição ao modo de ver o mundo da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6H9_WECh-I/AAAAAAAAADs/RME4eiB9mvg/s1600-h/Kant.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161685912639408098" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6H9_WECh-I/AAAAAAAAADs/RME4eiB9mvg/s200/Kant.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Emanuel Kant, por exemplo, que é esse homem? Qual a finalidade de anos a fio estudando e escrevendo sobre filosofia? Ora, apesar de seu estímulo própria para descobrir as respostas e se libertar da ilusão, Kant escreve principalmente para proteger o cristianismo, em particular a cosmogonia protestante e pietista do Universo.&lt;br /&gt;A obra de Kant, como disse, era uma forma de justificar a visão cristã, diante do ateísmo e agnosticismo cada vez mais crescente, como fizera Santo Agostinho, mais de mil anos atrás, contra os pagãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pensamento tomista já não abarcava a cosmogonia e nem conseguia derrubar as novas descobertas dos humanistas. Era necessário que kant interviesse, e com seu genial sistema filosófico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baruch Espinoza, por sua vez, via como Kant, um Universo matemático e lógico. E por isso mesmo, não conseguia conceber um Deus pensante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, se analisarmos cada filósofo, perceberemos que eles pensam os mesmos problemas da eternidade, substância, fenômeno e lógica da mesma forma, usando desses axiomas para discutir questões fenomenológicas de sua época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6H-GWECh_I/AAAAAAAAAD0/PjozizA_zDc/s1600-h/foucault.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161686032898492402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6H-GWECh_I/AAAAAAAAAD0/PjozizA_zDc/s200/foucault.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um filósofo polêmico de se analisar é Michael Foucault. Bom, entendo que Foucault não é um filósofo em si, mas um filósofo da história, ou um historiador das mentalidades, como diriam alguns, ou um desconstrucionista, para outros.&lt;br /&gt;Foucault só trata dos fenômenos históricos, de uma forma Weberiana e Heideggeriana, com pinceladas de Nietzsche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foucault tenta desvendar a história, usando da fenomenologia de Heidegger, e tentar ter um conhecimento hipotético do passado do qual não se pode saber, senão sempre imaginado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele desconstroi o conhecimento, preceitos morais, relativiza tudo o que se imaginava coerente, para deixar margem a uma nova coerência, se possível. Em seus escritos, o próprio Foucault afirmava que talvez tudo o que ele falava podia ser uma besteira, pelo fato de ninguém saber do passado.(esse tipo de afirmação, os Foucaltianos dizem ser um diálogo com as obras de Heidegger).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisa fenômenos que passaram imperceptíveis aos olhos do historiador, analisa suas contradições, sua veracidade, analisa a vontade a luz de Nietzsche para explicar o que move o homem e a história.&lt;br /&gt;Mas por que Foucault se emprenha tanto nessa filosofia? Bom, a resposta eu entendo, é que, além da tradição acadêmica, qual todos devem seguir sem um sentido claro para isso, como se fosse mais um fetiche expor um título acadêmico, Foucault quer mostrar com isso, a potencialidade de novas descobertas do ser histórico e da moral e realização humana diante da estrutura da filosofia moderna do qual Heidegger sempre apontou que “a filosofia esqueceu do problema do ser”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o tema principal de Foucault, e sua própria proposta de discussão da filosofia do seu tempo é, uma liberação sexual dos homossexuais e heterossexuais e a descoberta da potencialidade da vontade humana no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluindo esse breve e audaz texto, ao meu ver, a filosofia serve para encontrar o caminho da realização humana, investigar as possibilidades da felicidade e aplica-la na sociedade, surgindo assim, as formas de Estado e sua ideologia como formas de atingir uma realização de ideal ético metafício. E por acaso, essa busca da realização, esse ideal máximo não foi sempre um problema da filosofia? Então, a busca sempre foi a mesma e nada original significante, senão apenas uma diferença de postura(ética) e linguagem.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-6778977319118367358?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/6778977319118367358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=6778977319118367358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/6778977319118367358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/6778977319118367358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/01/filosofia-mesma-discussoa-daptada-ao.html' title='Filosofia adaptada a sua época'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R6H-kGECiAI/AAAAAAAAAD8/m4KNK6g9eVw/s72-c/socrates+e+plat%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-1504554224831343569</id><published>2008-01-28T12:22:00.000-02:00</published><updated>2008-02-08T04:18:54.788-02:00</updated><title type='text'>Aforismos de Albert Einstein</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R53ngWECh8I/AAAAAAAAADY/sMlfU26Ic9Y/s1600-h/einstein.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160535290900809666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R53ngWECh8I/AAAAAAAAADY/sMlfU26Ic9Y/s320/einstein.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-A coisa mais bela que podemos experimentar é o mistério. Essa é a fonte de toda a arte e ciências verdadeiras.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;-A realidade é uma ilusão, porém persistente &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Os axiomas éticos são encontrados e testados não muito diferentemente dos axiomas da ciência. A verdade aparece com o teste da experiência &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-A ciência, como um todo, não é nada mais do que um refinamento do pensar diário &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;-O que um peixe sabe sobre a água na qual nada a vida inteira?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Em momentos de crise a imaginação é mais importante que o conhecimento. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Se a minha teoria da relatividade estiver correta, a Alemanha dirá que sou alemão, e a França, que sou cidadão do mundo. Mas se eu estiver errado, a França sustentará que sou alemão, e a Alemanha garantirá que sou judeu &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Quem entra em contato com a Física quântica sem se espantar, sem ficar perplexo, é porque nada entendeu &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-No campo daqueles que procuram a verdade, não existe nenhuma autoridade humana. Todo aquele que se fizer de magistrado encontrará imediatamente a risada dos deuses &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Existem apenas duas coisas infinitas - o Universo e a estupidez humana. E não tenho tanta certeza quanto ao Universo &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-O segredo da criatividade é saber esconder suas fontes &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-O tempo e o espaço são modos pelos quais pensamos e não condições nas quais vivemos&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Penso 99 vezes e não descubro a verdade. Paro de pensar, mergulho em profundo silêncio, e eis que a Verdade me é revelada&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Sou extremamente religioso, porém não acredito num Deus que se preocupe com as necessidades do homem. O meu Deus é o mesmo do grande Baruch Espinosa&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.ditados.com.br/frases/frases.asp?frase=3752"&gt;http://www.ditados.com.br/frases/frases.asp?frase=3752&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-1504554224831343569?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/1504554224831343569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=1504554224831343569' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/1504554224831343569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/1504554224831343569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/01/aforismos-de-albert-einstein.html' title='Aforismos de Albert Einstein'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R53ngWECh8I/AAAAAAAAADY/sMlfU26Ic9Y/s72-c/einstein.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-8536973622899863720</id><published>2008-01-28T01:56:00.000-02:00</published><updated>2008-02-03T17:33:38.738-02:00</updated><title type='text'>O sentido da filosofia de Platão</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R51S9WECh7I/AAAAAAAAADQ/dbL4R5kEqQo/s1600-h/platÃ£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160371961884477362" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R51S9WECh7I/AAAAAAAAADQ/dbL4R5kEqQo/s200/plat%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois do meu texto “o problema da entropia do universo”, alguém parou para pensar nessas questões? Alguém pensou seriamente sobre a eternidade?&lt;br /&gt;As hipóteses lógicas são muitas, e isso é filosofia.&lt;br /&gt;Fiquei pensando no que Platão quis dizer com seu trabalho. O que poderia pensar um filósofo adepto aos círculos dos místicos Pitagóricos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Platão não muda a tradição filosófica. Ele faz todas as hipóteses com uma rigorosidade lógica. Não esquece dos princípios axiomáticos como substância e idéias eternas.&lt;br /&gt;Na relação entre o Uno e as partes, ele disse que nosso mundo é uma decadência do que é perfeito, e de que tudo no nosso mundo percebido é uma meia visão do universo, e quando pensamos, nos lembramos do que é eterno, que é um reflexo do mundo das idéias ou mundo perfeito. Podemos ver a perfeição no mundo através de uma forma de meditação, que é a fricção de quatro sentidos(nao me lembro bem), que o transcende a eternidade e ao mundo das idéias. Podemos perceber isso no mito da caverna e na teoria da reminiscência, onde pensar é recordar.&lt;br /&gt;Para Platão, seguindo a doutrina pitagórica da transmigração das almas, quando uma pessoa morre, se eleva ao mundo perfeito, e retorna reencarnado, como se decaisse a esse mundo como se aqui fosse a morte de um mundo perfeito. E este mundo perfeito, é inferior a um mundo superior a ele, e assim ao infinito. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma coisa que me intriga é a noção de movimento em Platão, (Apesar de minha pouca leitura, e aceito um aditivo e críticas dos platônicos), de que tudo na visão de Platão está na eternidade. Mas como assim? Parece que Nietzsche também disse isso, mais de 2 mil anos depois, como no eterno retorno e das possibilidades que já aconteceram.&lt;br /&gt;Na eternidade, hipoteticamente, todas as possibilidades já aconteceram. O movimento nada mais é do que mais uma idéia do homem, uma meia visão do que consegue perceber nesse mundo. O homem não consegue com plenitude.&lt;br /&gt;Nisso, o filósofo ou qualquer pessoa que transcende ao mundo superior, pode ver o futuro, pois na eternidade, onde não existe passado o presente e nem o futuro, onde o tempo é diferente ao nosso, o futuro hipotéticamente já aconteceu, pois na eternidade, o tempo não é o problema, nunca houve um início e o que é sempre existiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Platão, ele talvez não estivesse interessado em prever o futuro como pensam os cartomantes, mas abrir os olhos dos gregos para um crescimento espiritual, se posso assim dizer, um desenvolvimento ético e moral, o equilíbrio da alma, contra a ilusão dos sentidos, a cegueira do orgulho e as paixões desenfreadas, como desequilíbrio e o esquecimento, para que o homem não caia cada vez mais na loucura dos mundos inferiores a este. Ele propões que o homem descubra a eternidade dento de si, e se lembre da idéais perfeitas que lhe transcendam ao mundo perfeito, onde tudas as possibilidades já aconteceram, referente a esse mundo, pois tudo aqui, nada mais é do que um reflexo do que já é.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O pensamento de Platão tem a mesma forma dos ritos místico-sacerdotais, e como numa religião, ele propõe um Estado teo-transcendental(república de Platão), para salvar as almas e as conduzir novamente a sua origem, a eternidade e a felicidade. O Estado proposto por Platão seria de reis filósofos. Homens que ao reencarnarem nesse mundo, escolheram tomar da água do não esquecimento "Aletheia", quando estiveram no jardim do mundo perfeito, e com isso, maior discernimento do que seja perfeito, sendido com a meditação intelectual(se posso chamar assim) ao contato com o cósmos. Os homens que tomam a água do esquecimento, retornam a esse mundom esquecidos das idéias eternas, porque almejam poder a ambição nesse mundo. A seleção desses reis filósofos se daria num elaborado processo de seleção, desde a infância, onde os mestres já reconheceriam, através da sensibilidade para a música e os esportes, uma consciência, uma lembrança mais terna do que já é eternamente perfeito, no mundo das idéias transcendentais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se compararmos esse pensamento, notaremos uma semelhança enorme com os sacerdotes do Egito, dos druidas, do pensamento oriental, que apesar de míticos, possuem as primeiras noções da filsofia entre o Uno e as partes, e a transmutação.&lt;br /&gt;É importante lembrar que, a filosofia de Platão estava voltada ao seu povo, e não uma carta aberta ao mundo, e o que os filósofos gregos romperam eram com os mitos primitivos gregos, mais rudimentares que os sistemas religiosos da mesopotâmia.&lt;br /&gt;É importante lembrar também que, a maioria dos escritos de Platão se perderam, e por isso, é difícil delimitar o que Platão realmente quis dizer. Eu entendo que podemos complementar, pela intuição, já que os problemas filosóficos são sempre os mesmos, arquétipos como esse exposto nesse meu texto.&lt;br /&gt;O pensamento platônico vai influenciar muitos outros filósofos, como santo Agostinho, que lhe da um teor dogmático a cosmogonia do cristianismo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Enfim, é tentando compreender o pensamento místico de Platão, é que vamos entender o pensamento de Aristóteles, muito mais prático, e o iniciador formal da tradição filosófica ocidental, com seus estudos e teorias da epistemologia, a própria fenomenologia, em busca também dos prazeres e felicidades nesse plano pelo, pelo que a percepção material pode nos proporcionar, além das virtudes postas para se viver bem enquanto sujeitos da existência. (Talvez disso, não vejo muita diferença entre Aristóteles e David Hume).&lt;br /&gt;Aristóteles nunca negou os problemas remetentes da eternidade, como a substância e o motor imóvel, mas ele, ao contrário de Platão, sugere que a filosofia seja menos calçada na incerteza e relativização dos conceitos do mundo, a uma rigorosidade maior a epistemologia e a percepção humana, imersa no Devir, como já propunha Heráclito, e o entendimento que o entendimento do Uno nunca será possível(motor imóvel que está fora to tempo, mas que movimento o cósmos sem que se de conta de nós, e nós do motor imóvel).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-8536973622899863720?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/8536973622899863720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=8536973622899863720' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8536973622899863720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/8536973622899863720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/01/o-sentido-da-filosofia-de-plato.html' title='O sentido da filosofia de Platão'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R51S9WECh7I/AAAAAAAAADQ/dbL4R5kEqQo/s72-c/plat%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-3747872738390621299</id><published>2008-01-28T00:34:00.000-02:00</published><updated>2008-01-28T00:49:36.399-02:00</updated><title type='text'>O último homem da Terra</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R51CYGECh6I/AAAAAAAAADI/OXYg53IRW-g/s1600-h/o+ultimo+homem+na+terra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160353729748305826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R51CYGECh6I/AAAAAAAAADI/OXYg53IRW-g/s200/o+ultimo+homem+na+terra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alguém assistiu o filme dirigido por Francis Lawrence e estrelado por Will Smith “O último homem na Terra”? O filme trata de uma contaminação global por um vírus, originado uma pesquisa revolucionária no tratamento do câncer, mas aplicado prematuramente na sociedade. O vírus se alastra e tornasse mortífero. Os que sobrevime ao vírus, se tornam seres ultra-violentos e sensíveis a luz ultra-violeta, enquanto 1% da população imune a praga, tenta sobreviver aos ataques desses seres da noite.&lt;br /&gt;Robert Neville(Will Smith), um cientista e único sobrevivente de uma praga biológica que assola e extermina todas as pessoas do mundo.De início bastante similar ao "O Último Homem da Terra", com a diferença que se passa em uma metrópole. A população já estava dizimada há dois anos, e Neville não é exatamente o único sobrevivente, mas sim o único sobrevivente não infectado do mundo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Problematização Bio-ética&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As empresas multinacionais, estados tem investindo pesado na pesquisa genética, em vírus, bactérias e outros micro-seres para a aplicação na sociedade para fins de otimização produtiva, como os transgênicos e desenvolvimento de remédios contra as principais doenças males.&lt;br /&gt;Mas há críticas sérias referente a essas pesquisas, como na aplicação dos transgênicos, que pode polimerizar as plantas naturais, causando uma catástrofe natural.O mesmo pode acontecer com as pesquisas com vírus, onde algum vetor que é aparentemente revolucionário no tratamento de alguma moléstia pode desencadear uma catástrofe sem precedentes, tudo isso devido ao poço conhecimento que o homem possui das forças da natureza.&lt;br /&gt;Não estou criticando a continuidade das pesquisas, contrariando a máxima da ciência de servir a humanidade. Estou criticando a postura do capitalismo, em sua ansiedade ávida por lucros, aplicar no mundo, conceitos parciais sobre fatos recém descobertos e imprevisíveis.Entendo que as descobertas devem ser dirigidas com prudência e muitas análises e testes e ampla discussão social. Mas enfim, sabemos que isso não vai acontecer.&lt;br /&gt;Será que o mundo espera um apocalipse? Podemos intuir que o serviço Secreto de diversos países, possuem informações sobre ciência e do que está acontecendo realmente no mundo. O que poderá acontecer conosco?&lt;br /&gt;Bom, o que os Estados estão fazendo para melhorar a vida da sociedade, se há essa preocupação? Será que há uma elite no poder das nações, conspirando e induzindo a sociedade para determinados fins?&lt;br /&gt;Pela forma de como o mundo está governando o planeta hoje, intuímos que, ou o mundo tem seus governos completamente cegos, ou o mundo realmente está na mão de alguém.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Frijot Capra sugere que os governos do mundo estão sem rumos, pela falta de diálogo e a alienação e falhas da estrutura administrativa e burocratica, semelhante as prévias da Primeira Grande Mundial, em 1913.(citação minha).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há diversas teorias conspiratórias, como Os Protocolos dos Sábios de Sião, os Illuminati, seita satãnica que prepara o mundo ao Aramagedon, da conspiração comunista Gramsciniana(como entendem Olavo de Carvalho).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O fim, ninguém sabe, e talvez, nunca chegaremos a saber o que se trama nos bastidores do poder. Mas que pode haver um risco sério a segurança do planeta, isso sim é de se pensar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-3747872738390621299?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/3747872738390621299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=3747872738390621299' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/3747872738390621299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/3747872738390621299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/01/o-ltimo-homem-da.html' title='O último homem da Terra'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R51CYGECh6I/AAAAAAAAADI/OXYg53IRW-g/s72-c/o+ultimo+homem+na+terra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-6535041716444785217</id><published>2008-01-27T19:12:00.000-02:00</published><updated>2008-01-27T23:39:40.239-02:00</updated><title type='text'>Aforismos meta-morais</title><content type='html'>Por Ivan Alcântara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SWAMI SRI YUKTESWAR: As obras sagradas são benéficas para estimular o desejo de realização interna (...) o estudo intelectual contínuo pode resultar em vaidade, falsa satisfação e conhecimento indigesto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LAHIRI MAHASAYA: Meditação é a prática da percepção interna consciente de Deus. É a lembrança constante do Espírito transcendental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BHAGAVAN KRISHNA: Com o auxílio da mente, o homem deve refinar-se ao invés de se degradar. A mente pode ser a melhor amiga da alma encarnada, mas também sua inimiga.JESUS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CRISTO: Ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furam nem roubam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÃO JOÃO DA CRUZ: O caminho da vida é de muito pouco bulício e negociação, e requer mais mortificação da vontade que muito saber. O que tomar o mínimo das coisas e dos gostos, mais adiante andará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LAHIRI MAHASAYA: Cada pessoa é responsável por sua vida interior, a qual é resultado dos próprios pensamentos, desejos, sentimentos e ideais de cada indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JESUS CRISTO: Sede, pois, prudentes como as serpentes, mas simples como as pombas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARAMAHANSA YOGANANDA: Por trás de cada rosa de prazer se esconde uma cascável de dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SWAMI SRI YUKTESWAR: Quando descansa pela prática da Kriya, o sistema nervoso é revigorado. Se o sistema nervoso obtiver diariamente esse descanso, o corpo físico também é vitalizado. Vida e morte recairão sob o controle do iogue que persevera na práticaq desse pranayama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARAMAHANSA YOGANANDA: Um santo foi um "pecador" que nunca desistiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RAMAKRISHNA: Mesmo que um homem coma carne de porco, se ama a Deus é bem-aventurado. Mas é desditoso aquele que, embora se alimente de azeite e de arroz, tem a mente submersa na luxúria e no ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JESUS CRISTO: Guardai-vos escrupulosamente de toda avareza, porque a vida de um homem, ainda que ele esteja na abundância, não depende de suas riquezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RAMAKRISHNA: Se hás de enlouquecer, enlouquece de amor a Deus, e não pelas coisas do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JESUS CRISTO: É pela constância que alcançareis a vossa salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARAMAHANSA YOGANANDA: Meditação é amizade com Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JESUS CRISTO: Eu e o Pai somos Um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RAMANA MAHARSHI: Proternar-se significa aquietar o ego, e isso implica juntar-se à fonte. Deus ou o Guru não se enganam com genuflexões, mesuras ou prosternações externas. Ele vê se o ego está ali ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JESUS CRISTO CITA ISAÍAS NO VELHO TESTAMENTO.: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: Vós sois Deuses?DEUS: Eu sou o Alfa e o Ômega. Aquele que é, que era e que vem, o Dominador!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RAMAKRISHNA: Tratar de explicar Deus depois de ter lido as escrituras, é como falar a outro sobre a cidade de Benares depois de a ter visto só no mapa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JESUS CRISTO: O primeiro de todos os mandamentos: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espírito e de todas as tuas forças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARAMAHANSA YOGANANDA: Aquele que nos criou anseia pelo nosso amor. Ele quer que o ofereçamos espontaneamente, sem que Ele peça. Nosso amor é a única coisa que Deus não possui, a menos que queiramos concedê-lo a Ele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-6535041716444785217?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/6535041716444785217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=6535041716444785217' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/6535041716444785217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/6535041716444785217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/01/reflexes-meta-morais.html' title='Aforismos meta-morais'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-2293373019973862197</id><published>2008-01-27T15:07:00.000-02:00</published><updated>2008-01-27T15:31:27.198-02:00</updated><title type='text'>Choice of Catastrophes</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5y_32ECh5I/AAAAAAAAADA/0WzUhzPqbo0/s1600-h/asimov.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160210239185913746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5y_32ECh5I/AAAAAAAAADA/0WzUhzPqbo0/s400/asimov.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Choice of Catastrophes ou Escolha a Catástrofe no Brasil, é um livro de &lt;a title="Isaac Asimov" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Isaac_Asimov"&gt;&lt;strong&gt;Isaac Asimov&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Neste livro, são trabalhadas todas as formas apocalípticas que poderiam dar fim a raça &lt;a title="Humana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Humana"&gt;humana&lt;/a&gt; ou a &lt;a title="Civilização" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CivilizaÃ§Ã£o"&gt;civilização&lt;/a&gt;, durante a existência do &lt;a title="Universo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universo"&gt;universo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Asimov dividiu as Catástrofes em 5 graus diferentes. Enquanto as de 1° grau levam ao fim do universo como conhecemos, as de 5° grau levam o &lt;a title="Homem" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Homem"&gt;homem&lt;/a&gt; de volta a barbárie, sem que a vida seja extinta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Catástrofe de 1° Grau&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Se o universo como um todo, sofre-se uma mudança, de modo a se tornar letal a todo tipo de &lt;a title="Vida" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vida"&gt;vida&lt;/a&gt;, então a &lt;a title="Humanidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Humanidade"&gt;humanidade&lt;/a&gt; também não poderia existir; isso seria algo que se poderia denominar "catástrofe do primeiro grau".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Juizo Final&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Nesta parte, Asimov fala sobre como as &lt;a title="Religiões" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ReligiÃµes"&gt;religiões&lt;/a&gt; sempre apontaram um momento em que o "o céu cairia" e o universo se extinguiria para um novo começo. Ele aponta o fato de que algumas religiões ainda aguardam este momento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Aumento da Entropia&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Tudo no universo se move e funciona através da realização de &lt;/em&gt;&lt;a title="Trabalho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trabalho"&gt;&lt;em&gt;trabalho&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;, mas sempre de forma a fazer com que a &lt;/em&gt;&lt;a title="Matéria" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MatÃ©ria"&gt;&lt;em&gt;matéria&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; se espalhe mais pelo universo. Chegará um momento que a matéria estará tão dispersa que não será mais capaz de realizar trabalho e então tudo não mais existirá. A própria vida só existe como realização de trabalho, como acumulação de &lt;/em&gt;&lt;a title="Elementos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Elementos"&gt;&lt;em&gt;elementos&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; ao invés de permitir que se espalhe.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Leia Mais&lt;br /&gt;No Conto &lt;a title="The Last Question" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Last_Question"&gt;A Última Pergunta&lt;/a&gt;, Asimov trabalha exatamente este assunto, levando sempre o homem a perguntar se seria possível evitar que o universo tivesse este fim. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Contração&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Existe a teoria que diz que antes de chegar ao estado de &lt;a title="Entropia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Entropia"&gt;entropia&lt;/a&gt; máxima, a expansão do universo poderá não ter &lt;a title="Velocidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Velocidade"&gt;velocidade&lt;/a&gt; para vencer as próprias &lt;a title="Gravidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gravidade"&gt;forças gravitacionais&lt;/a&gt;, de modo que desacelerará pouco a pouco, até começar a regredir. E por fim acabará por se contrair, até que todas as &lt;a title="Galáxias" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/GalÃ¡xias"&gt;galáxias&lt;/a&gt; estejam novamente juntas, como antes do &lt;a title="Big Bang" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Big_Bang"&gt;Big Bang&lt;/a&gt;, essa teoria é chamada de "Big Crunch", no português, Grande destruíção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Catástrofe de 2° Grau&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No 2° Grau, estão as catástrofes que permitem que o universo permaneça intacto, como um todo, mas que destroem o sol ou que faça com que ele mude suas características, não permitindo mais a vida ao seu redor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Colisões com o Sol&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Durante a sua órbita em torno da galáxia, muitos astros poderiam esbarrar no &lt;a title="Sol" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sol"&gt;sol&lt;/a&gt;. Mas por causa de seu grande tamanho, poucos são os corpos que realmente podem afetá-lo. Asimov diz que apenas um &lt;a title="Buraco Negro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Buraco_Negro"&gt;Buraco Negro&lt;/a&gt;, uma nuvem de &lt;a title="Antimatéria" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AntimatÃ©ria"&gt;Antimatéria&lt;/a&gt; ou a colisão com outra estrela poderia destruí-lo ou afetá-lo desta maneira. Ele alega também que as chances de qualquer uma destas coisas surgirem em seu caminho é quase nula.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Morte do Sol&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O sol, como qualquer outra &lt;a title="Estrela" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estrela"&gt;estrela&lt;/a&gt;, queima &lt;a title="Combustível" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CombustÃ&amp;shy;vel"&gt;combustível&lt;/a&gt; para poder liberar &lt;a title="Calor" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calor"&gt;calor&lt;/a&gt; e &lt;a title="Luz" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Luz"&gt;luz&lt;/a&gt;. Acontece que seu combustível não é eterno e deverá acabar. Sendo uma &lt;a title="Anã branca" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AnÃ£_branca"&gt;anã branca&lt;/a&gt;, um pouco antes disto acontecer, o sol passará por um processo de expansão tão grande que engolirá &lt;a title="Vênus" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/VÃªnus"&gt;Vênus&lt;/a&gt; e &lt;a title="Mercúrio (planeta)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MercÃºrio_(planeta)"&gt;Mercúrio&lt;/a&gt;. Este imenso calor será o suficiente para acabar com a vida.&lt;br /&gt;Assim ficará por mais alguns milhões de anos, depois irá expelir as suas camadas exteriores e em seu lugar ficará apenas um pequeno corpo que irradia calor e luz de forma tão minguante que não poderia ser visto da terra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Catástrofe de 3° Grau&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As Catástrofes de 3° Grau são aquelas que afetam apenas a terra, de modo que o Sistema Solar, a Galáxia e o Universo continuariam em seu percurso normal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Catástrofe de 4° Grau&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Se a raça humana for extinta, mas a vida na terra continuar por tempo indeterminado, tem-se uma Catástrofe de 4° Grau.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Catástrofe de 5° Grau&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Em uma Catástrofe de 5° Grau, o universo, a galáxia e o sistema solar continuariam os mesmos. A vida e até os próprios seres humanos continuariam à existir. Entretanto, a civilização como conhecemos daria lugar a barbárie; a lei da selva voltaria a imperar sobre os homens.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Choice_of_Catastrophes"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Choice_of_Catastrophes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-2293373019973862197?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/2293373019973862197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=2293373019973862197' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/2293373019973862197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/2293373019973862197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/01/choice-of-catastrophes.html' title='Choice of Catastrophes'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5y_32ECh5I/AAAAAAAAADA/0WzUhzPqbo0/s72-c/asimov.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-4905961685270427800</id><published>2008-01-27T14:52:00.000-02:00</published><updated>2008-01-27T18:17:56.801-02:00</updated><title type='text'>"A entropia do Universo". Meu resumo que foi publicado no simpósio de filosofia da Unioeste - Campus Toledo, 2007</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5y3_mECh4I/AAAAAAAAAC4/N717JFBtz3c/s1600-h/sÃ³crates.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160201576236877698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5y3_mECh4I/AAAAAAAAAC4/N717JFBtz3c/s200/s%C3%B3crates.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Muito se tem discutido na mídia e entre os meios científicos o esfriamento do universo, ou seja, sua entropia. Mas tal preceito se origina de um suposto início do universo, o Big-bang, já comentado pelo divulgador da ciência, Stephen Hawking. Mas há também, principalmente no campo da teoria de Einstein, os antigos problemas filosóficos sobre o tempo, o espaço e a matéria, principalmente, levando-se em conta, os axiomas como a eternidade, a infinitude e a existência.&lt;br /&gt;Introduzo brevemente a concepção empirista do universo.Hawking, comenta, que no Big-Bang, uma energia condensada, num efeito em cadeia, explode, e nessa extrema energia vetorial, subpartículas se fundem na formação dos elétrons e prótons, e estes se fundem numa estrutura maior, no átomo, na sua concepção mais elementar, no átomo de hidrogênio. Carl Sagan, físico Americano, diz que, os átomos pesados foram formados dentro do interior de 'Supernovas', estrelas muito grandes, formadas pela concentração de hidrogênio, atraídos pela força da gravidade e eletrônica, assim como as outras estrelas.&lt;br /&gt;Entropia, para Newton, é a segunda lei da termodinâmica que estuda a natureza dos movimentos. Para ele, todo movimento se dá um por uma diferença de potencial, qual uma força transfere sua força até seu esgotamento.&lt;br /&gt;Porém, as teorias empíricas sobre o Universo, que usam o método de Euclides e Isaac Newton, possuem uma contradição nos eventos cósmicos, pelo fato de esquecer dos ‘axiomas’ da filosofia que sempre devem estar a priori de qualquer contemplação.&lt;br /&gt;Os axiomas principais são: A eternidade, o infinito, a existência e a matemática.&lt;br /&gt;Problematizando a questão da entropia do universo, os empíricos defendem a idéia de que o universo está esfriando desde sua primeira explosão e origem e tudo. Essa entropia causará o esfriamento, a inércia de tudo, o verdadeiro caos onde mais nada terá energia senão o nada.&lt;br /&gt;Porém, isso é contraditório as concepções clássicas da filosofia. Por exemplo: Houve um início?Se houve um Big-Bang, quais foram as forças que o fizeram? E o que fez a força que fez a força do Big-Bang? Regrediríamos infinitamente a primeira causa, nos induzindo inevitavelmente a eternidade.&lt;br /&gt;Na percepção da eternidade, tudo se torna uma dúvida de como as coisas são, e de que a teoria do esfriamento do universo é contraditória. Se o universo é eterno, quem fez o primeiro movimento? Ninguém o fez, porque simplesmente não o houve, as coisas se movimentam desde sempre. E por incrível que pareça, na eternidade, as coisas jamais pararam de se mexer, nunca entrando em entropia.&lt;br /&gt;Mas como algo pode mover-se desde sempre? Isso nos conduz a uma contemplação que rompe com o matemático grego Euclides, como tinha proposto Einstein. Para este, o movimento é uma diferença de tempo, onde a velocidade dos eventos se tornam diferentes conforme sua energia, segundo a teoria da relatividade geral. Porém,a força motriz da diferença de tempo nunca se esgota, e isso não é uma questão mecânica de de razão, mas uma questão de aceitar a existência como é, como um ato de fé sobre a origem do movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTES BIBLIOGRÁFICA: (UMA BREVE HISTÓRIA DO TEMPO. HAWKING, STEPHEN), (O COLAPSO DOM UNIVERSO. ASIMOV, ISAAC), (EINSTEIN, O ENIGMA DO UNIVERSO. ROHDEN, HUBERTO).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-4905961685270427800?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/4905961685270427800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=4905961685270427800' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/4905961685270427800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/4905961685270427800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/01/entropia-do-universo-resumo-que-fou.html' title='&quot;A entropia do Universo&quot;. Meu resumo que foi publicado no simpósio de filosofia da Unioeste - Campus Toledo, 2007'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5y3_mECh4I/AAAAAAAAAC4/N717JFBtz3c/s72-c/s%C3%B3crates.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-5648070197045941909</id><published>2008-01-27T14:22:00.000-02:00</published><updated>2008-01-28T11:20:46.831-02:00</updated><title type='text'>José Saramago</title><content type='html'>"Nada é para sempre, dizemos, mas há momentos que parecem ficar suspensos, pairando sobre o fluir inexorável do tempo"&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5ywGWEChxI/AAAAAAAAACA/7-zFrZOiFRw/s1600-h/jose+saramago.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160192896107972370" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5ywGWEChxI/AAAAAAAAACA/7-zFrZOiFRw/s320/jose+saramago.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5ywGWEChxI/AAAAAAAAACA/7-zFrZOiFRw/s1600-h/jose+saramago.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-5648070197045941909?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/5648070197045941909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=5648070197045941909' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/5648070197045941909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/5648070197045941909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/01/jos-saramago.html' title='José Saramago'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5ywGWEChxI/AAAAAAAAACA/7-zFrZOiFRw/s72-c/jose+saramago.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-2477471236307214410</id><published>2008-01-27T00:42:00.000-02:00</published><updated>2008-01-27T00:45:55.223-02:00</updated><title type='text'>observação</title><content type='html'>Alguém está com dificuldade de compreender "o problema da entropia do universo"? Se sim, a resposta de tudo está na intuição cósmica particular de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, sabendo que esse problema aparenta dificuldade para a maioria dos leitores, então agora entendo porque todos dizem que os escritos de Kant e Hegel são obscuros e confusos. rsrsrsrsr&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-2477471236307214410?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/2477471236307214410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=2477471236307214410' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/2477471236307214410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/2477471236307214410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/01/observao.html' title='observação'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-5956365732589626987</id><published>2008-01-26T20:22:00.000-02:00</published><updated>2008-01-29T05:17:56.845-02:00</updated><title type='text'>O mito e o sobrenatural</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5voJGEChvI/AAAAAAAAABw/Rb1HYCEJ8h0/s1600-h/michelangelo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159973041027057394" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5voJGEChvI/AAAAAAAAABw/Rb1HYCEJ8h0/s320/michelangelo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A mitologia é uma forma de explicação narrativa do universo, de forma temporal, e com uma lógica, com conceitos mágicos e sobrenaturais , que dizem sobre um início e a um fim do universo, sendo que cada conceito deve ser aceito e jamais questionado.&lt;br /&gt;Mas o mito não é simplesmente uma classificação conceitual do universo, mas possui toda uma profundidade entre o mundo e a psique humana.&lt;br /&gt;Quem começou a analisar profundamente a natureza do mito foi o médico Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, se posso assim dizer científicamente.&lt;br /&gt;O mito está associado a cada emoção humana, em seus medos, ideais, frustrações, desejos, satisfações etc, em seus estereótipos, arquétipos, generalizaçõesa ao devir da cosmogonia mítica.&lt;br /&gt;Por exemplo, na mitologia nórdica, o fogo é representado por um deus chamado Loki, o mais perverso dos deuses. Este, pratica atos perversos, colocando sempre os deuses de Asgard em apuros, sendo que, ao mesmo tempo, Loki colabora com os deuses para o alcance de diversos objetivos.&lt;br /&gt;Entre os gregos, o fogo está associado com a civilização, quando o Tita Prometeu traz o fogo sagrado aos homens, lhes tirando da situação de selvageria como os outros animais. Mas Zeus, zangado por ser roubado algo unicamente dos deuses, confere ao fogo uma propriedade destrutiva, e junto com ele, o homem dá a mulher ao homem, que está, igual ao fogo, consome a vida do homem como seu celeiro, unico objeto que alivia a infinita insatisfação da mulher, que queima e descasata, o homem, seu escravo.&lt;br /&gt;Analisando esse ente mítico, podemos perceber que, o elemento fofo queima e esquenta, sendo muito útil a sobrevivência e conforto do homem, mas se descuidado, pode queimar e destruir como se fosse uma entidade perversa.&lt;br /&gt;Diante do fogo, os primitivos homens da idade dos metais e da Antigüidade descansaram sobre o fogo, seus medos e receios de pessoas de seu convívio social tidas como mau-carater, sendo que foi-se personalizado Loki como uma sublimação desse temor, bm como para os gregos, uma presente punição dos deuses.&lt;br /&gt;Os homens antigos não distinguiam fantasia de realidade, o deus Loki, no caso, era o próprio inspirador do mau-caratismo, mas também, quando invocado, poderia ser muito útil, para esquentar e afugentar as feras.&lt;br /&gt;Dentro da mesma cosmogonia nórdica, há outros deuses, como Wotan, o mais poderoso dos deuses, que reina em Asgard, e coordena a ação dos outros deuses.&lt;br /&gt;Todos os deuses dessa mitologia, estão impressos os desejos humanos, como amor, raiva, beleza e coragem, sendo cada personagem mítico, invocado(como se fazem com os santos de hoje) para lhe dar sua energia. Dentro da mitologia grega, Apolo é invocado, pela sua sacerdotiza, para conter as forças e vapores caóticas vinda do Hades. Uma forma alegórica e mítica para entender o domínio da mente sobre o incosciente sempre misterioso e temido, dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse antes, o mito explica a realidade sempre pelo sobrenatural. São sempre forças além do homem que regem as leis do mundo, e tais forças, sempre representam os desejos e frustrações humanas sublimadas na figura do mito, que, como uma crença, tais seres míticos poderiam realizar as vontades reprimidas e proteger contra seus temores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, um mito que permaneceu muito tempo entre o folclore, foi a &lt;em&gt;“mula sem cabeça”.&lt;/em&gt; Esse mito, novamente representando o emocional do homem, representa o destino para aquelas mulheres que se envolvem com um Padre, recebendo um castigo divino a vagar como uma mula, sem cabeça.&lt;br /&gt;Nesse mito da “mula sem cabeça” demonstra que, além da função de explicação da origem das coisas, a uma moral mítica que mantém a ordem do universo, contra atitudes que poderiam tirar a coordenação estabelecida por Deus ou pelos deuses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nisso tudo, podemos então imaginar as sociedades antigas, que ainda não descobriram a filosofia, a forma em que pensavam o universo e a vida em sociedade. Poucas sociedades antigas não foram teológicas. Tudo o que acontecia a sociedade, como uma praga a suas lavouras, enchentes, era interpretado como vontade dos deuses, e a desgraça, era acreditada, vinda da ira dos deuses pelo mal comportamento dos homens.&lt;br /&gt;Surge então a noção de Estado, que além de organizar as forças da economia, regulava a vida moral pelo direito e a justiça, para agradar aos deuses e invocar, através da devoção dos fiéis, as suas graças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, a cosmogonia mítica não existe mais, pelo menos como doutrina dos Estados contemporâneos, que sustentam sua consciência na razão científica. Mas o povo humilde e ignorante ainda preserva seus mitos, principalmente os religiosos.&lt;br /&gt;Um exemplo clássico de mito, é crer que um copo de água posto do registro de luz vai baixar o nível de consumo.&lt;br /&gt;Outro mito muito acreditado são os espíritos encostos ou os demônios, como o Tranca rua, que dificulta as pessoas de arrumar emprego, o Zé Pelintra, responsável pelas pessoas com problemas de bebida, e tantos outras mais, que explicam a situação de desconforto das pessoas em sociedade. Para o perturbado por esses espíritos, eles procuram rituais divinos, os deuses que colocam a ordem no caos, oferecendo ofertas e devoção, para se reequilibrarem na ordem divina de felicidade que deus promete, como a própria razão do cosmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, a partir dessa compreensão da natureza do mito, e suas lendas passadas de geração em geração, formando os arquétipos culturais passado para outras culturas, formando os sincretismos culturais é que podemos perceber a mentalidade mítica.&lt;br /&gt;Nisso também podemos perceber o advento da descoberta da filosofia, que marca a passagem do mito ao logos, do mágico para o racional, dos valores incostestáveis a fenomenologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;termino por aqui, espero terem gostado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-5956365732589626987?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/5956365732589626987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=5956365732589626987' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/5956365732589626987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/5956365732589626987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/01/o-mito-e-o-sobrenatural.html' title='O mito e o sobrenatural'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5voJGEChvI/AAAAAAAAABw/Rb1HYCEJ8h0/s72-c/michelangelo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-4124295215762506680</id><published>2008-01-23T02:22:00.000-02:00</published><updated>2008-01-28T12:13:16.871-02:00</updated><title type='text'>O problema da entropia do Universo</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5y1HWECh3I/AAAAAAAAACw/DDn3B0L0ajU/s1600-h/filosofia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160198410845980530" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5y1HWECh3I/AAAAAAAAACw/DDn3B0L0ajU/s320/filosofia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Muito tenho falado sobre isso entre os meus conhecidos, causando divagações, idéias e bocejos entre os meus ouvintes. Para mim, o problema da entropia do Universo é o problema central da filosofia, e posso demonstrar logicamente isso aos interessados em filosofia.&lt;br /&gt;O termo “o problema da entropia do universo”, foi um termo que eu inventei ou transformei nas minhas leituras de Isaac Asimov, em seus livros de vulgarização científica, particularmente em sua obra ‘O início e o fim’, qual eu recomendo a todos como também as suas outras obras.Mas esse termo é apenas uma frase, uma expressão verbal, uma denotação de uma idéia das representações de linguagem.&lt;br /&gt;O ‘problema da entropia do universo’ pode ser chamado de “a noção de motor imóvel”em Aristóteles, o “puro ato de existir De Deus” em São Tomaz de Aquino, no movimento eterno do Brahma em Baghavad Gita, o Vazio de Lao-tsé etc. Quero dizer que o problema da entropia do universo, é uma forma lingüística que eu escolhi, dentro muitas, para designar o problema que julgo fundamental na filosofia.&lt;br /&gt;A primeira vista, parece estranho ouvir sobre a entropia do universo, principalmente para aqueles que vivem pelas aparências no mundo em que vivem, esquecidos, desestimulados ou indiferentes sobre as perguntas pelo Ser, ou, pelo sentido das coisas, a razão das coisas.&lt;br /&gt;Mas afinal, sem querer ofender, alguém dois leitores sabe delimitar o sentida da palavra ‘Ser’, qual a ação que ela tenta simbolizar? Alguém sabe delimitar o sentido da palavra ‘razão’?O sentido da palavra razão ao meu ver, é sinônimo de ‘logos’ ou lógica. Digo isso devido a analise lingüística do idioma português, que possui prefixos gregos e latinos, mas que, analisando a semântica dessas palavras, perceberemos que elas representam a mesma idéia.O logos, aquele que reúne a phisis, é inerente ao homem, que percebe o mundo e da nome as coisas, percebendo seu nexo causal.&lt;br /&gt;O logos então, é como o homem vê o mundo e como ele expressa o mundo ou cósmos, com suas noções ou conceitos sobre ele, devidamente testados pela dedução.O logos então, ou a razão, conforme nossa língua portuguesa elegeu para as questões de visão de mundo, a episteme e a tecné.(aqui, meus insuficientes conhecimentos lingüísticos gregos me fazem confundir esses dois termos).Dentro do pensamento racional, o discurso, como é óbvio, se fundamenta na lógica ou a própria razão. A lógica se sustenta no fundamento básico de concordância e não contradição, que formam o nexo causal. Esses fundamentos são chamados “axiomas”. Por exemplo, 2+2=4, é um axioma, e nós sabemos que é um valor inegável, pois todos sabemos que 2+2=4 não pode ter outro valor senão esse.&lt;br /&gt;O mestre Aristóteles faz um exercício lógico para que os seus estudantes percebam os princípios da lógica atuarem no discurso/linguagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Todos os homens são mortais&lt;br /&gt;Os gregos são homens‘Logo’,&lt;br /&gt;os gregos são mortais.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A analise dessa frase não está associado aos gregos ou aos homens, mas a lógica que os envolve, a abstração criada pelos axiomas de concordância.&lt;br /&gt;Podemos perceber a atuação lógica nesse segundo exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Todos os pássaros voam&lt;br /&gt;Os cães são pássaros&lt;br /&gt;Logo, os cães voam.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse segundo exemplo, nós sabemos que, talvez não existam cães que voem, e isso para nós não tem lógica aparente, mas se viesse um extra-terrestre, e alguém disse-se que um cão voa, quem é ele para dizer que não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem, observador do mundo, que o vive e o interpreta, analisa o mundo e lhe dá conceitos. Esses conceitos fazem parte de toda uma cosmogonia que dá um sentido ao Universo em que vive.Essa cosmogonia pode ser mítica, com conceitos dogmáticos e aceitos como fundamento primordial, ou então racional, qual a tradição da palavra representa a passagem do mito ao logos, ou seja, a filosofia, que busca nos conceitos do universo numa verificação científica.&lt;br /&gt;Numa observação científica, o homem busca as reais entidades do universo, como o leitor já pode perceber, o que é óbvio.A primeira analise filosófica no universo é a eternidade. Ora, o que é isso? Isso é o que não tem começo e nem fim, no que diz respeito ao tempo. Ora, como chego a essa conclusão? Pois bem, se o universo teve um início, como no Big-Bang, o que havia antes dele?Um outro universo? E esse outro universo antes do nosso também teve seu big-bang? Bom, não sabemos, mas é lógico que ele teve um início também. Mas o que houve antes desse anterior universo ao nosso? Outro universo?Então, concordamos que regrediríamos para sempre no passado do tempo, e isso, podemos chamar eternidade.Sabemos também que o universo não terá fim.&lt;br /&gt;Ora, se esse universo acabar, se contrair e tudo findar, ainda haverá a substância de tudo. O que acontecerá depois, não sei, mas que permanecerá para sempre, isso é lógico, e isso é eternidade. E esse conceito de eternidade é um axioma.&lt;br /&gt;Não podemos negar a eternidade.Mas existe outra questão, o infinito. O Universo não tem fim. Pois se há, o que haverá depois? Não sabemos, mas há alguma coisa, pois isso é questão de lógica. Logo, o que pode estar enganado, não é a lógica, mas nossos conceitos de espaço.O infinito também se manifesta ao contrário. Se pegarmos para dividir uma régua, ela se dividirá para sempre. A eternidade e o infinito são mistérios insolucionáveis e inimagináveis, mas é inegável que a existência deles. &lt;a href="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5y0hWECh2I/AAAAAAAAACo/I12eAity9sw/s1600-h/infinito.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160197758010951522" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5y0hWECh2I/AAAAAAAAACo/I12eAity9sw/s200/infinito.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aristóteles já refletia sobre isso, no conceito de motor imóvel, que tudo move sem se mover, causa de si mesmo. E que esse motor imóvel só poderia estar fora do tempo, sem que este tenha consciência de nós. Pois se nós o reconhecemos como ente, logo ele estará em noss universo e dentro do tempo, e logo, alguma coisa além para explicar a sua existência e causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa relação de eternidade e existência é que se fundamenta a palavra “Universo”, ou seja, a relação misteriosa mas inegável do Uno(eterno e infinito), e suas manifestações temporais, o Verso(palavra latina que significa vertente). O Uno está na Vertente, mas a Vertente não está toda no Uno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filósofo deve reconhecer que habita num mistério, e que sua consciência é transcendental a realidade que está em constante transmutação no infinito. Porém, a consciência se fundamenta nos axiomas universais e eternos, como a lógica, que demonstra a substância que de alguma forma, emana tudo o que existe. O filósofo cria conceitos, e estão são rigores passageiros, até serem desvelados ou complementados com outras descobertas dos fenômenos da “Vertente”, nunca chegando a causa de tudo, a eternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nisso tudo, podemos começar a entender com mais profundidade o significado do ‘problema da entropia do Universo’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema da entropia do universo é algo muito fácil de entender. Mas antes de divagar sobre ele, delimitarei o significado da palavra “entropia”, que em consenso geral, quase ninguém sabe o que significa.Entropia é um termo de um dos campos da física, a termodinâmica, que estuda a natureza do movimento, na concepção clássica do empirismo inglês, alicerçada no pensamento de Aristóteles e Euclides e principalmente, David Hume e Isaac Newton.&lt;br /&gt;Algo entrópico em primeira analise significa desorganização. Mas num sentido mais objetivo, significa ausência de energia ou esfriamento. A 2ª lei da Termodinâmica, no Universo (Sistema Isolado), a quantidade de Energia útil nunca aumenta.&lt;br /&gt;Isso quer dizer que, todo movimento se dá por uma diferença de potencial, onde um corpo de maior energia, empurra o outro de menos energia, o deslocando no espaço, até que a energia esfrie. Por exemplo, uma bateria carregada. A energia elétrica sai do pólo negativo e se transfere ao pólo positivo, graças a um condutor. Nessa transferência, trabalho pode ser realizado, como numa resistência. Mas é lógico, que a energia do pólo negativo vai se esgotando ao passar ela para o pólo positivo. Quando a energia acabar, a bateria entra em entropia. Então, na lógica do movimento no conceito da física clássica, todo movimento para ser realizado em um corpo, ele tem que entrar em entropia, caso contrário, ele nunca sairia do lugar.&lt;br /&gt;Porém, essa inteligente observação da física natural com suas leis, não se adapta na explicação da eternidade. Ora, é fácil de entender o porque. Se o universo é eterno, isso quer dizer que não houve um impulso inicial de extrema potência que moveu tudo, pois não há início na eternidade. Isso é bem contraditório.&lt;br /&gt;Outro fator é que, se o universo não terá fim, e se ele se move desde sempre, na eternidade, sua energia nunca se esgotou, contrariando novamente as leis da física clássica. E nesse problema contraditório, é que surge a pergunta de teor filosófico, tema desse estudo, que é “O PROBLEMA DA ENTROPIA DO UNIVERSO”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte IV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presumo, que na minha exposição, todos os leitores tiveram uma noção do que seja o problema da entropia do universo, e o porque de eu achar ser o mais importante ponto da filosofia.O Uno, a eternidade é inimaginável, e qualquer forma de pensa-lo já estamo-os profanando em seu Ser. Só sabemos que vivemos nos fenômenos que se manifestam, o qual damos nomes e tentamos entender seu logos e nossa relação com eles, sempre de forma aparente, que alguns filósofos, como Heráclito por exemplo,chamam de ‘Devir’, que é o início da fenomenologia.Vou analisar esse problema no pensamento por alguns filósofos de Destaque na história.&lt;br /&gt;O primeiro são os gregos, passando eles, mais tarde, depois de anos no dogmatismo dos estados teológicos da Europa e mundo islâmico, ressurge a filosofia. Em Descartes, percebendo o Uno e a realidade como ilusão aparente, no “cogito ergo sun”Posso citar David Hume, que ao dizer que se nunca saberemos das causas e do Uno, então ele não é objeto de conhecimento, mas sim o mundo em que o homem sente, do qual está sempre nele percebendo as suas mudanças. Ele também diz que, o logos se revela na experiência, que manifesta a realidade aparente diante do homem observador.&lt;br /&gt;Isaac Newton, um dos maiores gênios que estabeleceram os princípios básicos da física e seus cálculos. Emanuel Kant, no seu livro Crítica a Razão Pura, estabelecendo objetivamente o apriori do aposteriori, iniciando formalmente a ciência, ou melhor, a epistemologia no ocidente moderno. É claro também, os grandes pensadores Edmund Husserl e Martin Heidegger, entre outros que fogem de meu conhecimento.Mas é no físico alemão, Albert Einstein, que a física rompe com sua tradiçã clássica, sustentada em Euclides e Newton, mundando os conceitos de espaço e tempo, justamente pelas reflexões sobre o infinito e o seu Deus cósmico, como o de Baruch Espinoza, que também poderia se chamar o problema da entropia do universo.Einstein diz, a grosso modo, que o movimento e o início de tudo, a eternidade, é inimáginável. Porém, o movimento Newtoniano é contraditório demais para ser aceito como uma lei, que em tudo mostra que não é um axioma.&lt;br /&gt;Einstein propõe que o movimento ocorre por uma diferença de tempo num espaço que não é absoluto, mas relativo também. Que quando mais energia um corpo tiver(térmica ou cinética, por exemplo) mais devagar a o tempo passa nele, em relação ao observador de fora e com menos energia. Que o espaço e o tempo são a mesmo caoisa, e não dois blocos distintos.&lt;br /&gt;O revolucionário pensamento de Eistein, assombrando a humanidade com suas teorias, ganharam força nos estudos de física quântica, oferecendo resultados ainda mais assombrosos e paradigmáticos, colocando em cheque todos os nossos conceitos que achavamos certo, quase com o um dogma, do tempo, do espaço e da matéria.&lt;br /&gt;Obrigado pela leitura dos interessados na minha visão do "problema da entropia do universo", e que se felicitem com a filosofia metafísica, que no seu mistério, sua relação do Uno e as Partes(verso), nos dá uma sensação mística, senão já o é, pois o místico sempre estudou a religação da parte com o Uno(religar=religião).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-4124295215762506680?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/4124295215762506680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=4124295215762506680' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/4124295215762506680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/4124295215762506680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/01/o-problema-da-entropia-do-universoparte.html' title='O problema da entropia do Universo'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_i9qTmMvAEHU/R5y1HWECh3I/AAAAAAAAACw/DDn3B0L0ajU/s72-c/filosofia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6600135575194106492.post-7603349331381154264</id><published>2008-01-23T00:22:00.000-02:00</published><updated>2008-01-23T01:35:33.325-02:00</updated><title type='text'>De Volta</title><content type='html'>Reabro meu fórum depois de algum tempo sem escrever. O motivo para minha ausência? Ah, acho que são as digestões mentais, as indisposições intelectuais, e até um certo tipo de auto-suficiência temporária, que tanto mata qualquer resquício de inspiração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6600135575194106492-7603349331381154264?l=cosmito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmito.blogspot.com/feeds/7603349331381154264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6600135575194106492&amp;postID=7603349331381154264' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7603349331381154264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6600135575194106492/posts/default/7603349331381154264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmito.blogspot.com/2008/01/de-volta.html' title='De Volta'/><author><name>Blog do Cosmonauta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17291570510504616800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
